
A busca por qualidade de vida pode ampliar o mapa de cidades consideradas por quem procura um imóvel no Brasil. De acordo com o levantamento Morar no Centro: Conforto ou Desafio Moderno? , realizado pela área de inteligência DataZAP, do Grupo OLX, 65% do público pesquisado afirmou que deixaria grandes centros urbanos para viver em cidades menores em busca de maior qualidade de vida. Entre os entrevistados que já moram em capitais, 60% responderam positivamente à possibilidade.
A disposição é ainda maior entre quem pretende comprar um imóvel: 70% considerariam essa mudança, contra 63% entre os interessados em locação. A pesquisa foi realizada em novembro de 2025 com usuários dos portais OLX, ZAP e Viva Real interessados em comprar ou alugar imóveis. O resultado indica que a localização da futura moradia pode ser reconsiderada quando qualidade de vida entra na decisão, embora outros aspectos continuem tendo peso. No mesmo estudo, 55% afirmaram que não aceitariam reduzir a renda para viver em uma cidade com maior qualidade de vida.
A disposição para rever o lugar de moradia também aparece quando residentes de grandes capitais são questionados sobre a cidade onde vivem. Nas pesquisas Viver nas Cidades 2026 , realizadas pelo Instituto Cidades Sustentáveis em parceria com a Ipsos-Ipec, 67% dos entrevistados em São Paulo disseram que sairiam da cidade para viver em outro lugar caso pudessem. O percentual chegou a 68% no Rio de Janeiro, 65% em Porto Alegre e 63% no Recife. Os levantamentos medem intenção, mas ajudam a mostrar que outras possibilidades de moradia são consideradas por uma parcela expressiva dos moradores dessas capitais.
Dentro desse cenário, cidades que conseguem combinar estrutura urbana, serviços e indicadores sociais favoráveis ganham relevância na discussão sobre qualidade de vida fora das capitais. Maringá, no noroeste do Paraná, é um dos municípios que aparecem com destaque em levantamentos recentes. Segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) , a cidade tinha 409.657 habitantes no Censo de 2022 e população estimada em 429.660 pessoas em 2025.
Em maio, o Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026 colocou Maringá entre os 20 municípios com os melhores resultados do país. A cidade alcançou 70,87 pontos em uma escala de zero a 100. O levantamento avaliou os 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais distribuídos entre Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades.
A pontuação ficou próxima à de Curitiba, primeira colocada entre as capitais, com 71,29 pontos, e acima das notas de Brasília, com 70,73, e São Paulo, com 70,64. A comparação permite observar o desempenho de cidades de diferentes portes sob uma mesma metodologia.
Maringá também aparece entre os destaques do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) 2025 . Elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) a partir de dados de Emprego e Renda, Saúde e Educação, o levantamento colocou o município na quarta posição nacional entre 5.550 cidades analisadas.
“A escolha de onde morar está cada vez mais conectada à rotina que a pessoa deseja ter. O imóvel continua sendo importante, mas o que existe ao redor dele, o tempo gasto nos deslocamentos, o acesso a serviços e os espaços disponíveis para trabalho, convivência e lazer também entram nessa decisão. Maringá oferece uma estrutura urbana que permite diferentes formas de viver, e isso influencia a maneira como os projetos residenciais são pensados”, afirma George Khoury Jr., CEO da Ciplart.
O mercado imobiliário local também ajuda a dimensionar esse momento. A Sondagem do Mercado Imobiliário de Maringá , divulgada em julho pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Paraná – Região Noroeste (Sinduscon-PR/Noroeste), contabilizou 97 edifícios residenciais em execução, com 11.823 apartamentos e aproximadamente 1,5 milhão de metros quadrados de área construída.
Além das diferentes metragens, parte dos projetos recentes incorpora espaços e estruturas ligados a mudanças que ocorreram na rotina residencial nos últimos anos. Trabalho remoto, serviços compartilhados, compras por entrega, presença dos animais de estimação e novas formas de mobilidade passaram a dividir espaço com áreas tradicionais de lazer e convivência.
Além do volume de unidades, os projetos recentes permitem observar soluções incorporadas à rotina dos condomínios. Espaços para trabalho, serviços compartilhados, mobilidade elétrica, áreas destinadas aos animais de estimação e ambientes para recebimento de entregas passaram a dividir espaço com estruturas tradicionais de lazer e convivência.
Um exemplo desse mercado é o Avanti , empreendimento da Ciplart no Jardim Dom Pedro Peres, com entrega prevista para agosto de 2026. O edifício possui apartamentos de 48, 65 e 79 metros quadrados e reúne diferentes estruturas de uso comum, entre elas coworking e sala de reuniões, lavanderia compartilhada, academia, brinquedoteca, pet place e pet care, bicicletário e espaço para pequenas compras.
O projeto também prevê área de recarga para patinetes e bicicletas elétricas, infraestrutura de capacidade elétrica para carregamento de um veículo por apartamento e reaproveitamento da água da chuva para limpeza das áreas de lazer e irrigação dos jardins. As características mostram como funções relacionadas ao trabalho, à mobilidade e aos serviços cotidianos passaram a fazer parte da configuração dos novos condomínios residenciais.
Fundada em Maringá em 1984, a Ciplart acompanha há mais de quatro décadas o desenvolvimento imobiliário do município. O Avanti chega à etapa de entrega em um período em que a cidade combina expansão da oferta residencial com posições de destaque em indicadores nacionais relacionados ao desenvolvimento e à qualidade de vida.
Mais informações sobre o Avanti e os demais empreendimentos da Ciplart estão disponíveis em www.ciplart.com.br .
Website: https://www.ciplart.com.br/