Conhecidos como indivíduos que têm o poder de afetar as decisões de compra de outras pessoas devido ao seu conhecimento, autoridade, posição ou relacionamento com seu público, o número de influenciadores digitais vem crescendo consideravelmente nos últimos anos. Uma pesquisa realizada pela Nielsen , divulgada em julho de 2022 destacou que existem cerca de 10,5 milhões de influenciadores no Brasil. Considerando canais e perfis com mais de mil seguidores no YouTube, TikTok e Instagram, o país ocupa o segundo lugar no ranking global, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, com 13,5 milhões de “influencers”.
A chegada da geração Z (pessoas que nasceram entre 1995 e 2010) também vem impactando diretamente nessas estimativas.Para os especialistas do mercado, as empresas estão diante de um desafio que é compreender o padrão de consumo desses nativos digitais e atrair a atenção deles. Para se ter uma ideia, um estudo feito pela IBM em 2017 , com 15.600 jovens da geração Z apontou que 93% deles já determinavam as decisões de compras da família.
Caminhando na mesma direção,quem vem se beneficiando desse movimento das empresas para o ambiente digital são os influenciadores que viraram vozes das marcas para alcançar esse público que não é pequeno.
A jovem influencer Sofia Schaadt explica que para manter o público engajado é necessário realizar um trabalho constante de produção de conteúdos voltados para ele, levando em conta que ele (o público) é parte essencial da mídia. “Um dos principais desafios para quem está neste meio é tentar se manter visto. As pessoas estão consumindo conteúdo cada vez mais rápido, por isso é preciso buscar formas de inovar diariamente”, afirma.
A primeira edição do Influence Marketing Scope , um estudo bienal sobre a dinâmica do mercado de influenciadores, confirma que os fenômenos das redes sociais são as novas estrelas do mercado publicitário. Elas lideram campanhas e ocupam uma fatia cada vez maior do espaço antes dominado apenas pelos astros do cinema e da TV. O estudo conta com dados obtidos por meio de entrevistas com profissionais do mercado de marketing e anunciantes. Ao todo foram 129 entrevistas que ajudaram a montar um painel atual sobre o mercado de influencers no Brasil. No levantamento, 90% dos entrevistados disseram buscar por influenciadores nativos, que cresceram e construíram suas reputações no ambiente digital.
A influencer que já soma quase 2 milhões de seguidores e 40 milhões de curtidas no TikTok e mais de 600 mil seguidores no Instagram reforça que mesmo diante de possíveis obstáculos para os influenciadores, o cenário no Brasil é favorável em crescimento, como mostram as pesquisas anteriores e destaca o interesse das marcas em formar parcerias que podem ser benéficas para ambos os envolvidos.
“Com a expansão das redes sociais e o aumento do número de influencers, as empresas vêm mostrando também o interesse em estarem presentes nesse espaço. Essas parcerias ajudam na proximidade e interação em tempo real da marca com o público", destaca.
Amanda Schaadt, mãe da Sofia, é uma empresária atuante em diferentes segmentos, e hoje concilia o trabalho com os compromissos da filha, inclusive nas viagens que a menina faz para cumprir seus compromissos profissionais. “Tudo aconteceu muito rápido. Na medida que ela disparava nas redes, o volume de trabalho crescia e o meu tempo de dedicação a ela aumentou. Hoje me desdobro, mas feliz com o sucesso dela”, finaliza.
Para mais informações, basta acompanhar Sofia Schaadt nas redes sociais:
Instagram: www.instagram.com/sofia.schaadt
Tiktok: www.tiktok.com/@sofia.schaadt
Canal no YouTube: www.youtube.com/@sofiaschaadt854
Blog: sofiaschaadt.com.br
Website: http://www.ageimagem.com.br