Instituições se preparam para o ensino híbrido
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Instituições se preparam para o ensino híbrido

A sala de aula, antes repleta de alunos, agora tem menos da metade dos estudantes, com lugares demarcados no chão e um professor que, além da dar aula presencial, transmite o conhecimento também aos estudantes no ambiente online. O ensino híbrido, que reúne aulas presenciais e a distância, é uma realidade que escolas e faculdades em todo o mundo estão vivenciando e se adequando para proporcionar com a retomada.

De acordo com Adriano Guimarães, CEO da Prova Fácil, principal solução de provas online , muitas instituições de ensino no Brasil já estavam preparadas para esse formato de ensino, mesmo antes da pandemia do novo coronavírus, que ocasionou uma verdadeira revolução na maneira de ensinar a aprender.

Segundo ele, no entanto, um dos pontos críticos deste misto de atividades - na sala de aula e em casa -, sem o acompanhamento total do professor, seria o docente saber em qual nível de conhecimento está a sala de aula e cada aluno de forma individualizada para planejar os próximos passos da estratégia de ensino, como atividades e conteúdo, além da revisão de algumas matérias, de acordo com as necessidades dos estudantes.

"Esse cenário desafiador gera uma série de dúvidas em professores e gestores educacionais. Como saber se os alunos estão aprendendo como na sala de aula? De que forma ensinar na modalidade a distância pode ser eficiente? Neste sentido, os gestores de ensino precisam pensar principalmente em como avaliar o nível de aprendizado", explica Guimarães.

A solução, aponta o especialista, seria a aplicação de avaliações diagnósticas por meio de plataformas e aplicativos educacionais, assim como a Prova Fácil, que permite o feedback imediato aos alunos e ajuda o professor no planejamento de aulas e provas. "A criação de uma sala de aula híbrida com avaliações formativas é uma necessidade que irá trazer informações sobre o progresso dos alunos, dados essenciais para o tempo em sala de aula", ressalta.

A partir da aplicação de uma prova com questões das diversas áreas do conhecimento, assim como a aplicada pela Prova Fácil, é possível ter acesso às informações de erros e acertos de cada questão pelo conjunto de alunos da turma que fez a avaliação - o que permite saber se eles aprenderam, de fato, os conteúdos.
"A pandemia acelerou a contratação de novas tecnologias de ensino. No pós-pandemia, essa experiência que alunos e professores tiveram deverá permitir a continuidade do processo educacional sem interrupções de aprendizagem. Assim, o ensino híbrido será visto como disruptivo e benéfico para todos", conclui Guimarães.
Três orientações para o ensino híbrido

O especialista da Prova Fácil, Adriano Guimarães, elencou para professores e gestores nesta nova etapa da educação, presencial versus online:

1 - Aposta em soluções tecnológicas

A tecnologia é uma grande aliada das instituições de ensino na construção do conhecimento. Por isso, para o ensino híbrido, é essencial contratar plataformas que auxiliem o docente a ministrar as aulas nos formatos presencial e on-line e a ter um diagnóstico da evolução do aprendizado dos alunos e da turma como um todo, assim como a Prova Fácil.

2 - Aplicação de avaliações diagnósticas

A aplicação de provas das múltiplas matérias que testam o nível do conhecimento dos estudantes é fundamental para a geração de dados e insights importantes para o planejamento das aulas e atividades a serem desenvolvidas com os alunos. Saber o nível de conhecimento da sala de aula e de cada aluno individualmente dá um norte para o professor e a escola pensarem na estratégia de ensino, ampliando horizontes e dando qualidade para as aulas.

3 - Inspire os alunos na aprendizagem invertida

Por meio desta metodologia, o professor tem o papel de estimular os alunos a buscar conteúdos fora da sala de aula e aprenderem por si próprios. Por meio da aprendizagem invertida, o momento da aula passa a ser de complemento desta aprendizagem, de desenvolvimento de trabalhos e projetos, algo essencial para a preparação do estudante para o mercado de trabalho. Permitir que o aluno tenha tido acesso ao conhecimento antes da aula, também o estimula a aprender e a ser mais participativo.


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