No Brasil, a energia solar responde por 24,5% de toda a geração e já é a segunda maior fonte energética, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica ( ABSOLAR ). Em 2025, os investimentos foram de mais de R$ 32,9 bilhões.
Os números incluem desde as grandes usinas até os pequenos sistemas instalados em telhados e terrenos. Jones Vieira, CEO da Eternity Energia, afirma que um dos fatores que favorecem a expansão da matriz energética solar é o fato de ela ser financeiramente vantajosa.
Quando a pessoa instala um sistema fotovoltaico, passa a gerar sua própria energia durante o dia. Tudo que é gerado e não usado na hora é enviado para a rede elétrica e vira crédito na conta do proprietário. A prática, chamada de compensação de energia, é regulamentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
“Na prática, sua conta deixa de refletir tudo que você consome e passa a cobrar só o que ultrapassar essa geração. A maioria dos nossos clientes paga a taxa mínima de disponibilidade, aquele valor fixo que a distribuidora cobra independentemente do consumo. A redução média pode ficar entre 80% e 95% da fatura mensal”, explica Vieira.
O empresário diz que muitas pessoas enxergam a fonte solar como um investimento e uma forma de se proteger dos reajustes das contas de energia pelos próximos 25 a 30 anos, prazo que corresponde à vida útil dos painéis fotovoltaicos.
“O retorno médio acontece entre três e seis anos. E, com financiamento, muitos clientes já saem pagando uma parcela menor do que pagavam na conta de luz, ou seja, o sistema literalmente se paga com o dinheiro que antes ia embora todo mês”, pontua Vieira.
Segundo ele, a produção de energia solar varia conforme a região e a época do ano, mas o impacto é compensado por períodos de maior geração. Como exemplo, Vieira menciona o estado do Paraná, cuja queda de produção no inverno é de 15% a 25%.
Durante o verão, por outro lado, a pessoa gera mais do que consome, acumula créditos e usa essa diferença no inverno. “Esses créditos têm validade de 60 meses, ou seja, o sistema se equilibra naturalmente ao longo do ano”, esclarece o CEO da Eternity Energia.
“Existe um outro ponto que ainda é pouco discutido: o impacto da energia solar no patrimônio. Imóveis com sistema instalado podem valorizar entre 3% e 8% segundo pesquisas do setor, o que significa que, além de economizar na conta, o cliente está adicionando valor ao próprio bem”, diz Vieira.
Em um mundo com tantas preocupações ambientais, o executivo lembra que a energia é uma aliada por ser uma fonte limpa. De acordo com dados da ABSOLAR , mais de 104,3 milhões de toneladas de monóxido de carbono (CO), um gás poluente, deixaram de ser emitidas graças à energia solar desde 2012.
Vieira compartilha que, no contexto de expansão do mercado, a Eternity tem investido em estrutura técnica, comercial e de pós-vendas para acompanhar o crescimento. Na prática, isso significa equipe capacitada para fazer visitas técnicas e dimensionar cada projeto de forma personalizada, parcerias com fornecedores que buscam garantir equipamentos com certificação, e um processo de instalação que tem como objetivo central respeitar os prazos acordados com o cliente.
O portfólio da empresa abrange projetos para setores como agronegócio, comércios, indústrias, residências, entre outros. “A expansão regional tem sido feita de forma planejada, crescendo onde há demanda real e capacidade de atender bem, não apenas de fechar contratos”, ressalta o CEO.
Para saber mais, basta acessar o site da Eternity Energia: https://eternityenergia.com.br/
Website: https://eternityenergia.com.br/