<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><lastBuildDate>Tue, 01 Sep 2026 04:43:51 +0000</lastBuildDate><title>DINO: Divulgador de Notícias e parceiro do Portal IG</title><description>Acompanhe notícias de entretenimento, moda, lifestyle, saúde, negócios, tecnologia, esportes, bem estar, ciência e outros assuntos no iG</description><link>https://dino.ig.com.br</link><atom:link href="https://dino.ig.com.br/rss/v1/feed" rel="self" type="application/rss+xml" /><item><guid isPermaLink="false">6a95f50d41dabb4d248e37eb</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 21:41:33 +0000</pubDate><title>INBRAEP oferece cursos EAD conforme NR-01</title><description>O Instituto Brasileiro de Ensino Profissionalizante (INBRAEP) disponibiliza cursos de Ensino a Distância (EAD) que atendem ao Anexo II da Norma Regulamentadora nº 01 (NR-01). A oferta inclui módulos de segurança e saúde no trabalho, desenvolvidos em Ambiente Virtual de Aprendizagem com projeto pedagógico, avaliação e rastreabilidade, garantindo a mesma efetividade exigida para capacitações presenciais.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3f/9q/9c/3f9q9cbswhgsvior7gab50hjw.jpg"><figcaption>INBRAEP oferece cursos EAD conforme NR-01<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A evolução das tecnologias digitais e da Inteligência Artificial está transformando a forma como profissionais aprendem e empresas promovem capacitações. Nesse cenário, o Ensino a Distância (EAD) consolidou-se como uma das principais ferramentas para ampliar o acesso à educação profissional, oferecendo flexibilidade sem abrir mão da qualidade. Para garantir que essa expansão ocorra de forma segura e eficaz, a Norma Regulamentadora nº 01 (NR-01) estabelece critérios específicos para a oferta de treinamentos na modalidade EAD e semipresencial. </p><p>A <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/nr-01-atualizada-2025-i-3.pdf">Norma Regulamentadora nº 01 (NR-01)</a>, que trata das Disposições Gerais e do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, estabelece, por meio de seu Anexo II, as diretrizes e os requisitos mínimos para a realização de capacitações nas modalidades de Ensino a Distância (EAD) e semipresencial previstas nas Normas Regulamentadoras.</p><p>O objetivo é assegurar que os treinamentos realizados fora do modelo exclusivamente presencial apresentem qualidade pedagógica, recursos tecnológicos adequados, mecanismos de avaliação da aprendizagem e controle da participação dos alunos, garantindo a mesma efetividade exigida para as capacitações presenciais.</p><p>O Anexo II determina que os cursos ofertados em EAD ou na modalidade semipresencial sejam desenvolvidos em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), devendo contar com projeto pedagógico estruturado, materiais didáticos compatíveis com os objetivos de aprendizagem, sistema de avaliação do conhecimento, rastreabilidade das atividades realizadas pelos participantes e suporte técnico e pedagógico durante toda a capacitação. Quando a Norma Regulamentadora específica exigir atividades práticas presenciais, estas permanecem obrigatórias e devem ser realizadas conforme os requisitos previstos na respectiva NR.</p><p>A regulamentação trouxe maior segurança jurídica para empresas e trabalhadores, permitindo que diversas capacitações sejam realizadas com maior flexibilidade, sem comprometer a qualidade do processo de ensino. Para organizações com unidades distribuídas em diferentes regiões do país, o modelo EAD representa uma alternativa eficiente para ampliar o acesso aos treinamentos obrigatórios, reduzir custos logísticos e facilitar a atualização periódica dos trabalhadores, desde que todos os requisitos estabelecidos pela NR-01 sejam rigorosamente observados.</p><p>Com mais de 15 anos atuando na capacitação profissional, o<a rel="noopener" target="_blank" href="https://inbraep.com.br/"> INBRAEP – Instituto Brasileiro de Ensino Profissionalizante</a> – oferece uma ampla grade de cursos na modalidade EAD, todos desenvolvidos em conformidade com os requisitos do Anexo II da NR-01. Entre eles destacam-se os treinamentos de:</p><ul><li aria-level="1"><strong>Curso NR-01</strong> – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO/PGR)</li><li aria-level="1"><strong>Curso NR-05</strong> – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA)</li><li aria-level="1"><strong>Curso NR-06</strong> – Equipamentos de Proteção Individual (EPI)</li><li aria-level="1"><strong>Curso NR-10</strong> – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade</li><li aria-level="1"><strong>Curso NR-11</strong> – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais</li><li aria-level="1"><strong>Curso NR-12</strong> – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos</li><li aria-level="1"><strong>Curso NR-13</strong> – Caldeiras, Vasos de Pressão, Tubulações e Tanques Metálicos de Armazenamento</li><li aria-level="1"><strong>Curso NR-17</strong> – Ergonomia</li><li aria-level="1"><strong>Curso NR-18</strong> – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção</li><li aria-level="1"><strong>Curso NR-20</strong> – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis</li><li aria-level="1"><strong>Curso NR-23</strong> – Proteção Contra Incêndios</li><li aria-level="1"><strong>Curso NR-25</strong> – Resíduos Industriais</li><li aria-level="1"><strong>Curso NR-26</strong> – Sinalização de Segurança</li><li aria-level="1"><strong>Curso NR-33</strong> – Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados</li><li aria-level="1"><strong>Curso NR-34</strong> – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, Reparação e Desmonte Naval</li></ul><p>Além desses, a instituição oferece diversos outros cursos voltados à Segurança e Saúde no Trabalho, desenvolvidos para atender às necessidades de empresas e profissionais de diferentes segmentos.</p><p>"A educação profissional está passando por uma transformação sem precedentes. O crescimento do Ensino a Distância, impulsionado pela evolução das tecnologias e da Inteligência Artificial, exige que as instituições inovem constantemente e desenvolvam experiências de aprendizagem capazes de dialogar com as novas gerações. Mais do que disponibilizar cursos em uma plataforma digital, é preciso garantir que o conhecimento seja realmente assimilado e aplicado na prática. No INBRAEP, acreditamos que tecnologia e qualidade caminham juntas. Nosso compromisso é oferecer uma formação alinhada à legislação, mas principalmente preparar profissionais capazes de atuar com segurança, consciência e competência nos desafios do mercado de trabalho", afirma Caroline Zimmermann, especialista em Educação a Distância do INBRAEP. </p><p>Ao aliar conformidade legal, inovação tecnológica e metodologias voltadas à aprendizagem, o INBRAEP reforça seu compromisso com a formação de profissionais preparados para atuar com segurança e contribuir para ambientes de trabalho mais produtivos, fortalecendo a cultura da prevenção e da educação continuada nas organizações. </p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/328608?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://inbraep.com.br" rel="noopener">https://inbraep.com.br</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/inbraep-oferece-cursos-ead-conforme-nr-01.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>negocio, industrias, goeducacao, inengenharia, sasaudebemestar</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95f5071a2f1da8381ffe70</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 21:41:27 +0000</pubDate><title>Quinta voz: IA redefine dinâmica dos conselhos</title><description>“A inteligência artificial não substitui o julgamento humano, mas amplia significativamente a capacidade de análise e reduz a assimetria de informação”, afirma Jarison James Lima de Melo, associado TrendsInnovation</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/65/rg/98/65rg98lltrn05v09nao6bfeaa.jpg"><figcaption>Quinta voz: IA redefine dinâmica dos conselhos<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A crescente adoção de inteligência artificial (IA) nas empresas começa a impactar também a dinâmica dos conselhos de administração, tradicionalmente pautados por diferentes perspectivas estratégicas, financeiras, regulatórias e dos acionistas. A incorporação de sistemas inteligentes nesse ambiente tem como objetivo ampliar a capacidade analítica e a forma como decisões críticas são tomadas.</p><p><strong>De acordo com relatório da </strong><a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.mckinsey.com.br/our-insights/all-insights/65-das-empresas-usam-gen-ai-no-mundo"><strong>McKinsey & Company</strong></a><strong>, mais de 50% das organizações</strong> globais já utilizam IA em pelo menos uma função de negócio, sinalizando que a tecnologia deixou de ser experimental para se consolidar como elemento estratégico. Esse movimento começa a se refletir na governança corporativa e na forma como as empresas avaliam informações para orientar suas decisões.</p><p>Nesse contexto, especialistas apontam a urgência de uma nova camada de apoio à decisão nos conselhos, baseada na capacidade de processar grandes volumes de dados, identificar padrões e antecipar cenários. Embora não participe formalmente das deliberações, essa presença tecnológica tem sido descrita como uma “quinta voz” no processo decisório.</p><p>“A inteligência artificial não substitui o julgamento humano, mas amplia significativamente a capacidade de análise e reduz a assimetria de informação”, afirma Jarison James Lima de Melo, associado TrendsInnovation, Head Regional & Governance Officer (CAIGO) e Board Member e Investor na ALGOR Association (UK), liderando a implementação de Sistemas de Gestão de IA (SGIA). </p><p>Na prática, essa nova dinâmica se manifesta em diferentes frentes. A primeira delas é a análise avançada de dados. Sistemas de IA conseguem consolidar informações de mercado, tendências setoriais e movimentos de concorrentes em tempo real, oferecendo uma visão mais abrangente do ambiente competitivo e contribuindo para avaliações mais completas.</p><p>Além disso, a tecnologia tem sido aplicada no monitoramento de riscos e compliance. Segundo estudo da <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www1.folha.uol.com.br/tec/2026/07/consultoria-pwc-publicou-relatorios-sobre-ia-com-alucinacoes-geradas-pela-tecnologia.shtml"><strong>PwC</strong></a>, ferramentas baseadas em IA já são utilizadas para identificar padrões atípicos e potenciais fraudes, fortalecendo mecanismos de controle interno e governança.</p><p>Outro ponto relevante é a modelagem de cenários. Com o apoio de algoritmos preditivos, conselhos podem avaliar múltiplas possibilidades antes de tomar decisões estratégicas, como fusões, aquisições ou expansão para novos mercados. Esse tipo de simulação permite antecipar diferentes desdobramentos e contribui para escolhas mais fundamentadas em um ambiente de ampla incerteza.</p><p>“A IA no conselho funciona como um farol em meio ao volume crescente de dados. Ela não define a rota, mas ilumina riscos e oportunidades que poderiam passar despercebidos em análises tradicionais”, complementa Jarison.</p><p>Apesar dos avanços, a adoção da tecnologia ainda enfrenta desafios. Um dos principais é a necessidade de maior familiaridade dos conselheiros com o tema. Pesquisa do <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.ibm.com/br-pt/think/insights/ai-literacy"><strong>IBM Institute for Business Value</strong></a> aponta que a falta de conhecimento sobre IA figura entre as principais barreiras para sua implementação em níveis mais estratégicos das organizações.</p><p>Para avançar, especialistas indicam a necessidade de evolução em quatro frentes: alfabetização digital dos conselhos, fortalecimento da governança de dados, incentivo à experimentação controlada e estabelecimento de diretrizes claras para o uso ético da tecnologia.</p><p>“A discussão sobre IA no conselho não é apenas tecnológica, mas cognitiva. Organizações que não incorporarem essa nova capacidade analítica correm o risco de tomarem decisões com menor nível de informação em um ambiente cada vez mais complexo”, conclui Jarison.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/329556?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://conselheiros.pro/" rel="noopener">https://conselheiros.pro/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/quinta-voz--ia-redefine-dinamica-dos-conselhos.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>scexecutivo, neeconomia, neempreendedores, negocio, tecnologia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95f4fa1a2f1da8381ffe6f</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 21:41:15 +0000</pubDate><title>Daniel Behnke investe na NoPing e empresa mira em expansão</title><description>A movimentação reforça a estratégia da NoPing de ampliar sua atuação no mercado internacional de tecnologia para games.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9h/z0/yv/9hz0yv0hqvtn74gopaspvnuuf.jpg"><figcaption>Daniel Behnke investe na NoPing e empresa mira em expansão<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p><strong>Daniel Behnke</strong>, empresário ligado à terceira geração da família fundadora da WEG, passou a integrar o grupo de investidores da <strong>NoPing</strong>, empresa brasileira especializada em soluções para otimização de tráfego de rede em jogos online. O valor do investimento e os detalhes da participação adquirida por Behnke não foram divulgados.</p><p>A entrada do empresário ocorre enquanto a NoPing busca <strong>ampliar sua atuação internacional e fortalecer sua estrutura de governança</strong>. A empresa também anunciou a chegada de Anderson Amaral, CEO do Single Family Office da família Behnke, como conselheiro estratégico.</p><p>Criada em 2016, a <strong>NoPing</strong> desenvolve tecnologia voltada à conexão entre jogadores e servidores de jogos. Segundo informações divulgadas pela companhia, a plataforma possui mais de <strong>3 milhões de usuários em mais de 150 países</strong>.</p><p><strong>NoPing utiliza inteligência artificial para otimizar conexões</strong></p><p>De acordo com a empresa, a tecnologia da NoPing utiliza <strong>inteligência artificial e soluções patenteadas</strong> para selecionar rotas de conexão entre jogadores e servidores. A proposta é reduzir a latência e melhorar a estabilidade das conexões durante partidas online.</p><p>A plataforma também reúne recursos de monitoramento de desempenho, treinamento de mira e interação. As ferramentas são direcionadas a diferentes perfis de usuários, incluindo jogadores casuais, profissionais e equipes de esports.</p><p>A empresa não informou quais mercados serão priorizados na estratégia de expansão internacional nem apresentou um cronograma para essa iniciativa.</p><p><strong>Investimento ocorre junto a mudanças na governança</strong></p><p>Além da entrada de Behnke como investidor, a NoPing anunciou uma mudança em sua estrutura de governança com a chegada de <strong>Anderson Amaral</strong> como conselheiro estratégico.</p><p>Segundo a empresa, Amaral deverá contribuir com <strong>estruturação da governança, planejamento financeiro e desenvolvimento institucional</strong> da companhia.</p><p>A NoPing não divulgou, até o momento, detalhes sobre a participação societária de Behnke ou especificou outras atribuições do empresário dentro da estrutura da empresa além de sua entrada como investidor.</p><p>Behnke também possui atuação no mercado de esports. Ele é proprietário da <strong>Team Solid</strong> e preside o conselho de administração do Single Family Office da família.</p><p>Em declaração divulgada pela NoPing, Behnke afirmou que a empresa passa por uma etapa de preparação para ampliar sua escala, com foco em governança e inovação.</p><p><strong>NoPing pretende ampliar atuação no mercado de games</strong></p><p>Marcos Kenickel, sócio-fundador da NoPing, afirmou que a chegada de Behnke representa uma oportunidade para ampliar o crescimento da empresa e estruturar os próximos passos do negócio.</p><p>Segundo Kenickel, a experiência do novo investidor em gestão e sua atuação no mercado de esports podem contribuir para a expansão da companhia.</p><p>A NoPing foi criada com foco em soluções para problemas relacionados à conexão em jogos online. Entre os fatores trabalhados pela plataforma estão <strong>latência e estabilidade de rota</strong>, aspectos que podem afetar a experiência durante partidas multiplayer e competitivas.</p><p>Com a entrada de Behnke e a nomeação de Amaral como conselheiro estratégico, a empresa inicia uma nova etapa de organização de sua estrutura administrativa. <strong>Detalhes financeiros da operação, participação societária de Behnke, mercados prioritários para a expansão e eventuais novas funções do investidor ainda não foram divulgados.</strong></p><p><strong>NoPing</strong></p><p>O <strong>NoPing Game Booster</strong> é uma plataforma brasileira voltada para otimização de conexão em jogos online para PC e dispositivos móveis. O sistema utiliza tecnologias de roteamento inteligente, <strong>Multi-Conexão</strong> e <strong>Multi-Internet</strong> para reduzir problemas relacionados a latência, jitter e perda de pacotes.</p><p>Segundo a empresa, a plataforma oferece período de <strong>teste gratuito (trial)</strong> para novos usuários.</p><p>Para mais informações, basta acessar o site do NoPing: <a rel="noopener" target="_blank" href="https://noping.com/pt" data-mce-target="_blank">https://noping.com/pt</a></p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/335449?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://noping.com/pt" rel="noopener">https://noping.com/pt</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/daniel-behnke-investe-na-noping-e-empresa-mira-em-expansao.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>arteeentretenimento, negocio, tecnologia, neeconomia, neempreendedores</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95f4f51a2f1da8381ffe6e</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 21:41:09 +0000</pubDate><title>Espanha é Convidada de Honra da Bienal do Livro de SP 2026</title><description>A Espanha será País Convidado de Honra da 28ª Bienal Internacional do Livro, realizada de 4 a 13 de setembro de 2026 no Distrito Anhembi, São Paulo. A delegação traz mais de 50 autores, música, fotografia e um pavilhão de 500 m², com programação de mais de 30 atividades que reforçam os vínculos culturais e editoriais entre Brasil e Espanha.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5t/9a/hc/5t9ahcivckmdgj60ncavcpq77.jpg"><figcaption>Espanha é Convidada de Honra da Bienal do Livro de SP 2026<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="189" data-end="590">A Espanha inicia sua participação como<strong data-start="228" data-end="305"> Convidado de Honra da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo</strong>, que acontece de 4 a 13 de setembro de 2026, no Distrito Anhembi, em São Paulo. A participação espanhola reúne mais de 50 autores e autoras, um pavilhão de aproximadamente 500 m² e uma programação de literatura, música, fotografia e arquitetura, sob curadoria da escritora Marta Sanz.</p><p data-start="592" data-end="1037">A cerimônia de abertura do Pavilhão da Espanha acontece às 16h do dia 4 de setembro, com a presença do ministro da Cultura da Espanha, <strong data-start="727" data-end="745">Ernest Urtasun</strong>, e da curadora Marta Sanz. Sob o conceito <strong data-start="788" data-end="806">“Confluências”</strong>, a programação reúne mais de 30 atividades ao longo dos dez dias de feira, entre encontros literários, oficinas, exposições, tertúlias poéticas e concertos, em diálogo com leitores, escritores e profissionais do mercado editorial.</p><p data-start="1039" data-end="1463">O conceito também evidencia os vínculos históricos, linguísticos e culturais entre Brasil e Espanha. A curadoria parte da imagem dos mosaicos e jardins de <strong data-start="1194" data-end="1216">Roberto Burle Marx</strong>, usados como metáfora do encontro entre culturas. “Quando falamos em confluências, argumentamos sobre a busca por esses elementos comuns, uma atitude curiosa diante do diferente. Em última instância, estabelecer uma conversa”, explica Marta Sanz.</p><p data-start="1465" data-end="1800">A curadora também propõe um diálogo entre a literatura espanhola contemporânea e referências brasileiras. Entre os autores citados por Marta Sanz estão <strong data-start="1617" data-end="1720">Clarice Lispector, Rubem Fonseca, Machado de Assis, Guimarães Rosa, Oswald de Andrade e Jorge Amado</strong>, cujas obras e universos atravessam diferentes aspectos da proposta curatorial.</p><p data-start="1802" data-end="2386">A delegação reúne escritores e escritoras de diferentes regiões, tradições e línguas da Espanha, entre elas castelhano, catalão, basco e galego. Entre os nomes já publicados no Brasil estão <strong data-start="1992" data-end="2071">Bernardo Atxaga, Marcos Giralt, Elvira Navarro, Elena Medel e Patricio Pron</strong>. Ao lado deles, participam autores como <strong data-start="2112" data-end="2177">Alana S. Portero, Sabina Urraca, Sara Barquinero e Luz Pichel</strong>, em debates que percorrem temas como identidade, fronteiras, memória democrática, ecologia e autoficção. “A realidade da literatura espanhola contemporânea é polimórfica, mutante, híbrida”, afirma a curadora.</p><p data-start="2388" data-end="2794">A participação também busca ampliar as relações entre os mercados editoriais dos dois países. O pavilhão inclui uma área destinada à negociação internacional de direitos autorais, voltada à aproximação entre editoras brasileiras e espanholas. Parte dos autores e autoras também participa de atividades em sedes do <strong data-start="2702" data-end="2725">Instituto Cervantes</strong> pelo Brasil, ampliando o alcance da programação para outras cidades.</p><p data-start="2796" data-end="3347">Entre os destaques está a mostra fotográfica <strong data-start="2841" data-end="2920">“Palmira Puig / Marcel Giró: Humanismo na fotografia modernista brasileira”</strong>, com curadoria de <strong data-start="2939" data-end="2958">Rocío Santacruz</strong>. Um recorte da exposição estará no Pavilhão da Espanha, enquanto a mostra completa poderá ser visitada no Instituto Cervantes de São Paulo a partir do dia 5. A programação prevê ainda uma homenagem ao escritor <strong data-start="3169" data-end="3201">José Manuel Caballero Bonald</strong>, em seu centenário, no dia 6, além dos concertos de <strong data-start="3254" data-end="3273">Carles Margarit</strong>, no dia 5, e <strong data-start="3287" data-end="3304">Sheila Blanco</strong>, com “Cantando as poetas do 27”, no dia 6.</p><p data-start="3349" data-end="3584">Para Marta Sanz, a participação da Espanha busca deixar caminhos abertos para a continuidade dessas trocas culturais: “Gostaria que as ondas dos mosaicos de Burle Marx continuassem fluindo, colidindo e confluindo em uma bela conversa”.</p><p data-start="3586" data-end="3884">A participação espanhola é coordenada pelo <strong data-start="3629" data-end="3665">Ministério da Cultura da Espanha</strong>, em parceria com a <strong data-start="3685" data-end="3720">Acción Cultural Española (AC/E)</strong>, o <strong data-start="3724" data-end="3747">Instituto Cervantes</strong>, a <strong data-start="3751" data-end="3831">Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID)</strong> e a <strong data-start="3836" data-end="3883">Federação de Grêmios de Editores da Espanha</strong>.</p><p data-start="3886" data-end="3897"><strong data-start="3886" data-end="3897">Serviço</strong></p><p data-start="3899" data-end="4160"><strong data-start="3899" data-end="3986">Espanha – Convidado de Honra da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo</strong>  <strong data-start="3989" data-end="3998">Data:</strong> 4 a 13 de setembro de 2026  <strong data-start="4028" data-end="4038">Local:</strong> Distrito Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1209, Santana, São Paulo/SP  <strong data-start="4108" data-end="4133">Programação completa:</strong> <a class="decorated-link" rel="follow" target="_blank" href="http://www.bienaldolivrosp.com.br" data-start="4134" data-end="4160">www.bienaldolivrosp.com.br</a></p><p data-start="4162" data-end="4246"> </p><p data-start="4162" data-end="4246"><strong data-start="4162" data-end="4223">Assessoria de Imprensa – Espanha | Convidado de Honra</strong>  <strong data-start="4226" data-end="4246">COMMUNICA BRASIL</strong></p><p data-start="4248" data-end="4444" data-is-last-node data-is-only-node>Andrea Funk – <a class="decorated-link" rel="noopener" target="_blank" href="mailto:andrea@communicabrasil.com.br" data-start="4262" data-end="4291">andrea@communicabrasil.com.br</a> – (11) 99173-9120  Melissa França – <a class="decorated-link" rel="noopener" target="_blank" href="mailto:melissa@communicabrasil.com.br" data-start="4329" data-end="4359">melissa@communicabrasil.com.br</a> – (11) 99483-0010  Fabiano Roman – <a class="decorated-link" rel="noopener" target="_blank" href="mailto:fabiano@communicabrasil.com.br" data-start="4396" data-end="4426">fabiano@communicabrasil.com.br</a> – (11) 94253-3996</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/336138?partnerId=1914" alt><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/espanha-e-convidada-de-honra-da-bienal-do-livro-de-sp-2026.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>eneventos, gosociedade, cmcomunicacao, negocio, arobrasdearte</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95f4cd1a2f1da8381ffe6d</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 21:40:30 +0000</pubDate><title>Compras públicas de R$ 1 trilhão impulsionam uso de IA</title><description>Em 2025, o Portal Nacional de Contratações Públicas registrou mais de 1 milhão de compras, totalizando R$ 1 trilhão em valores homologados. Dados do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos apontam forte participação de micro e pequenas empresas. O volume impulsiona a adoção de ferramentas de análise preditiva, como o Olhary Predictor, que busca identificar sinais de futuras contratações a partir de documentos oficiais.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6g/7x/by/6g7xbyv45qh0w4whngs4i5gj5.jpg"><figcaption>Compras públicas de R$ 1 trilhão impulsionam uso de IA<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p class="p4">O mercado brasileiro de compras públicas registrou R$ 1 trilhão em valores homologados no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP) em 2025, com mais de 1 milhão de compras realizadas. Segundo balanço divulgado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), 481,7 mil compras envolveram micro e pequenas empresas, somando R$ 272,6 bilhões, enquanto 62,22 mil compras com microempreendedores individuais movimentaram R$ 12,08 bilhões. A dimensão desse mercado tem ampliado a demanda por tecnologias capazes de organizar bases públicas e apoiar análises sobre contratos, fornecedores, preços e padrões de contratação.</p><p class="p4">O avanço ocorre em paralelo ao crescimento das tecnologias de análise preditiva. A Grand View Research estima que o mercado mundial de predictive analytics passe de US$ 18,9 bilhões em 2024 para US$ 82,3 bilhões em 2030, com taxa média anual de crescimento de 28,3% entre 2025 e 2030. O segmento utiliza dados históricos, técnicas estatísticas e modelos computacionais para estimar resultados futuros, abordagem que vem sendo aplicada em áreas como finanças, logística, gestão de risco e planejamento.</p><p class="p4">Nesse contexto, a plataforma brasileira Olhary prepara uma fase de testes do Olhary Predictor, módulo voltado à análise de sinais que antecedem a publicação de editais. A proposta é relacionar informações de planejamento e execução pública, como Planos de Contratações Anuais (PCAs), documentos de formalização de demanda, estudos técnicos, dados orçamentários, atas, audiências e históricos de despesas, para identificar padrões que possam indicar futuras demandas de contratação.</p><p class="p4">O módulo será integrado à estrutura já utilizada pela Olhary para pesquisa e investigação de compras públicas. De acordo com dados operacionais fornecidos pela empresa, a infraestrutura consolida aproximadamente 385 milhões de informações processadas, incluindo registros provenientes do PNCP, vetores, relacionamentos e dados enriquecidos. A empresa informa que os resultados preditivos deverão apresentar as fontes e os sinais utilizados na análise, com indicação probabilística, sem caracterizar garantia de que uma contratação será realizada.</p><p class="p4">A adoção de ferramentas desse tipo também está relacionada à expansão das bases oficiais. O balanço do MGI informa que o número de sistemas integrados ao PNCP passou de 105 em 2023 para 199 em 2024 e 205 em 2025. Em documento sobre a Estratégia Nacional de Contratações Públicas, o governo federal aponta ainda que as compras públicas representaram 16% do PIB brasileiro em 2021, o que reforça o peso econômico da atividade e a importância da disponibilidade de dados para planejamento e transparência.</p><p class="p4">“A análise preditiva não substitui o edital nem a decisão humana. O objetivo do Predictor é organizar sinais públicos anteriores à contratação e apresentar evidências que possam ser acompanhadas ao longo do tempo”, afirma Tiago Mascarenhas, fundador da Olhary. A fase inicial de testes será usada para avaliar a qualidade dos sinais, a explicabilidade das pontuações e o comportamento dos modelos em diferentes segmentos, regiões, órgãos e categorias de compra.</p><p class="p5">A Olhary é uma plataforma brasileira de inteligência aplicada a compras públicas. A tecnologia relaciona dados oficiais para apoiar pesquisas sobre oportunidades, órgãos compradores, fornecedores, contratos, atas, preços e históricos de contratação. O Olhary Predictor está previsto para entrar em testes controlados como uma camada integrada à plataforma.</p><p class="p8"><strong>Contato para imprensa: </strong>Olhary | info@olhary.ai | <a rel="noopener" target="_blank" href="https://olhary.ai" data-mce-target="_blank">olhary.ai</a></p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/336160?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://olhary.ai" rel="noopener">https://olhary.ai</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/compras-publicas-de-r--1-trilhao-impulsionam-uso-de-ia.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>neeconomia, nestartups, tecnologia, negocio, gopoliticas</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95f4b641dabb4d248e37e9</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 21:40:06 +0000</pubDate><title>IA auxilia policiais na resolução de 1,8 mil casos no Paraná</title><description>Com 972 câmeras, sistema paranaense recupera por equipamento 108 vezes mais veículos que o programa da capital paulista, que opera com 20 mil; ferramenta também apoiou 1.300 prisões</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dr/au/fp/draufpwj7gazn1kyola3himde.jpg"><figcaption>IA auxilia policiais na resolução de 1,8 mil casos no Paraná<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A plataforma de monitoramento com inteligência artificial da Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp), que integra as ações das polícias Civil e Militar, auxiliou na resolução de 1.885 casos em todo o Estado desde o início de sua operação, em dezembro de 2025. Os dados foram apresentados pelo secretário da Segurança Pública, coronel Hudson Leôncio Teixeira, na manhã desta segunda-feira (31) e mostram que a ferramenta também contribuiu para 1.300 prisões e para a recuperação de 557 veículos.  Um levantamento da LCA Consultoria comparou dois dos principais programas de tecnologia para segurança pública do país — o do Paraná e o da cidade de São Paulo. Por câmera instalada, o paranaense entrega 21 vezes mais resultado na captura de foragidos, 43 vezes mais em prisões em flagrante e 108 vezes mais na recuperação de veículos — operando com 972 câmeras próprias, contra 20 mil na capital paulista.  A tecnologia conecta as imagens das câmeras à inteligência artificial, funcionando como um sistema de apoio às equipes policiais e foi desenvolvida em parceria com a startup brasileira Pax. Nascida em 2024, da reunião de um grupo de empreendedores com engenheiros do ITA, USP, Harvard e MIT, a empresa criou do zero uma tecnologia brasileira para segurança pública já usada em mais de 50 cidades brasileiras.  Atualmente, no Paraná, a plataforma reúne 972 câmeras e a previsão é ampliar a rede para 1,5 mil equipamentos, com avanços já no processo de reconhecimento facial. O sistema é coordenado pela Superintendência-Geral de Governança de Serviços e Dados (SGSD) em conjunto com a Secretaria da Segurança Pública (SESP) e sob a operação das Polícias Militar e Civil do Paraná.</p><p>A tecnologia consegue ler placas e identificar modelo e cor dos veículos em tempo real, cruzando as informações com bases policiais de furto, roubo e mandados ativos; qualquer correspondência gera um alerta imediato que é encaminhado para a viatura mais próxima, que decide e conduz a abordagem. A própria inteligência artificial consegue realizar as buscas a partir dos comandos específicos dos policiais que operam o sistema.</p><p>Além disso, permite buscas semânticas em linguagem natural. Assim, os policiais podem localizar veículos e suspeitos a partir de características informadas em boletins de ocorrência, como placa, amassados na lataria e adesivos, além de capacetes, roupas ou mochilas dos suspeitos, ampliando a capacidade de identificação e resposta das forças de segurança. Outro ponto interessante é a observação e identificação pelo sistema de padrões de trânsito, como no caso de veículos que circulam muitas vezes por determinadas rotas levantando suspeitas.</p><p>Os equipamentos estão distribuídos em grandes centros urbanos, regiões de fronteira e no Litoral paranaense. A rede já atende praticamente todas as grandes regiões: Norte, Noroeste, Oeste, Centro-Oeste, Campos Gerais, Litoral e Região Metropolitana de Curitiba. O objetivo é integrar no sistema todas as cidades do Paraná com a participação das forças de segurança estaduais e municipais.</p><p>A evolução dos resultados acompanha a expansão da ferramenta. Em janeiro, primeiro mês de funcionamento pleno do sistema, foram registradas 20 ocorrências solucionadas com apoio da plataforma. O número acumulado passou para 212 em março, chegou a 780 em junho e alcançou 1.180 casos em julho. Entre junho e agosto, a eficácia da ferramenta cresceu 2,4 vezes.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/336338?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://pax.ai" rel="noopener">https://pax.ai</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/ia-auxilia-policiais-na-resolucao-de-1-8-mil-casos-no-parana.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>neeconomia, nestartups, gopoliticas, gosociedade, negocio, tecnologia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95f4ab1a2f1da8381ffe6c</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 21:39:55 +0000</pubDate><title>Agrolend amplia atuação institucional nos eventos do Agro</title><description>Em 2026, a Agrolend participou de congressos, feiras e encontros de norte a sul do Brasil, buscando entender as demandas da cadeia produtiva e oferecer crédito rural customizado. A agenda ocorre em cenário de retração de crédito pelos grandes bancos, o que tem aumentado a procura por instituições privadas especializadas.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5b/sv/cg/5bsvcgqvvznm7893616766tcs.jpg"><figcaption>Agrolend amplia atuação institucional nos eventos do Agro<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A Agrolend, instituição financeira focada no agronegócio em todo o Brasil, tem intensificado sua participação nos principais eventos do setor como parte de uma estratégia para estar fisicamente próxima de todos os públicos que movimentam o campo. De grandes congressos nacionais a feiras regionais em polos estratégicos, a companhia entende que a presença nesses espaços é essencial para compreender as reais necessidades de cada elo da cadeia e construir soluções de crédito cada vez mais ágeis, customizadas e conectadas à dinâmica do agro brasileiro.  Essa agenda ganha relevância em um cenário de profunda transformação no crédito rural. Após ampliarem a concessão ao agronegócio entre 2017 e 2022, os grandes bancos passaram a adotar uma postura mais cautelosa nos últimos anos. Na avaliação de Alan Glezer, co-CEO da Agrolend, esse movimento impulsiona a procura por instituições privadas e plataformas especializadas no financiamento rural.</p><p>Durante 2026, a Agrolend consolidou sua participação em eventos que refletem a diversidade do agronegócio nacional. Na Expert XP 2026, a empresa recebeu mais de mil visitantes em seu estande nos três dias de programação em São Paulo, muitos deles já entre os mais de 50 mil depositantes de suas LCAs e CDBs. A iniciativa reforçou a crescente atenção do investidor brasileiro às oportunidades de renda fixa com lastro no agronegócio, tema que a Expert, aliás, reconheceu ao criar, pela primeira vez, uma área inteiramente dedicada ao setor.</p><p>Marcando presença pelo quinto ano no Congresso Andav, a empresa apresentou linhas de crédito customizadas para clientes, investidores e parceiros da distribuição de insumos. A rota da Agrolend incluiu também polos estratégicos da produção: a companhia esteve na Show Safra, em Lucas do Rio Verde (MT), e na Coplacampo, em Piracicaba (SP), estreitando laços com o cooperativismo e parceiros industriais. Para completar a agenda, no Conacredi Agro Road Show, em Ribeirão Preto, o cofundador e CSO Carlos Fagundes debateu o tema ao lado de revendas e cooperativas no painel “Repensando a política de crédito”.</p><p>“Estar presente nesses eventos, de norte a sul do país, é parte essencial da nossa atuação. É no contato direto com cada elo da cadeia que entendemos as necessidades de cada uma delas e desenvolvemos soluções alinhadas ao momento do Agro”, afirma Carlos Fagundes, cofundador e diretor comercial da Agrolend.</p><p><strong>Compromisso com diversidade e desenvolvimento do setor</strong></p><p>A agenda de eventos expressa, ainda, valores fundamentais do DNA da companhia. Pelo segundo ano consecutivo, a Agrolend esteve ao lado do encontro Mulheres do Agro, realizado em paralelo à Agrishow, em Ribeirão Preto. A iniciativa soma-se ao lançamento do projeto Agrolend por Elas, em parceria com o Instituto Nós por Elas, consolidando o compromisso da empresa com a equidade de gênero no campo. Além disso, a companhia incentivou a imersão presencial do Cumbre Agro para C-Levels, apostando na educação e na formação de lideranças como grandes motores de transformação do setor.</p><p>Fundada em 2020 e regulada pelo Banco Central do Brasil, a Agrolend encerrou 2025 com uma carteira de R$ 968 milhões e projeta alcançar R$ 2 bilhões em 2026. Para a companhia, a proximidade com o setor, em grandes congressos ou em feiras regionais, é o que sustenta a construção de um crédito mais estruturado, diversificado e compatível com a capacidade de cada cliente, contribuindo para um agro mais moderno, diverso e desenvolvido.</p><p>Para saber mais sobre a Agrolend, basta acompanhar a empresa pelas redes sociais no <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.instagram.com/agrolend_brasil/">https://www.instagram.com/agrolend_brasil/</a> e <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.linkedin.com/company/agrolend">linkedin.com/company/agrolend</a>.</p><p> </p><p> </p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/336438?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://www.agrolend.agr.br" rel="noopener">https://www.agrolend.agr.br</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/agrolend-amplia-atuacao-institucional-nos-eventos-do-agro.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>negocio, neempreendedores, neeconomia, gosociedade, inagronegocios</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95f4a441dabb4d248e37e8</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 21:39:48 +0000</pubDate><title>Saída de uma franquia deve ser avaliada antes da assinatura</title><description>Em 2025 o setor de franquias no Brasil faturou R$ 301,7 bilhões, crescimento de 10,5% em relação a 2024, com 202.444 unidades operando. Dados da ABF apontam que 4% das unidades foram repassadas e 7,4% encerradas, evidenciando a importância de analisar cláusulas de renovação, transferência e encerramento antes da assinatura do contrato.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/24/2m/og/242mog5z0uygnwnaf2wx012a9.jpg"><figcaption>Saída de uma franquia deve ser avaliada antes da assinatura<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>O mercado brasileiro de franquias ultrapassou <a rel="noopener" target="_blank" href="https://abf.com.br/balanco-das-franquias-2025-faturamento-acima-de-r-300-bi-e-alta-de-105/">R$ 300 bilhões</a> em faturamento anual pela primeira vez, ampliando o interesse de empreendedores por modelos de negócio associados a marcas já estabelecidas. O crescimento do setor, entretanto, também reforça a necessidade de analisar o que acontece não apenas durante a abertura e a operação, mas no momento de renovar, vender, transferir ou encerrar uma unidade.</p><p>Dados da Associação Brasileira de Franchising mostram que o setor faturou R$ 301,7 bilhões em 2025, crescimento nominal de <a rel="noopener" target="_blank" href="https://revistapegn.globo.com/franquias/noticia/2026/03/franquias-crescem-105percent-e-faturam-r-3017-bilhoes-em-2025-diz-abf.ghtml">10,5%</a> em relação ao ano anterior. O país encerrou o período com 202.444 operações, 3.297 redes e aproximadamente 1,762 milhão de <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.abf.com.br/wp-content/uploads/2026/03/ABFNEWS090326.html">empregos diretos</a>. De acordo com a entidade, <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.band.com.br/economia/franquias-superam-r-300-bilhoes-em-faturamento-no-brasil-em-2025">4%</a> das operações foram repassadas ao longo do ano, enquanto <a rel="noopener" target="_blank" href="https://propmark.com.br/mercado/franchising-supera-r-300-bi-em-2025-e-cresce-10-5-no-brasil-aponta-abf/">7,4% foram encerradas.</a></p><p>A <a rel="noopener" target="_blank" href="https://planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/lei/l13966.htm">Lei de Franquias</a> estabelece que o candidato deve receber a Circular de Oferta de Franquia, conhecida como COF, pelo menos dez dias antes da assinatura do contrato, pré-contrato ou pagamento de qualquer taxa. O documento deve apresentar, entre outras informações, balanços da franqueadora, ações judiciais relacionadas ao sistema, relação de franqueados e ex-franqueados, investimento necessário, taxas, fornecedores indicados, prazo contratual e condições de renovação.</p><p>Na prática, candidatos costumam concentrar a análise no investimento inicial, no prazo estimado de retorno e no potencial de faturamento. Para a empreendedora Maria Carolina Guimarães Lemos, que acumulou mais de cinco anos de experiência na operação de uma unidade do varejo, a estratégia de saída deveria ser examinada com a mesma atenção dada à abertura. “É preciso entender desde o início o que acontecerá se o contrato não for renovado, como a unidade poderá ser vendida e quem terá poder para aprovar o futuro comprador. Se eu tivesse prestado mais atenção a esses detalhes não teria assinado e, por isso, hoje uso meu exemplo para ajudar empreendedores”, afirma.</p><p>Entre os pontos que merecem atenção estão o direito de preferência da franqueadora, os critérios utilizados para avaliar o negócio, as taxas cobradas em uma transferência e a necessidade de aprovação do candidato à compra. Também é recomendável verificar se o contrato permite que a franqueadora adquira a unidade, em quanto tempo deve responder e quais obrigações continuam válidas enquanto a negociação estiver em andamento.</p><p>A dependência operacional representa outro fator de risco. Em determinados modelos, o franqueado depende da rede para obter produtos, sistemas, crédito, campanhas, plataformas digitais e autorização para atuar em diferentes canais de venda. “O empreendedor precisa simular o que aconteceria se houvesse mudança no limite de crédito, no abastecimento ou no acesso a ferramentas essenciais. Uma empresa pode ter clientes e demanda, mas ainda assim ficar exposta se toda a operação depender de decisões concentradas em outra parte”, explica Maria Carolina.</p><p>O prazo de vigência também deve ser comparado ao tempo necessário para recuperar o investimento. Reformas, equipamentos e estrutura física podem ter vida útil superior ao contrato. Por isso, uma expectativa comercial de continuidade não deve substituir a leitura das regras formais de renovação. Cartas de crédito, participação em campanhas futuras e novos pedidos também precisam ser examinados à luz do instrumento contratual.</p><p>Antes de assinar, a recomendação é consultar um advogado especializado, conversar individualmente com franqueados e ex-franqueados, analisar demonstrações financeiras e simular pelo menos três cenários: continuidade, transferência e encerramento. Em um setor que gera aproximadamente nove empregos diretos por operação, segundo a ABF, compreender as regras de saída ajuda a proteger não apenas o capital do empreendedor, mas funcionários, clientes e a continuidade econômica do negócio.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/336457?partnerId=1914" alt><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/saida-de-uma-franquia-deve-ser-avaliada-antes-da-assinatura.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>neecommerce, nevarejo, neeconomia, neempreendedores, negocio</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95f49f1a2f1da8381ffe6b</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 21:39:43 +0000</pubDate><title>Vítimas de golpes via Pix podem ter ressarcimento na justiça</title><description>Diante do aumento de fraudes digitais no Brasil, como o golpe do Pix e falsas centrais, especialistas em Direito Bancário alertam que as vítimas não devem arcar com o prejuízo sozinhas. A Justiça tem responsabilizado os bancos por falhas de segurança e sistemas antifraude ineficientes, garantindo aos consumidores o direito ao ressarcimento imediato dos valores subtraídos e, muitas vezes, o pagamento de indenizações por danos morais.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6b/55/4g/6b554gztvn3ox9gyvsqvuwlps.jpg"><figcaption>Vítimas de golpes via Pix podem ter ressarcimento na justiça<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p data-path-to-node="10">O Pix facilitou a vida de todo mundo. Pois além de não ter taxa, pode-se pagar uma conta ou transferir dinheiro para um amigo com apenas alguns segundos. Mas, infelizmente, essa mesma facilidade também facilitou a vida dos criminosos. Em todo o país, o número de vítimas de fraudes através do PIX disparou, deixando muita gente no prejuízo e com a sensação de impotência.</p><p data-path-to-node="11">Os golpes estão cada vez mais profissionais. Entre os mais comuns, destacam-se a clonagem de WhatsApp (onde o criminoso se passa por um familiar pedindo dinheiro urgente), o "golpe da falsa central" e o "golpe do falso advogado". Neste último, o estelionatário liga para a vítima fingindo ser o advogado da causa, avisa que ganhou o processo e a convence de fazer um Pix para para a liberação do dinheiro que o juiz sentenciou.</p><p data-path-to-node="12">Quando a vítima percebe que caiu em uma armadilha e vê a conta zerada, bate o desespero. Ao procurar o banco, a resposta costuma ser um balde de água fria: os bancos geralmente alegam que a culpa é do próprio cliente, já que foi ele quem digitou a senha e autorizou a transferência. Mas será que o dinheiro está perdido para sempre? Segundo especialistas em direito do consumidor, a resposta é não.</p><p data-path-to-node="13">Existe um mito de que o banco não tem responsabilidade nesses casos. A Justiça brasileira, porém, tem mostrado o contrário. O entendimento atual é que as instituições financeiras ganham bilhões prestando serviços e, por isso, têm o dever de garantir a segurança do dinheiro de seus clientes.</p><p data-path-to-node="14">"Pense no seguinte cenário: você é um trabalhador que movimenta mil reais por mês na sua conta. De repente, de madrugada, sai um Pix de dez ou vinte mil reais para a conta de um desconhecido. É óbvio que isso foge totalmente do seu perfil. O sistema de segurança do banco deveria ter desconfiado e bloqueado a transação na hora. Se o banco deixou o dinheiro sair sem confirmar com você, ele falhou", explica o Dr. Renan Ferreira, advogado especialista em Direito do Consumidor e sócio do escritório Ferreira e Mourão Advogados.</p><p data-path-to-node="15">Para a Justiça (com base na Súmula 479 do STJ), se o banco tem um sistema antifraude ineficiente que não consegue barrar transações suspeitas, ele é responsável pelo dano causado ao cliente.</p><p data-path-to-node="16"><strong data-path-to-node="16" data-index-in-node="0">Caí no golpe. O que eu faço agora?</strong></p><p data-path-to-node="17">O tempo é o maior inimigo de quem sofreu um golpe. Os advogados recomendam agir rápido para aumentar as chances de recuperar o dinheiro:</p><ul data-path-to-node="18"><li><p data-path-to-node="18,0,0"><strong data-path-to-node="18,0,0" data-index-in-node="0">1. Avise o banco imediatamente:</strong> Ligue para a central de atendimento e peça a ativação do MED (Mecanismo Especial de Devolução). O Banco Central criou essa ferramenta para tentar bloquear o dinheiro na conta do golpista assim que a fraude é denunciada.</p></li><li><p data-path-to-node="18,1,0"><strong data-path-to-node="18,1,0" data-index-in-node="0">2. Junte as provas:</strong> Tire <em data-path-to-node="18,1,0" data-index-in-node="25">prints</em> (capturas de tela) de todas as conversas de WhatsApp, e-mails, SMS e salve os comprovantes do Pix.</p></li><li><p data-path-to-node="18,2,0"><strong data-path-to-node="18,2,0" data-index-in-node="0">3. Faça um Boletim de Ocorrência:</strong> Procure uma delegacia física, podendo ser um postinho policial, ou faça o B.O. pela internet. Detalhe tudo o que aconteceu.</p></li><li><p data-path-to-node="18,3,0"><strong data-path-to-node="18,3,0" data-index-in-node="0">4. Busque a Justiça:</strong> Se o banco lavar as mãos e se recusar a devolver o valor administrativamente, não desista. Procure um advogado especialista para entrar com uma ação judicial. É possível exigir não apenas a devolução do dinheiro suado que foi levado, mas também uma indenização por danos morais por todo o transtorno e desgaste.</p></li></ul><p data-path-to-node="7"><strong data-path-to-node="7" data-index-in-node="0">Dúvidas comuns na hora do desespero</strong></p><p data-path-to-node="8">Muitas vítimas travam no quarto passo por falta de informação ou por acreditarem em alguns mitos. As dúvidas mais frequentes que chegam aos escritórios de advocacia são:</p><p data-path-to-node="9"><strong data-path-to-node="9" data-index-in-node="0">"E se o golpista que fiz o pix já tiver sacado ou transferido o dinheiro?"</strong> Essa é a maior preocupação de quem sofre a fraude, mas a resposta traz alívio: a ação judicial de ressarcimento é movida contra o seu banco (por ter permitido que o dinheiro saísse fora do seu perfil) e contra o banco que recebeu o dinheiro (por ter aberto uma conta para um golpista), e não contra o criminoso em si. Portanto, mesmo que o estelionatário já tenha sumido com o valor, a instituição financeira é quem deve arcar com o seu prejuízo.</p><p data-path-to-node="10"><strong data-path-to-node="10" data-index-in-node="0">"O banco disse que a culpa de ter tomado o golpe foi minha porque eu digitei a senha. Isso tira o meu direito de recuperar o dinheiro perdido?"</strong> Não. Os criminosos usam táticas de engenharia social (enganação) justamente para fazer a vítima digitar a senha. A Justiça entende que os bancos ganham bilhões prestando serviços e têm o dever de ter sistemas antifraude que identifiquem que aquela transação atípica é fruto de um golpe, bloqueando-a preventivamente. A falha é do sistema de segurança, não sua.</p><p data-path-to-node="11"><strong data-path-to-node="11" data-index-in-node="0">"Vale a pena o desgaste de entrar na Justiça para recuperar o golpe que tomei?"</strong> Muitas instituições financeiras contam exatamente com o seu cansaço. Elas negam a devolução na esperança de que você desista. Ao buscar os seus direitos, você não apenas recupera o patrimônio da sua família, mas também força os bancos a melhorarem a segurança para todos os usuários.</p><p data-path-to-node="12">Ninguém está imune a cair em uma armadilha digital hoje em dia, mas aceitar o prejuízo calado deixou de ser a única opção. A lei está do lado do consumidor.</p><p data-path-to-node="13">Para entender melhor como funciona o processo de ressarcimento, tirar dúvidas adicionais e ter uma avaliação detalhada, é fundamental contar com quem entende do assunto. Vítimas de fraudes e abusos bancários podem encontrar mais informações e atendimento especializado através da página de <a rel="noopener" target="_blank" href="http://ferreiramourao.com/advogado-consumidor-em-governador-valadares/">Direito do Consumidor do Ferreira Mourão Advogados</a>.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/336466?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://ferreiramourao.com/advogado-consumidor-em-governador-valadares/" rel="noopener">https://ferreiramourao.com/advogado-consumidor-em-governador-valadares/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/vitimas-de-golpes-via-pix-podem-ter-ressarcimento-na-justica.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>tecnologia, negocio, neeconomia, neseguros, gosociedade, scjudiciario</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95f48c41dabb4d248e37e7</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 21:39:24 +0000</pubDate><title>Portfólio diversificado e tecnologia impulsionam Rendimento</title><description>O Rendimento, conglomerado financeiro formado pelas empresas Banco Rendimento, Rendimento Câmbio e Rendimento Pay, registrou retorno sobre patrimônio médio (ROAE) de 27,69%, patrimônio líquido de R$ 533 milhões, e lucro líquido de R$ 74,1 milhões no primeiro semestre de 2026. Os resultados foram impulsionados pela diversificação de portfólio e avanço tecnológico do grupo.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/a8/o6/rm/a8o6rmanp3uo21cpj4ojp21rb.jpg"><figcaption>Portfólio diversificado e tecnologia impulsionam Rendimento<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>O Rendimento, conglomerado financeiro formado pelas empresas Banco Rendimento, Rendimento Câmbio e Rendimento Pay, registrou retorno sobre patrimônio médio <strong>(ROAE) de 27,69%</strong> no primeiro semestre de 2026, de acordo com os resultados financeiros divulgados recentemente. O <strong>patrimônio líquido atingiu R$ 533 milhões</strong>, e o<strong> lucro líquido chegou a R$ 74,1 milhões</strong>.</p><p>A <strong>carteira de crédito ampliada</strong> chegou a<strong> R$ 2,4 bilhões</strong>, enquanto o <strong>total de ativos</strong> sob gestão e administração totalizam<strong> R$ 4,7 bi</strong>. O <strong>Índice Basileia do Conglomerado ficou em 13,28%.</strong></p><p>Os números refletem a estratégia de diversificação de serviços e produtos da instituição que, com mais de <strong>6 milhões de usuários beneficiados</strong> por seus produtos e serviços, reforça sua atuação cada vez mais integrada e digital.</p><p>Nos últimos anos, o Rendimento expandiu sua presença em diferentes segmentos do varejo, com forte atuação em adquirência, na oferta de cartões para diversos públicos, como cartões de crédito empresariais e cartões pré-pagos, e na automação de serviços bancários para parceiros. Nesse movimento de diversificação, também ampliou seu portfólio com o lançamento de soluções de Consórcio e Seguros, incluindo as modalidades Empresarial, Prestamista, Auto, Saúde e Residencial, fortalecendo sua capacidade de atender às diferentes necessidades de seus clientes.</p><p>Em 2026, foram realizados importantes investimentos em tecnologia e digitalização, incorporando também soluções baseadas em inteligência artificial para aprimorar produtos, serviços e jornadas. Esse movimento tem como foco a eficiência e a melhoria contínua da experiência do cliente, com a abertura de novos canais de atendimento, o desenvolvimento de soluções cada vez mais personalizadas e o fortalecimento dos padrões de segurança da informação.</p><p>“A proximidade que mantemos com nossos clientes nos permite compreender suas necessidades e desenvolver soluções sob medida, combinando tecnologia, infraestrutura de ponta e um atendimento próximo e personalizado”, diz <strong>Roger Ades</strong>, executivo do Rendimento.</p><p>Em 2025, a agência de classificação de risco Fitch Ratings avaliou positivamente o Banco Rendimento, que teve seu rating nacional de longo prazo mantido como "‘AA-" e curto prazo "F1+", apresentando uma perspectiva estável.</p><p><strong>Sobre o Rendimento</strong></p><p>O Rendimento, conglomerado financeiro que oferece um portfólio de produtos sob medida por meio de atendimento próximo e personalizado a seus clientes, é formado pelas empresas <a rel="noopener" target="_blank" href="https://urldefense.com/v3/__http:/www.rendimento.com.br/__;!!N96JrnIq8IfO5w!jQbz6yjuupfk3acIvGhzRisKjtSKOAHv2sIIrDlJr0qoJUFAlPP2txKrUiROvrfs1hplsjJZSBksYuFDwEBeux_8PDOW$" data-mce-target="_blank"><strong>Banco Rendimento</strong></a>, <a rel="noopener" target="_blank" href="https://urldefense.com/v3/__https:/www.rendimentocambio.com.br/__;!!N96JrnIq8IfO5w!jQbz6yjuupfk3acIvGhzRisKjtSKOAHv2sIIrDlJr0qoJUFAlPP2txKrUiROvrfs1hplsjJZSBksYuFDwEBeu0lC9Ft7$" data-mce-target="_blank"><strong>Rendimento Câmbio</strong></a><strong><u> DTVM</u></strong>, <a rel="noopener" target="_blank" href="https://urldefense.com/v3/__https:/www.rendimentopay.com.br/__;!!N96JrnIq8IfO5w!jQbz6yjuupfk3acIvGhzRisKjtSKOAHv2sIIrDlJr0qoJUFAlPP2txKrUiROvrfs1hplsjJZSBksYuFDwEBeu_3LTUx8$" data-mce-target="_blank"><strong>Rendimento Pay</strong></a><strong><u> Instituição de Pagamento</u></strong> e<strong> <u>Rendimento SCD</u></strong>. Com o mote “o seu parceiro financeiro que faz acontecer”, a instituição tem ampla expertise em câmbio, crédito, serviços e soluções de pagamentos, e apresenta indicadores sólidos e constante crescimento, resultado de toda sua experiência. Em 2025, a agência de classificação de risco Fitch Ratings avaliou positivamente o Banco Rendimento, que teve seu rating nacional de longo prazo mantido como "‘AA-" e curto prazo "F1+", apresentando uma perspectiva estável.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/336468?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://www.rendimento.com.br/" rel="noopener">https://www.rendimento.com.br/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/portfolio-diversificado-e-tecnologia-impulsionam-rendimento.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>nerelacoescominvestidores, neseguros, neeconomia, negocio, tecnologia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95f4861a2f1da8381ffe6a</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 21:39:18 +0000</pubDate><title>BlockUrb projeta R$ 16 bi no mercado imobiliário paraguaio</title><description>Incentivos fiscais, câmbio dolarizado e a chegada da Rota Bioceânica aquecem o setor imobiliário do país vizinho, que deve movimentar cerca de US$ 3 bilhões em 2026. Procura de empresários brasileiros cresce em ritmo acelerado.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4i/sj/1o/4isj1ogu7i1spii5y3makf1q6.jpg"><figcaption>BlockUrb projeta R$ 16 bi no mercado imobiliário paraguaio<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>O mercado imobiliário do <strong>Paraguai</strong> deve movimentar cerca de <strong>US$ 3 bilhões em 2026</strong> — o equivalente a aproximadamente <strong>R$ 16 bilhões</strong> —, <a rel="noopener" target="_blank" href="https://portas.com.br/mercado-imobiliario/por-que-os-brasileiros-estao-invadindo-o-mercado-imobiliario-paraguaio-em-2026/">segundo levantamento do setor.</a> O avanço acompanha um ciclo de expansão econômica: o país cresceu 6% do PIB em 2025, mantém economia dolarizada, inflação controlada e grau de investimento reconhecido pela Moody's.</p><p>Boa parte do movimento é atribuída a incentivos que o país tem oferecido ao capital estrangeiro. Baixa carga tributária, repatriação livre de recursos e regras simplificadas para a compra de imóveis por estrangeiros compõem um ambiente que tem atraído empresários brasileiros. <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.gazetadopovo.com.br/brasil/brasileiros-impulsionam-setor-imobiliario-paraguai/">Somente no primeiro trimestre de 2026</a>, o Paraguai registrou 9.125 pedidos de residência de brasileiros, o que representou 64% de todas as solicitações de estrangeiros.</p><p>Um novo fator entra na equação da valorização: a Rota Bioceânica. <a rel="noopener" target="_blank" href="https://correiodoestado.com.br/economia/ponta-da-rota-bioceanica-se-aproxima-da-conclusao/458030/">O corredor de 2.396 quilômetros que ligará o Atlântico ao Pacífico</a>, com inauguração prevista para outubro de 2026, deve encurtar em até 17 dias o tempo de exportação rumo à Ásia e transformar o Paraguai em polo logístico regional. A expectativa em torno da obra já pressiona os preços de terras ao longo do traçado, especialmente no Chaco e nas cidades de fronteira.</p><p>O setor imobiliário paraguaio <strong>cresce de forma consistente há uma década</strong>, com expansão média de 8% ao ano desde 2015 e avanço estimado de 30% em 2025, segundo a Câmara Paraguaia de Desenvolvedores Imobiliários. A construção civil já responde por cerca de 12% do PIB, e um déficit habitacional superior a 1,1 milhão de moradias mantém a demanda aquecida, sobretudo em Assunção.</p><p><strong>Bairros planejados no centro da expansão</strong></p><p>Dentro desse cenário, o segmento de <strong>desenvolvimento urbano</strong> — loteamentos e bairros planejados — desponta como um dos mais promissores. É esse recorte que a <a rel="noopener" target="_blank" href="https://blockurb.ee/index.html">BlockUrb</a>, ecossistema de desenvolvimento urbano com sede na Estônia e operação no Brasil e no Paraguai, projeta como principal motor do ciclo, avaliando que a fração ligada à urbanização de novas áreas deve concentrar parte relevante dos cerca de R$ 16 bilhões estimados para o setor.</p><p>"O Paraguai oferece o que o capital procura: baixa tributação, câmbio dolarizado e previsibilidade. É natural que o investidor brasileiro olhe para o país vizinho", afirma <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.linkedin.com/in/paulo-boccanera-4666a188/">Boccanera Júnior</a>, arquiteto urbanista e fundador da <a rel="noopener" target="_blank" href="https://blockurb.ee/index.html">BlockUrb</a>.</p><p>O movimento também é acompanhado por novos instrumentos de acesso. A <strong>tokenização imobiliária</strong>, que fraciona empreendimentos em cotas digitais, começa a facilitar a entrada de investidores de menor porte nesse tipo de ativo — antes restrito a grandes capitais. Para analistas, o desafio dos próximos anos será transformar o volume de capital em desenvolvimento urbano estruturado, com planejamento e segurança jurídica.</p><p><em>Sobre a <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.instagram.com/blockurb/">BlockUrb</a> — A <a rel="noopener" target="_blank" href="https://blockurb.ee/index.html">BlockUrb</a> é um ecossistema de desenvolvimento urbano com sede na Estônia e operação no Brasil e no Paraguai, que reúne três funções em uma única estrutura: <u>viabilizar empreendimentos urbanísticos</u>, <u>tokenizar</u> sua cadeia de valor e orquestrar <u>cidades inteligentes</u>. Mais informações em <a rel="noopener" target="_blank" href="https://blockurb.ee/index.html">www.blockurb.ee</a>.</em></p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/336469?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://www.blockurb.ee" rel="noopener">https://www.blockurb.ee</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/blockurb-projeta-r--16-bi-no-mercado-imobiliario-paraguaio.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>tecnologia, negocio, nestartups, neeconomia, inconstrucaocivil, ururbanismo</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95c8f141dabb4d248e37ab</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 18:33:21 +0000</pubDate><title>Startup Somos 50+ conecta empresas à economia da longevidade</title><description>Cláudia Danienne construiu uma trajetória de quase três décadas em Gente &amp; Gestão, liderando projetos de cultura organizacional, fusão e aquisição, desenvolvimento de líderes em grandes empresas e atua como chairperson do Comitê de Pessoas da Amcham Brasil Rio de Janeiro. E, após um mergulho de mais de um ano no estudo do público 50+, criou a Somos 50+, hub de conhecimento e experiências</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/12/8g/l9/128gl9ygxcbucru1cvwnnqt9e.jpg"><figcaption>Startup Somos 50  conecta empresas à economia da longevidade<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A revolução da longevidade está redesenhando a força de trabalho, o empreendedorismo, o consumo e a agenda ESG das empresas, e a executiva Cláudia Danienne resolveu transformar essa constatação em negócio. Aos 55 anos, com formação executiva em Harvard Business School, MIT, INSEAD, Disney Institute, FDC e quase três décadas de experiência em Gente & Gestão, ela lançou a Somos 50+, um hub que conecta empresas e pessoas à economia da longevidade.  Segundo dados da Organização das Nações Unidas (<a rel="noopener" target="_blank" href="https://news.un.org/pt/story/2025/10/1851126" data-mce-target="_blank">ONU</a>), uma em cada seis pessoas no mundo terá 60 anos ou mais até 2030, e esse grupo deve chegar a 2,1 bilhões até 2050, com projeções de que o público 50+ movimente cerca de US$ 45 trilhões, refletindo o potencial da chamada silver economy.  Atenta a esses números, Cláudia poderia estar no ponto da carreira em que muitos profissionais começam a desacelerar. Ela fez o oposto: acelerou numa direção nova, sem abandonar as anteriores. "Minha trajetória sempre esteve voltada para o humano e o resultado efetivo. Gente & Gestão, na prática. Mas em algum momento percebi que todo esse repertório poderia servir a um propósito maior", diz.  Esse propósito ganhou nome em 2026: Somos 50+, uma startup que se posiciona como um ecossistema de longevidade ativa, conectando empresas, profissionais e o público 50+ em torno de conhecimento, experiências e negócios. Além de Cláudia, a empreitada conta com Paula Vivacqua, psicóloga clínica com vasta experiência em comportamento humano e parceira de longa data e no projeto. <strong> </strong> <strong>O insight que virou negócio</strong>   Antes de lançar a Somos 50+, Cláudia passou um ano analisando e estudando o comportamento, as necessidades e o potencial econômico da chamada "geração prateada". O que encontrou a surpreendeu e a incomodou. "Temos 54 milhões de brasileiros com mais de 50 anos. Esse grupo concentra a maior fatia da renda nacional, apresenta alta fidelidade às marcas e está cada vez mais conectado digitalmente. Mesmo assim, a maioria das empresas ainda opera como se esse público não existisse, ou existisse apenas como 'questão demográfica', e não como um público com potencial e protagonismo.  Os números que ela analisou ao longo da pesquisa são contundentes: o Brasil tem hoje 8,6 milhões de trabalhadores com 60 anos ou mais (recorde histórico), a população idosa cresceu 57% entre 2010 e 2022, e a economia prateada no país deve movimentar R$ 3,8 trilhões nos próximos 20 anos.   "O descompasso entre a realidade demográfica e a estratégia das empresas é gritante. E custoso. Perde-se capital intelectual, perde-se inovação, perde-se mercado", afirma Cláudia.   Ela pontua que, durante décadas, aprendemos a organizar a vida profissional como uma sequência previsível: formação, crescimento, consolidação e aposentadoria. “Essa narrativa moldou empresas, carreiras, políticas de sucessão, modelos de liderança e até a forma como muitas pessoas passaram a interpretar o próprio valor ao longo do tempo. Tornou-se quase um mantra, em termos de modelo mental, para muitos de nós”, ressalta a fundadora da Somos 50+.   Porém, na visão de Cláudia, a longevidade rompeu esse roteiro. “Ainda de forma gradual, mas cada vez mais evidente, ela começa a ocupar seu devido protagonismo no mercado. É nesse contexto que podemos refletir sobre Second Act: a segunda carreira dos 50+ não como plano B, mas como uma nova etapa de contribuição, escolha e repertório com propósito”.   <strong>Da psicologia à sala do conselho</strong>   Formada em Psicologia, Cláudia construiu uma carreira atípica para uma psicóloga. Em vez do consultório, foi para o mundo dos negócios, onde atua há 28 anos. Antes de ser empresária foi executiva de grandes empresas onde liderou dezenas de projetos de fusão e aquisição, abertura de capital. Como empresária, esta trajetória segue com dezenas de programas de desenvolvimento organizacional para lideranças e boards, além de programas de mentoria e palestras.  As especializações executivas em Harvard, MIT, INSEAD e Disney Institute deram a ela uma visão que mescla o olhar humano com a estratégia de negócios, combinação que se tornou sua marca registrada. Hoje, além de empresária, é empreendedora, acumulando também há anos a responsabilidade de ser chairperson do Comitê de Pessoas da Amcham Brasil no Rio de Janeiro e de atuar como sócia-fundadora da Degoothi Consulting.  "Diariamente, ajudo empresas a pensarem em cultura, performance, liderança e futuro do trabalho. A Somos 50+ é a aplicação prática de tudo, de forma nichada, colaborando para um dos maiores desafios e aproveitar uma das maiores oportunidades do nosso tempo: a longevidade, área em que muitos ainda não entendem ou não valorizam este mercado."   <strong>Empreender depois dos 50 sem deixar a carreira</strong>   Se o mercado já impõe barreiras para profissionais maduros, empreender depois dos 50 poderia ser ainda mais desafiador. Cláudia luta para ser um exemplo nesta agenda. "Empreender na maturidade não é recomeçar do zero. É reorganizar décadas de experiência para construir algo com mais consciência, mais repertório e mais intencionalidade. É uma expansão em um mundo de oportunidades."  Ela mesma não trocou a trajetória que já tinha: somou a ela um novo negócio. A Somos 50+ nasce com estrutura de startup, mas com ambição de ecossistema. São oito pilares de atuação, que vão da reinvenção profissional e saúde integral a inclusão digital e trocas intergeracionais, que organizam conteúdos, eventos, mentorias e experiências para empresas e para o público final.  "Para o mundo corporativo, longevidade significa repensar gestão de pessoas, design de produtos, linguagem de marca e canais de relacionamento. Não é pauta só de RH, mas também de negócio, inovação, ESG, marketing. A empresa que entender isso primeiro terá vantagem competitiva real. A longevidade é um tema de sustentabilidade do negócio: influencia planejamento financeiro, produtividade, retenção de talentos, reputação e desenvolvimento de novos mercados. As empresas que entenderem isso primeiro terão vantagem competitiva. E podemos ser essa ponte entre a nova realidade demográfica e as estratégias de um negócio vencedor", conclui Cláudia Danienne.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/335802?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://somos50mais.com.br/" rel="noopener">https://somos50mais.com.br/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/startup-somos-50--conecta-empresas-a-economia-da-longevidade.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>gosociedade, neempreendedores, nestartups, neeconomia, negocio</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95c8ec41dabb4d248e37aa</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 18:33:17 +0000</pubDate><title>Streaming 100% brasileiro LikePlay chega a 177 países</title><description>Aplicativo LikePlay Filmes e Séries, criado pela produtora do diretor Pedro Pimentel em Campinas (SP), passa a oferecer legendas em português, inglês e espanhol e amplia seu alcance a 177 países. Catálogo reúne filmes e séries nacionais de conteúdo educativo e familiar, com títulos que também circulam nos cinemas e na Amazon Prime Video, e é acompanhado por diretores e produtores de elenco na busca por novos talentos.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6m/qe/cp/6mqecplgh4bv8dm6s780oorlx.jpg"><figcaption>Streaming 100% brasileiro LikePlay chega a 177 países<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>O audiovisual brasileiro ganha espaço nas casas do país e a disputa se dá agora nas vitrines digitais. Dados da PNAD Contínua do <a rel="noopener" target="_blank" href="https://economicnewsbrasil.com.br/2026/07/03/streaming-no-brasil-tv-por-assinatura-ibge/" data-mce-target="_blank">IBGE</a> mostram que os serviços de vídeo sob demanda chegaram a 33,4 milhões de domicílios brasileiros em 2025, presentes em 44,4% dos lares com televisão, enquanto a TV por assinatura recuou para 23,5%, o menor nível da série histórica. O avanço deixou de ser um fenômeno das regiões de maior renda: o Centro-Oeste lidera, com 51,5% dos lares com televisão assinando alguma plataforma, seguido pelo Sul, com 51%, e pelo Sudeste, com 49,5%, enquanto o Nordeste chegou a 30,7%, também em crescimento.</p><p>O tamanho desse mercado ajuda a explicar a corrida. Segundo a Ancine, os serviços de streaming e as plataformas de vídeo movimentam cerca de R$ 69,7 bilhões por ano no Brasil. <a rel="noopener" target="_blank" href="https://fastcompanybrasil.com/money/streaming-e-plataformas-de-video-no-brasil-movimentam-quase-r-70-bilhoes-por-ano-aponta-estudo/" data-mce-target="_blank">Levantamento da PwC</a> coloca o país como responsável por 36% da receita de entretenimento e mídia da América Latina e como ocupante da 11ª posição do ranking global do setor.</p><p>O <a rel="noopener" target="_blank" href="https://timesbrasil.com.br/brasil/streaming-avanca-no-brasil-mas-conteudo-nacional-encolhe-nas-grandes-plataformas/" data-mce-target="_blank">Panorama VOD 2025</a>, também da Ancine, acrescenta um dado sobre a origem do que se assiste: as cinco plataformas de maior audiência no país reúnem 6,3% de obras brasileiras em seus catálogos. O mesmo estudo mostra que são os serviços nacionais que sustentam esse acervo, com 3.906 títulos do país, número superior ao das plataformas estrangeiras, mesmo operando com catálogos totais bem menores e com menor capacidade de investimento.</p><p>É nesse contexto que um serviço 100% nacional passa a operar na direção inversa e leva o catálogo brasileiro para fora. O aplicativo LikePlay Filmes e Séries, serviço de streaming da produtora LikePlay Filmes, fundada pelo diretor Pedro Pimentel, está agora disponível em mais de 177 países e passa a oferecer legendas em português, inglês e espanhol, alcançando públicos de língua inglesa e hispânica sem depender da curadoria de uma plataforma estrangeira para chegar a esses públicos.</p><p>Com milhares de downloads na App Store e no Google Play, o serviço ocupa uma função específica no setor: além de exibir, revela. A plataforma é acompanhada por diretores e produtores de elenco em busca de nomes para novas produções, o que transforma o catálogo em uma vitrine profissional, na qual o trabalho de cada ator fica disponível para consulta a qualquer momento, em obra concluída e com crédito atribuído. Dados levantados pela própria empresa, a partir do desempenho nas lojas de aplicativos, colocam o streaming em quinto lugar entre os brasileiros e na primeira posição quando o critério é a revelação de novos talentos e a apresentação de novas histórias.</p><p>O catálogo é formado por filmes e séries originais da LikePlay Filmes, com foco em conteúdo educativo e familiar, classificado para todas as idades. Parte dos títulos também circula fora da plataforma, caso dos longas Vila da Praia e De Repente Adolescente, disponíveis na Amazon Prime Video, e de Virais, o quinto filme da produtora a estrear nos cinemas. A pré-estreia de Virais reuniu 400 convidados em sala lotada em um dos maiores complexos de exibição do interior de São Paulo, e o elenco conta com mais de 30 talentos formados pela própria empresa, distribuídos entre papéis principais e participações especiais.</p><p>O movimento acompanha a recuperação da produção nacional nas salas. Dados de mercado da <a rel="noopener" target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2025-09/publico-de-filmes-brasileiros-no-cinema-cresce-e-chega-112-em-2025" data-mce-target="_blank">Ancine</a> indicam que a participação dos filmes brasileiros no público dos cinemas passou de 1,4% em 2023 para 11,2% em 2025, enquanto a fatia de sessões ocupadas por produções do país subiu de 4% para 14,1% no mesmo período. O cinema e o streaming, nesse arranjo, funcionam como etapas de um mesmo percurso: a obra estreia em sala, ganha catálogo digital e permanece acessível depois que o circuito se encerra.  "Um catálogo brasileiro legendado em três idiomas e disponível em 177 países altera a rota tradicional do setor. Em vez de aguardar que uma plataforma estrangeira selecione a obra nacional, a produção brasileira chega ao público internacional por um caminho próprio", afirma Pimentel, vencedor do Best Film Director Award 2024/2025.</p><p>A ponte entre a tela e os bastidores é a marca do projeto. As obras exibidas no streaming nascem do ecossistema de formação da LikePlay, que reúne mais de 8 mil talentos formados em todos os estados do país. O modelo integra formação e produção em uma mesma estrutura: quem passa pelos programas da empresa, como o Zero ao Set, entra em um set profissional ao lado de uma equipe técnica, recebe crédito em uma obra concluída e passa a ter material verificável em plataformas de alcance internacional, o que costuma ser o principal obstáculo para quem está começando no audiovisual.</p><p>A operação a partir do interior paulista também difere do padrão histórico do setor, concentrado no eixo Rio de Janeiro e São Paulo. Com sede em Campinas e talentos formados em todos os estados do país, a empresa organiza a seleção de elenco em formato nacional, o que permite aos candidatos de cidades sem estrutura de produção participar das mesmas etapas que os dos grandes centros. Parte do elenco das produções vem dessa base distribuída e chega ao catálogo internacional a partir dessa base.</p><p>Ao todo, a produtora soma cinco filmes e mais de 20 séries lançadas em circuito comercial, com dois longas disponíveis em plataforma internacional de streaming. O aplicativo LikePlay Filmes e Séries está publicado no <a rel="noopener" target="_blank" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=app.likeplay.android&hl=pt_BR" data-mce-target="_blank">Google Play</a> e na <a rel="noopener" target="_blank" href="https://apps.apple.com/br/app/likeplay-filmes-e-séries/id6760757477" data-mce-target="_blank">App Store</a>, e a seleção de elenco para as próximas produções é conduzida pela <a rel="noopener" target="_blank" href="https://bit.ly/3T4jOqw" data-mce-target="_blank">Seletiva Nacional</a>, que está aberta a candidatos de todo o país.</p><p>A ampliação do alcance também responde a uma característica do consumo atual. Com catálogos concorrendo pela atenção do mesmo espectador, plataformas de nicho tendem a se firmar pela identidade do acervo, e não pelo volume de títulos. No caso do serviço brasileiro, essa identidade está no conteúdo familiar e educativo e na origem das obras, produzidas integralmente no país e com equipes formadas dentro da própria estrutura.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/334067?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://bit.ly/3T4jOqw" rel="noopener">https://bit.ly/3T4jOqw</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/streaming-100--brasileiro-likeplay-chega-a-177-paises.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>tecnologia, arteeentretenimento, negocio, goeducacao, mdmidia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95ba6b1a2f1da8381ffe31</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 17:31:23 +0000</pubDate><title>Amend apresenta lançamentos durante a Beauty Fair 2026</title><description>Marca leva três novidades ao evento e apresenta produtos voltados a diferentes etapas da rotina de cuidados com os cabelos</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3o/cp/fp/3ocpfppypt5a924rhtteo3w0n.jpg"><figcaption>Amend apresenta lançamentos durante a Beauty Fair 2026<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A Amend participa da Beauty Fair 2026, realizada de 5 a 8 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reúne empresas, profissionais e especialistas dos segmentos de beleza e cuidados pessoais. Nesta edição, a marca apresenta três novos produtos: Máscara Teia Nutritiva, Fluido Modelador Segura a Onda e Sérum Reparação Noturna.</p><p>Com mais de 32 anos de atuação no mercado brasileiro, a Amend estará presente em um estande de 180 m², com espaços dedicados à apresentação dos lançamentos e atividades voltadas a profissionais, creators e visitantes. A participação ocorre em um momento de ampliação do portfólio da marca, com produtos direcionados a diferentes etapas da rotina capilar.</p><p>“A Beauty Fair é um dos principais momentos do calendário de beleza no Brasil e representa uma oportunidade de estarmos próximos de profissionais, parceiros, consumidores e de todo o ecossistema que movimenta o setor. Para a Amend, a participação também permite apresentar produtos desenvolvidos a partir de diferentes necessidades da rotina de cuidados com os cabelos”, afirma João Paulo Chaccur, CEO da Amend.</p><p>Entre os lançamentos apresentados no evento está a Máscara Teia Nutritiva, que combina o efeito teia à tecnologia Hydra Tech. Segundo a marca, a tecnologia contribui para a distribuição dos ativos durante a aplicação e para a hidratação dos fios.</p><p>O Fluido Modelador Segura a Onda é destinado a diferentes tipos de cabelo e pode ser utilizado tanto para a definição de ondas e cachos naturais quanto em produções realizadas com técnicas de modelagem, incluindo babyliss e métodos sem calor. A fórmula também possui proteção térmica e auxilia no controle do frizz.</p><p>O terceiro lançamento é o Sérum Reparação Noturna, desenvolvido para integrar o cuidado capilar ao período de sono. O produto tem como proposta incorporar uma etapa de reconstrução à rotina noturna, sem a necessidade de uma etapa adicional no dia.</p><p>A Beauty Fair 2026 acontece de 5 a 8 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo. A programação reúne marcas e profissionais do setor de beleza e inclui áreas dedicadas a diferentes categorias da indústria.</p><p><strong>Produtos:</strong></p><p>Máscara Teia Nutritiva | 250g (R$ 69,90)</p><p>Fluido Modelador Segura a Onda | 180ml (R$ 89,90)</p><p>Sérum Reparação Noturna | 180ml (R$ 62,90)</p><p>Disponíveis em: <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.amend.com.br/home/?utm_source=google_ads&utm_medium=cpc&utm_campaign=institucional_search&utm_content=ad2&gad_source=1&gad_campaignid=19705151263&gbraid=0AAAAADkU-UC9EIz9qYOh69HbBj7yarP8C&gclid=Cj0KCQjw5JXFBhCrARIsAL1ckPvZKC6kPEnveM8051pjRfl718EoDdEeMc8z9caoiClIw4HrGB82DcIaAsdWEALw_wcB" data-mce-target="_blank">www.amend.com.br</a>, perfumarias e farmácias de todo o Brasil.</p><p><strong>Serviço:</strong></p><p>Evento: Amend na Beauty Fair 2026</p><p>Data: 5 a 8 de setembro de 2026</p><p>Horário: dia 5, das 12h às 20h, e dias 6, 7 e 8, das 10h às 20h</p><p>Local: Estandes J25, Setor Trade, Expo Center Norte (Rua José Bernardo Pinto, 333 - Vila Guilherme, São Paulo - SP, 02055-000)</p><p>Instagram e TikTok: @amend_oficial e @amend_internacional</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/336112?partnerId=1914" alt><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/amend-apresenta-lancamentos-durante-a-beauty-fair-2026.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>negocio, nepropagandaemarketing, esmoda, sasaudebemestar, eneventos</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95ba5341dabb4d248e3796</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 17:30:59 +0000</pubDate><title>Inteligência artificial transforma compra de carros</title><description>Pesquisa do Google apresentada no Anfavea Visions 2026 indica que 57% dos consumidores brasileiros utilizam ferramentas de IA ao escolher um veículo, e 13% delegam parte da decisão à tecnologia. A IA organiza dados sobre modelos, versões, custos e tecnologias, ampliando a fase de pesquisa antes da compra. O segmento de consórcios de veículos leves registrou crescimento de 4,2% no primeiro semestre de 2026.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4b/gi/e9/4bgie9fps0eyo15wc9j4xu706.jpg"><figcaption>Inteligência artificial transforma compra de carros<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A inteligência artificial passou a integrar a jornada de compra de veículos no Brasil. Segundo pesquisa do Google divulgada no evento <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.cnnbrasil.com.br/auto/57-dos-brasileiros-usam-ia-na-compra-de-carros/" data-mce-target="_blank">Anfavea Visions 2026</a>, 57% dos consumidores utilizam ferramentas de IA ao longo do processo de escolha de um veículo, e 13% delegam parte das decisões à tecnologia. O levantamento foi realizado com consumidores em todo o território nacional e aponta que a IA é empregada para organizar informações, comparar alternativas e aprofundar análises antes da decisão final.</p><p>A adoção dessas ferramentas não reduz necessariamente o tempo da jornada de compra; ao contrário, ao disponibilizar maior volume de dados, a IA pode ampliar a fase de pesquisa, levando o consumidor a avaliar mais opções antes de concluir a aquisição.</p><p>As soluções de IA permitem reunir características de diferentes automóveis, confrontar versões e sistematizar informações sobre consumo, manutenção, seguro, equipamentos e tecnologias. Dessa forma, o comprador chega às etapas subsequentes da negociação com um conjunto mais robusto de parâmetros para avaliação.</p><p>O mercado automotivo tem experimentado mudanças simultâneas, com a ampliação da oferta de veículos eletrificados, recursos avançados de conectividade, sistemas de assistência à condução e novas tecnologias de propulsão. Esses fatores aumentam a complexidade da escolha, tornando a organização de dados ainda mais relevante.</p><p>“Comprar um carro envolve diversas variáveis e a inteligência artificial acrescentou uma nova ferramenta à disposição do consumidor para organizar essas informações”, afirma Marcelo Lucindo, CEO da Evoy Administradora de Consórcios. “A tecnologia ajuda na etapa de pesquisa, mas a decisão final continua dependente do orçamento, da finalidade de uso e do planejamento financeiro do comprador”, completa.</p><p>O segmento de <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.evoyconsorcios.com.br/" data-mce-target="_blank">consórcios de veículos</a> leves registrou 995,83 mil cotas comercializadas no primeiro semestre de 2026, representando crescimento de 4,2% em relação ao mesmo período de 2025, conforme dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (<a rel="noopener" target="_blank" href="https://blog.abac.org.br/drops-de-mercado/sistema-de-consorcios-em-junho-dados-economicos" data-mce-target="_blank">ABAC</a>). A Evoy Administradora de Consórcios oferece planos de crédito para diferentes marcas e categorias, com canais digitais que permitem simulação e acompanhamento da jornada do cliente.</p><p>A incorporação da IA à pesquisa de veículos amplia uma tendência já em curso: a decisão de compra começa antes da visita ao ponto de venda e se desenvolve em múltiplas fontes digitais. Nesse contexto, comparar informações, estabelecer prioridades e organizar financeiramente a aquisição tornam‑se etapas interligadas de uma mesma jornada.</p><p>“A inteligência artificial amplia o acesso à informação, mas também reforça a importância de saber o que procurar e quais critérios considerar. Para quem planeja adquirir um automóvel, combinar tecnologia com organização financeira permite avaliar alternativas com antecedência e chegar ao momento da escolha com objetivos mais definidos”, concluiu Marcelo Lucindo.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/325807?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://www.evoyconsorcios.com.br/" rel="noopener">https://www.evoyconsorcios.com.br/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/inteligencia-artificial-transforma-compra-de-carros.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>tecnologia, negocio, neeconomia, gosociedade, mbduasrodas</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95ba4f41dabb4d248e3795</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 17:30:55 +0000</pubDate><title>Acompanhamento hospitalar apoia cuidados pós-operatórios</title><description>Presença de cuidador durante a internação e nas primeiras semanas após a alta ajuda a identificar intercorrências, sustentar a adesão ao tratamento e apoiar a retomada das atividades diárias.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5n/7w/o2/5n7wo27zv83752nyq6cfkuceq.jpg"><figcaption>Acompanhamento hospitalar apoia cuidados pós-operatórios<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>O acompanhamento hospitalar e os cuidados pós-operatórios formam um serviço contínuo que cobre dois períodos distintos da mesma jornada: os dias de internação e as semanas que se seguem à alta. Em ambos, um cuidador treinado permanece junto ao paciente, monitora a evolução do quadro, garante que as determinações da equipe de saúde sejam cumpridas e mantém a família informada. A Home Angels disponibiliza esse suporte por meio das unidades de sua rede, com atendimento no ambiente hospitalar e no domicílio.   A necessidade de continuidade é reconhecida pelas próprias instituições de saúde. Material de orientação ao paciente publicado pelo <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.into.saude.gov.br/folhetos-e-cartilhas-p" data-mce-target="_blank">Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, vinculado ao Ministério da Saúde</a>, registra que o planejamento da alta deve começar já na admissão e tem como finalidade prolongar, fora do hospital, o cuidado iniciado durante a internação. O desafio prático recai sobre quem vai executar esse plano dentro de casa, nos dias em que o paciente ainda não recuperou autonomia.    <strong>Observação de sinais de alerta e intercorrências  </strong> A vigilância diária é o principal instrumento de prevenção nesse período. O cuidador acompanha de perto o comportamento da dor, a temperatura corporal, o aspecto da ferida operatória, o padrão respiratório, a aceitação alimentar, o sono e a disposição do paciente.   Situações que exigem comunicação imediata ao profissional de saúde responsável incluem dor intensa que não cede com a medicação prescrita, febre ou calafrios, vermelhidão, inchaço, calor ou secreção no local operado, abertura de pontos, sangramento, falta de ar, vômitos persistentes, dor ou inchaço nas pernas e alterações no estado de consciência, como sonolência fora do comum, desorientação ou apatia repentina.   A interpretação clínica desses sinais e qualquer decisão terapêutica competem exclusivamente à equipe médica. O papel do cuidador é notar a alteração cedo e comunicar sem demora, encurtando o tempo entre o surgimento da intercorrência e a resposta profissional.   <strong>Cumprimento das orientações médicas, medicações e consultas de retorno  </strong> O plano entregue no momento da alta costuma reunir múltiplos medicamentos com horários e intervalos próprios, instruções de curativo, restrições alimentares, limites de esforço, prazos para retirada de pontos e datas de reavaliação. Somam-se a isso, com frequência, os remédios de uso contínuo que o paciente já tomava antes do procedimento.   Manter essa rotina sem falhas exige método. O acompanhamento profissional controla horários e dosagens conforme a prescrição, mantém registro escrito do que foi administrado e de como o paciente reagiu, executa os cuidados com o curativo conforme a orientação recebida, organiza o transporte e a companhia nas consultas de retorno e assegura a realização dos exames de controle. Parecer do Conselho Federal de Enfermagem considera a orientação dirigida ao paciente e aos familiares como elemento essencial para que o tratamento tenha seguimento seguro depois da alta. O histórico produzido nesse intervalo também enriquece a reavaliação médica, ao substituir impressões vagas por informação organizada sobre a evolução do caso.   <strong>Apoio emocional durante o processo de recuperação </strong>  A fase de recuperação em casa mexe com o humor e com a autoestima. Uma pessoa que administrava a própria rotina até a véspera do procedimento passa a depender de ajuda para tarefas básicas, e essa perda temporária de independência frequentemente produz frustração, tristeza, impaciência, constrangimento e até recusa em colaborar com o tratamento.   A companhia constante de um profissional preparado abre espaço para escuta e conversa, reduz o isolamento de quem passa longos períodos dentro de casa e sustenta o ânimo em uma fase de progresso lento. O efeito é prático: paciente emocionalmente amparado adere melhor às medicações, aos exercícios de reabilitação e às orientações recebidas na alta.   <strong>Retomada gradual das atividades de vida diária  </strong> O retorno à autonomia acontece por etapas e precisa respeitar o ritmo definido pela equipe de saúde. Nos primeiros dias, o cuidador auxilia na higiene, no vestuário, na alimentação e nos deslocamentos pela casa. Conforme o quadro evolui, devolve responsabilidades ao paciente e incentiva a execução independente daquilo que ele já consegue fazer sozinho.   Esse acompanhamento evita dois desfechos indesejados. De um lado, o esforço antecipado, que pode comprometer a cicatrização e provocar quedas. De outro, o repouso prolongado além do indicado, que favorece perda de massa muscular, rigidez articular e insegurança para voltar a caminhar.    O trabalho inclui ainda a adequação do ambiente doméstico, com atenção a tapetes soltos, iluminação insuficiente, ausência de apoio no banheiro e obstáculos nas áreas de circulação. A precaução tem respaldo em dados: levantamento da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, divulgado pelo portal do <a rel="noopener" target="_blank" href="https://news.cremerj.org.br/2026/07/20/numero-de-idosos-internados-por-queda-quase-dobrou-na-ultima-decada-aponta-estudo-da-secretaria-de-estado-de-saude/" data-mce-target="_blank">CREMERJ</a>, apontou alta de 95% nas internações de idosos por queda no estado entre 2015 e 2025, com aumento também na gravidade dos casos.    <strong>Mais tranquilidade para a família </strong>  Para os familiares, o serviço substitui escalas improvisadas de revezamento por rotina definida, diminui faltas no trabalho e distribui uma responsabilidade que costuma recair sobre uma única pessoa. A família passa a receber relatos organizados sobre a evolução do paciente e ganha um interlocutor técnico em um momento de tensão.   "Segurança na recuperação depende de continuidade. Interromper o cuidado na porta do hospital é o ponto em que a maioria dos problemas começa. Ter alguém preparado ao lado do paciente durante a internação e depois dela dá à família a certeza de que nada vai passar batido", declara Artur Hipólito, sócio da Home Angels.   A disponibilidade das modalidades hospitalar e domiciliar, bem como as cargas horárias, varia conforme a avaliação de cada caso e a unidade responsável pela região.   <strong>Sobre a Home Angels </strong>  Com mais de 18 anos de atuação, a <a rel="noopener" target="_blank" href="https://franquiahomeangels.com.br/" data-mce-target="_blank">Home Angels</a> se apresenta como a pioneira e maior rede de franquias de cuidadores de pessoas da América Latina, segundo informações de origem institucional. A rede reúne mais de 270 unidades e registra faturamento superior a R$ 208 milhões. Entre os serviços oferecidos estão cuidador domiciliar, acompanhamento hospitalar e cuidados pós-operatórios.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/335782?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://franquiahomeangels.com.br/" rel="noopener">https://franquiahomeangels.com.br/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/acompanhamento-hospitalar-apoia-cuidados-pos-operatorios.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>sasaudebemestar, negocio, neempreendedores, gosociedade</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95ba441a2f1da8381ffe30</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 17:30:45 +0000</pubDate><title>Energia solar: blindagem contra alta na conta de luz</title><description>A manutenção da bandeira amarela pela Aneel reforça o impacto da instabilidade tarifária nos orçamentos. Segundo a CEO da EcoPower, Náchila Oliveira, a energia solar é uma estratégia de proteção financeira contra reajustes. Para a executiva, gerar a própria energia garante previsibilidade operacional, reduz custos fixos e fortalece a independência econômica.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2r/3k/v8/2r3kv8moiyr9cz80w78upqmux.jpg"><figcaption>Energia solar: blindagem contra alta na conta de luz<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A Aneel manteve a <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.cnnbrasil.com.br/infra/aneel-bandeira-tarifaria-setembro-2026/" data-mce-target="_blank">bandeira amarela </a>em setembro pelo quinto mês consecutivo. A decisão ocorre devido ao período seco, que reduz os reservatórios das hidrelétricas e exige o acionamento de usinas termelétricas, mais caras. Com a tarifa amarela, haverá uma cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.</p><p>Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos de geração e se divide em quatro níveis: verde (sem custo extra), amarela (custo moderado), vermelha patamar 1 (custo alto) e vermelha patamar 2 (custo muito alto). Na perspectiva estratégica da <a rel="noopener" target="_blank" href="https://noticias.ecopower.com.br/ecopower-destaca-solidez-e-alerta-para-crises-no-setor-solar/" data-mce-target="_blank">EcoPower Eficiência Energética</a>, investir em energia solar no cenário socioeconômico atual vai além do fator ambiental: trata-se de uma medida de proteção patrimonial, eficiência operacional e previsibilidade financeira.</p><p><strong>Estratégias financeiras contra a volatilidade tarifária</strong></p><p>Com reajustes tarifários históricos que superam a inflação média, a <a rel="noopener" target="_blank" href="https://powernews.eco.br/energia-solar-e-baterias/" data-mce-target="_blank">dependência</a> da rede elétrica convencional expõe orçamentos domésticos e corporativos ao risco constante do acionamento de usinas termelétricas e bandeiras tarifárias adicionais. Assim, a micro e minigeração distribuída permite transformar um custo fixo incontrolável em um ativo rentável com retorno sobre o investimento (ROI) atrativo.</p><p>"A instabilidade econômica do país, agravada pelas constantes alterações nas bandeiras tarifárias e pela pressão inflacionária, exige que famílias, empresas, indústrias e o setor rural reavaliem com urgência suas matrizes de custos operacionais. Nós enxergamos a energia solar fotovoltaica não apenas como uma escolha sustentável, mas como uma estratégia indispensável de proteção financeira. Em qualquer nível, a tecnologia fotovoltaica reduz custos fixos promove estabilidade financeira sustentável”, ressalta a CEO de estratégias da EcoPower, Náchila Oliveira.</p><p><strong>Previsibilidade e autonomia para o mercado</strong></p><p>A manutenção da bandeira amarela pela Aneel reforça o impacto da instabilidade tarifária nos orçamentos. Segundo a CEO da EcoPower, Náchila Oliveira, a energia solar é uma estratégia de proteção financeira contra reajustes. </p><p>Para a executiva, gerar a própria energia garante previsibilidade operacional, reduz custos fixos e fortalece a independência econômica. "Essa eficiência se reflete diretamente na economia das famílias, que blindam seus orçamentos domésticos contra reajustes contínuos. Do mesmo modo, o investimento fortalece o agronegócio e o ambiente corporativo ao reduzir despesas operacionais recorrentes e elevar a margem de competitividade no mercado. A transição energética gera autonomia e resiliência financeira para quem busca previsibilidade em momentos de incerteza."</p><p>Em continuidade a essa análise estratégica, Náchila ressalta que a adoção da energia fotovoltaica vai além do benefício financeiro imediato das faturas mensais, pois atua como "um escudo contra a incerteza regulatória e a volatilidade do mercado energético".</p><p><strong>Autonomia energética e visão de futuro</strong></p><p>A CEO reforça que "a previsibilidade operacional é o maior ativo que uma organização ou família pode construir em tempos de crise, transformando uma despesa inevitável em um investimento que fortalece a independência econômica a longo prazo". Por conseguinte, ao migrarem para a geração própria, segundo Náchila, "os consumidores deixam de ser meros pagadores de tarifas e passam a gerir ativamente seu suprimento de energia".</p><p>Essa mudança impulsiona a sustentabilidade empresarial e melhora o valuation corporativo. Além disso, assegura margens de lucro competitivas ao setor rural global. Com base nessa perspectiva de mercado, Náchila Oliveira destaca que “a transição para fontes limpas de energia não apenas apoia metas ambientais, mas atua diretamente no fortalecimento da estabilidade financeira de empresas, produtores rurais e famílias."</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/334938?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="http://powernews.eco.br" rel="noopener">http://powernews.eco.br</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/energia-solar--blindagem-contra-alta-na-conta-de-luz.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>neeconomia, negocio, industrias, inagronegocios, stsustentabilidade</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95ba411a2f1da8381ffe2f</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 17:30:41 +0000</pubDate><title>Automação doméstica cresce quase 40% no 1º semestre de 2026</title><description>Dados da Infracommerce mostram avanço de equipamentos programáveis e conectados no comércio eletrônico</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5f/op/yg/5fopygxrx6qkin3xw0ufj8qk9.jpg"><figcaption>Automação doméstica cresce quase 40% no 1º semestre de 2026<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>Entre jornadas de trabalho cada vez mais intensas e a necessidade de conciliar múltiplas responsabilidades, cresce a procura por tecnologias capazes de tornar a gestão da casa mais eficiente. Nas operações atendidas pela Infracommerce, as vendas de produtos relacionados à automação doméstica cresceram <strong>37% no primeiro semestre de 2026</strong>, na comparação com o mesmo período do ano anterior.</p><p>Equipamentos automatizados, eletrodomésticos programáveis e dispositivos conectados têm se consolidado como aliados na rotina doméstica, permitindo que diferentes tarefas sejam realizadas de maneira autônoma ou programada, inclusive durante a madrugada, enquanto os moradores descansam.</p><p>Popularizada nas redes sociais pela expressão “durma enquanto sua casa trabalha”, a tendência reflete uma transformação mais ampla no comportamento de consumo. Praticidade, economia de tempo e eficiência passam a ter peso cada vez maior na decisão de compra, à medida que os consumidores buscam soluções capazes de reduzir esforços cotidianos e simplificar a gestão do lar.</p><p>A conveniência também influencia o valor investido nesses equipamentos. Nas operações analisadas pela Infracommerce, os produtos com recursos de automação, programação ou conectividade apresentaram <strong>ticket médio até 15% superior ao dos modelos convencionais</strong>. Além disso, já representam <strong>22% do faturamento ou dos pedidos da categoria</strong>, reforçando a relevância dessas soluções no comércio eletrônico.</p><p>O avanço dos robôs aspiradores é um dos exemplos mais visíveis dessa mudança. Embora apresentem preços superiores aos modelos tradicionais, os aparelhos conquistaram espaço por oferecerem recursos como programação automática, mapeamento dos ambientes, controle remoto por aplicativos e operação autônoma, permitindo que a limpeza seja realizada sem intervenção constante dos usuários.</p><p>“O consumidor tem atribuído cada vez mais valor à conveniência e à eficiência. Hoje, a decisão de compra vai além do preço e considera o quanto a tecnologia é capaz de simplificar a rotina e liberar tempo para outras atividades. A automação doméstica passa a ser percebida como um investimento em qualidade de vida”, afirma Gerson Ferreira, Diretor de Client Success da Infracommerce.</p><p>A tendência é potencializada pelo processo de digitalização e conectividade das residências, conhecido como Internet das Coisas (IoT), tecnologia que conecta equipamentos à rede e permite que eles se comuniquem entre si, sejam controlados remotamente e hoje em dia, aprendam, por meio de IA, quais são os hábitos e rotinas dos moradores.</p><p>Máquinas de lavar programáveis, cafeteiras automáticas, lava-louças com ciclos inteligentes e sistemas de iluminação conectados, têm ampliado sua presença nos lares, deixando de operar como aparelhos isolados para integrar um ecossistema doméstico coordenado. O movimento é impulsionado pela demanda por soluções que combinem conforto, eficiência energética e autonomia. São atributos que a conectividade potencializa, ao permitir, por exemplo, que dispositivos operem em horários de menor tarifa de energia ou ajustem seu funcionamento à rotina da família.</p><p>Para marcas e varejistas, esse movimento reforça a importância de demonstrar com clareza os benefícios oferecidos pelos produtos. Em categorias de maior valor agregado, informações detalhadas, vídeos demonstrativos, avaliações de consumidores e comparações entre modelos podem reduzir dúvidas e apoiar a decisão de compra.</p><p>Mais do que uma tendência passageira, a automação doméstica evidencia uma mudança na relação dos consumidores com o ambiente residencial. Em um contexto marcado pela escassez de tempo e pela busca por maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional, a tecnologia transforma a casa em um espaço cada vez mais inteligente e adaptado às necessidades do cotidiano.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/336358?partnerId=1914" alt><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/automacao-domestica-cresce-quase-40--no-1-semestre-de-2026.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>tecnologia, negocio, neecommerce, nevarejo, casaefamilia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a959fca1a2f1da8381ffe0e</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:37:46 +0000</pubDate><title>Top Brasil Proteção Veicular alcança 100 mil associados</title><description>A associação de proteção veicular soma mais de 120 unidades e cerca de mil consultores em atuação no país. O avanço ocorre em um mercado no qual apenas 29% dos automóveis têm seguro e que passou a ser supervisionado pela Susep a partir da Lei Complementar 213, de 2025</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/de/hp/3r/dehp3rjxef01n3lc5i8r0vgw2.jpg"><figcaption>Top Brasil Proteção Veicular alcança 100 mil associados<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A Associação de Socorro Mútuo Top Brasil PV, que atua no mercado sob a marca Top Brasil, atingiu a marca de 100 mil associados em todo o território nacional. O número foi alcançado após mais de 13 anos de atividade no segmento de proteção veicular, período em que a entidade ampliou a estrutura para mais de 120 unidades e uma equipe formada por cerca de mil consultores, com assistência 24 horas e cobertura em todo o Brasil.</p><p>O resultado ocorre em um mercado marcado pela baixa cobertura da frota brasileira. Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/classe-c-lidera-o-seguro-automovel-mas-71-dos-carros-ainda-nao-tem-cobertura/" data-mce-target="_blank">divulgados em julho</a> deste ano, apontam que apenas 29% dos automóveis em circulação no país contam com apólice, o equivalente a cerca de 44 milhões de veículos sem qualquer cobertura, de um total estimado em 63,3 milhões. Esse contingente ajuda a explicar a procura por modelos associativos e mutualistas de proteção patrimonial.</p><p>No modelo associativo, os participantes contribuem para um fundo comum destinado a cobrir prejuízos com veículos em situações como colisão, roubo e furto, em regime de rateio entre os integrantes do grupo. Diferentemente das seguradoras, as associações não emitem apólice, e a relação com o associado é regida por estatuto e regulamento próprios, submetidos às exigências definidas pela legislação em vigor.</p><p>Segundo a Top Brasil, o volume alcançado representa mais do que um indicador de crescimento, já que corresponde ao número de pessoas que decidiram confiar seus veículos à entidade. A associação avalia que o resultado traduz a consistência de um trabalho construído de forma gradual, com ampliação da presença nacional e profissionalização da operação, sem alterar a proximidade com o associado.</p><p><strong>Rede de consultores e capilaridade nacional</strong></p><p>De acordo com a entidade, o principal fator por trás da base atual são as pessoas envolvidas na operação. A rede de consultores e as unidades espalhadas pelo país permitem atendimento em diferentes regiões, enquanto investimentos em processos, tecnologia, treinamento e formação de lideranças sustentam o funcionamento diário. A combinação entre presença regional, relacionamento e estrutura operacional é apontada pela associação como determinante para o alcance da marca.</p><p>A Top Brasil informa que agilidade, transparência e atendimento orientam a sua atuação e precisam se traduzir na experiência do associado, do primeiro contato com o consultor até um eventual acionamento da assistência. A entidade acrescenta que a estrutura disponível, incluindo o atendimento ininterrupto e a cobertura nacional, produz efeito quando associada a suporte humano nas etapas de solicitação e acompanhamento.</p><p>O crescimento da base também alterou a rotina interna. Conforme a associação, atender 100 mil pessoas exigiu profissionalização da gestão, revisão de processos, ampliação de equipes e formação de novas lideranças. A entidade avalia que o desafio central de qualquer expansão está em ampliar o número de atendidos sem reduzir a capacidade de resposta, o que torna necessário que estrutura e base avancem em proporções semelhantes.</p><p>O contexto de riscos permanece relevante para os proprietários de veículos. O <a rel="noopener" target="_blank" href="https://forumseguranca.org.br/publicacoes/anuario-brasileiro-de-seguranca-publica/" data-mce-target="_blank">Anuário Brasileiro de Segurança Pública</a> de 2026, publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, registrou 308.440 ocorrências de roubo e furto de veículos em 2025 no país. O levantamento apontou redução de 20,6% na taxa de roubos na comparação com o ano anterior, com queda em 26 das 27 unidades da federação, ainda que o volume absoluto siga expressivo.</p><p><strong>Novo marco regulatório do segmento</strong></p><p>O setor também passou por mudanças regulatórias. A <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1127131-lei-regulamenta-cooperativas-de-seguros-e-de-protecao-patrimonial/" data-mce-target="_blank">Lei Complementar 213</a>, sancionada em janeiro de 2025, estabeleceu regras para cooperativas de seguros e para operações de proteção patrimonial mutualista, categoria que abrange as associações de proteção veicular, e atribuiu à Superintendência de Seguros Privados (Susep) a supervisão dessas atividades. A norma prevê a contratação de administradora autorizada, a separação entre os recursos destinados aos associados e o patrimônio da entidade e regras de prestação de contas.</p><p>Diante desse cenário, a Top Brasil afirma que o número de 100 mil associados funciona como etapa de um novo ciclo, e não como ponto de chegada. Entre as prioridades citadas estão a ampliação da presença nacional, o desenvolvimento de consultores e lideranças, o investimento em tecnologia e o ganho de eficiência operacional, com manutenção do contato direto com a base atual.</p><p>A associação declara ainda que pretende acompanhar o processo de amadurecimento do mercado de proteção veicular, com foco em crescimento gradual e na qualidade do serviço prestado. A entidade atribui o resultado ao conjunto de consultores, colaboradores, gestores e diretores que atuam em diferentes regiões do país.</p><p>Para mais informações, basta acessar: <a rel="noopener" target="_blank" href="https://topbrasilpv.com.br/" data-mce-target="_blank">https://topbrasilpv.com.br/</a></p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/332563?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://topbrasilpv.com.br/" rel="noopener">https://topbrasilpv.com.br/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/top-brasil-protecao-veicular-alcanca-100-mil-associados.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>negocio, neeconomia, neseguros, neempreendedores, mbmobilidade</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a959fc541dabb4d248e3768</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:37:41 +0000</pubDate><title>ARX CYBER lança plataforma CIVITAS de cibersegurança</title><description>Nova solução integra descoberta, proteção, detecção, resposta, recuperação e governança em um único ambiente, conectando indicadores técnicos a decisões de risco e negócio, segundo Lierte Bourguignon, VP de Vendas da companhia</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/a2/tg/dy/a2tgdylbbpxyug9tt4v18a5bs.jpg"><figcaption>ARX CYBER lança plataforma CIVITAS de cibersegurança<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A ARX CYBER, companhia brasileira especializada em cibersegurança, infraestrutura e cloud, lança a <a rel="noopener" target="_blank" href="https://arxcyber.com.br/civitas/" data-mce-target="_blank">plataforma CIVITAS</a>, arquitetura integrada que reúne, em um único ambiente, os módulos de descoberta, proteção, detecção, resposta, recuperação e governança de risco cibernético. A novidade organiza contratos, projetos, serviços gerenciados e indicadores de maturidade que antes ficavam dispersos entre diferentes fornecedores, com o objetivo de transformar informações técnicas em prioridades de negócio.</p><p>A iniciativa surge em um cenário de expansão da demanda por segurança da informação no país. Segundo <a rel="noopener" target="_blank" href="https://brasscom.org.br/brasil-deve-investir-r-1046-bi-em-ciberseguranca-ate-2028-aponta-novo-relatorio-da-brasscom/" data-mce-target="_blank">estimativa da Brasscom</a>, o setor brasileiro de segurança da informação deve movimentar cerca de R$ 104,6 bilhões até 2028, com crescimento acumulado de 43,8% no período. Nesse contexto, cresce entre companhias de diferentes portes a busca por soluções que reduzam a fragmentação de ferramentas e ampliem a visibilidade sobre riscos.</p><p>Conforme Lierte Bourguignon, VP de Vendas da ARX CYBER, a multiplicação de ferramentas, fornecedores e painéis que não se comunicam entre si tende a comprometer a eficiência das equipes de segurança. “A fragmentação cria complexidade. Quando a empresa possui diversas ferramentas, fornecedores, contratos e dashboards que não conversam entre si, a equipe passa mais tempo consolidando informações do que tomando decisões”, afirma.</p><p>Para ele, essa dispersão gera pontos cegos, aumenta o tempo de resposta a incidentes e dificulta o dimensionamento real do risco do negócio, já que a segurança não deve ser medida pela quantidade de ferramentas, mas pela capacidade de prevenir, detectar, responder, recuperar e governar de forma coordenada.</p><p><strong>Arquitetura organizada em seis frentes</strong></p><p>De acordo com Bourguignon, o CIVITAS não se propõe a ser apenas mais uma ferramenta de segurança, mas uma arquitetura que organiza a jornada de resiliência cibernética em seis módulos: Discover, Protect, Detect, Respond, Recover e Govern.</p><p>“Ele funciona como uma arquitetura integrada de capacidades, organizando a jornada de resiliência nos módulos Discover, Protect, Detect, Respond, Recover e Govern. Além disso, consolida contratos, projetos, serviços gerenciados, indicadores e maturidade em um único ambiente, permitindo que informações técnicas sejam transformadas em risco, prioridade e decisão de negócio”, detalha o executivo.</p><p>Na prática, o fluxo passa por etapas conectadas. No Protect, os serviços gerenciados atuam sobre identidade, endpoints, redes, nuvem e aplicações. No Detect, a operação de monitoramento contínuo, que reúne Security Operation Center (SOC) em regime 24x7, Managed Detection and Response (MDR), inteligência de ameaças e busca ativa por invasores, qualifica os sinais identificados. Quando necessário, o Respond coordena a resposta técnica, executiva e forense a incidentes, enquanto o Recover organiza a retomada segura da operação, e o Govern conecta esse fluxo à gestão de risco corporativo e à visão executiva sobre o tema.</p><p>De acordo com o VP de Vendas, a plataforma foi desenhada para acompanhar diferentes estágios de maturidade em segurança, sem exigir um ponto de partida específico. “Uma organização em fase inicial pode recorrer ao Discover para mapear riscos e construir um roteiro de evolução, enquanto companhias com operações mais complexas podem integrar proteção, SOC, resposta a incidentes, recuperação e governança em uma mesma jornada. A plataforma tende a gerar mais valor em organizações com operações críticas, ambientes tecnológicos complexos ou necessidade de governança mais estruturada”, informa.</p><p>“Nosso diferencial é não começar pela tecnologia, mas pelo resultado que o cliente precisa alcançar. A ARX evoluiu de uma integradora para uma operação especializada em proteção contínua, serviços gerenciados, infraestrutura crítica, cloud e cyber resilience, com operação e SOC 24x7”, diz o executivo, para quem o objetivo é entregar confiança operacional e evolução contínua de maturidade em um mercado que, em sua avaliação, costuma vender ferramentas isoladas em vez de resultados integrados.</p><p><strong>Segurança como tema de continuidade do negócio</strong></p><p>Para o VP de Vendas da ARX CYBER, o lançamento também reforça uma mudança de percepção sobre o papel da cibersegurança dentro das organizações. “Cibersegurança deixou definitivamente de ser apenas um tema de TI. Hoje ela está diretamente relacionada à continuidade da operação, reputação, capacidade de crescimento e governança”, avalia.</p><p>A proposta do CIVITAS, prossegue, é tornar a segurança mais simples de consumir e compreender, oferecendo aos executivos clareza sobre onde estão os riscos, o que está sendo protegido e quais devem ser os próximos passos da organização.</p><p>Com a nova plataforma, a ARX CYBER passa a oferecer aos clientes um ponto único de acompanhamento de indicadores de segurança, integrando serviços que hoje incluem cibersegurança gerenciada, SOC, defesa de rede, infraestrutura de datacenter e frameworks de governança, risco e conformidade (GRC).</p><p>Para mais informações, basta acessar: <a rel="noopener" target="_blank" href="http://arxcyber.com.br/civitas" data-mce-target="_blank" data-mce-selected="inline-boundary">arxcyber.com.br/civitas </a></p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/332946?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://arxcyber.com.br/civitas/" rel="noopener">https://arxcyber.com.br/civitas/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/arx-cyber-lanca-plataforma-civitas-de-ciberseguranca.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>neempreendedores, neeconomia, industrias, negocio, tecnologia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a959fbe1a2f1da8381ffe0d</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:37:34 +0000</pubDate><title>Design brasileiro conquista quatro premiações internacionais</title><description>Peças desenvolvidas pela designer Isabelle De Mari para a OLHO Móveis Autorais foram reconhecidas na edição 2026 da premiação internacional realizada na Itália.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4v/tg/s2/4vtgs2unhw395l4vh7ljp0s2q.jpg"><figcaption>Design brasileiro conquista quatro premiações internacionais<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A empresa brasileira OLHO Móveis Autorais conquistou quatro premiações na edição 2026 do A’ Design Award & Competition, uma das principais premiações internacionais dedicadas ao design de produtos. As peças Ebisu, Takumi, Tokyo e Nara, desenvolvidas pela designer Isabelle De Mari, diretora criativa da marca, foram reconhecidas pela premiação.</p><p>Realizado anualmente na Itália, o A’ Design Award reúne projetos de diferentes países e avalia critérios relacionados à qualidade do design, inovação, funcionalidade, pesquisa, execução técnica e impacto cultural.</p><p>Os quatro projetos apresentam propostas distintas de mobiliário, mas têm em comum o desenvolvimento a partir de pesquisa formal e construtiva. As peças exploram diferentes relações entre materiais, proporções, volumes e elementos da cultura contemporânea, traduzidas em soluções voltadas ao mobiliário.</p><p>Para Isabelle De Mari, o reconhecimento também evidencia a possibilidade de o design produzido no Brasil alcançar circuitos internacionais especializados.</p><p>“Receber esse reconhecimento em uma premiação internacional reforça nossa convicção de que o design brasileiro possui identidade própria e capacidade de dialogar com o cenário global. Mais do que celebrar quatro produtos, esse resultado reconhece um processo de criação baseado em pesquisa, desenho e atenção aos detalhes”, afirma Isabelle De Mari.</p><p>As quatro premiações ampliam a presença dos projetos brasileiros no cenário internacional de design e colocam o mobiliário autoral produzido no país em contato com profissionais, empresas e instituições de diferentes mercados.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/335865?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://www.olhomoveis.com.br/" rel="noopener">https://www.olhomoveis.com.br/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/design-brasileiro-conquista-quatro-premiacoes-internacionais.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>negocio, arobrasdearte, neempreendedores, inarquitetura, ininddurav</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a959f7d1a2f1da8381ffe0b</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:36:29 +0000</pubDate><title>Congresso ABIMAQ analisa impactos da IA na indústria</title><description>Evento reunirá autoridades, empresários e especialistas no dia 3 de setembro para analisar a competitividade, tendências globais e o futuro do setor industrial no Brasil</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0p/zz/4i/0pzz4i3k81m6choov9fyxp5ia.jpg"><figcaption>Congresso ABIMAQ analisa impactos da IA na indústria<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), juntamente com o SINDIMAQ, realiza a 11ª edição do Congresso Brasileiro da Indústria de Máquinas e Equipamentos. Consolidado como o principal encontro do setor, o evento acontecerá no dia 3 de setembro, das 8h às 13h30, em formato híbrido (presencial no Hotel Pullman Ibirapuera, em São Paulo, e com transmissão online).</p><p>“Em um momento em que as regras econômicas globais se redesenham e apresentam novos desafios, o congresso deste ano provocará os líderes da indústria a repensarem suas estratégias frente às drásticas mudanças na economia, na política e na tecnologia. O objetivo é oferecer aos empresários as ferramentas necessárias para antecipar cenários e manter a competitividade de seus negócios”, explica Gino Paulucci Jr., presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ/SINDIMAQ.</p><p>De acordo com José Velloso, presidente-executivo das entidades, nesta edição, a programação destacará três eixos principais de discussão:</p><p><strong>1)</strong> <strong>IA na estratégia das empresas:</strong> a virada de chave que a Inteligência Artificial promove na competitividade e na operação prática da indústria;</p><p><strong>2) Perspectivas políticas e cenário global:</strong> a compreensão do novo panorama mundial e nacional, fundamental para antecipar tendências e proteger os negócios;</p><p><strong>3) Desafios para o desenvolvimento:</strong> análises macroeconômicas aprofundadas e caminhos estratégicos práticos para impulsionar o crescimento do setor de bens de capital.</p><p>A expectativa, de acordo com a entidade, é reunir empresários do setor, autoridades e membros da imprensa especializada em um ambiente voltado para o aprendizado e a troca de experiências com quem compartilha os mesmos desafios diários. Além do conteúdo, o evento oferecerá amplo espaço para ‘networking’ qualificado e a geração de conexões estratégicas para os negócios.</p><p>Com mediação do jornalista William Waack, a programação contará com a participação de palestrantes renomados, como Carlos Primo Braga, diretor da Ouchy Consultoria Empresarial e professor associado da Fundação Dom Cabral; Venilton Tadini, presidente-executivo da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústria de Base (ABDIB); e Christopher Garman, diretor-executivo para as Américas do Eurasia Group.  As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas pelo site <a rel="noopener" target="_blank" href="https://conteudo.abimaq.org.br/congresso" data-mce-target="_blank">https://conteudo.abimaq.org.br/congresso</a>.</p><p><strong>Serviço:</strong></p><p><strong>Evento:</strong> 11º Congresso Brasileiro da Indústria de Máquinas e Equipamentos</p><p><strong>Data:</strong> 3 de setembro</p><p><strong>Horário:</strong> 8h às 13h30</p><p><strong>Local:</strong> Hotel Pullman Ibirapuera (Rua Joinville, 515 - Vila Mariana - São Paulo/SP) e transmissão online</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/325673?partnerId=1914" alt><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/congresso-abimaq-analisa-impactos-da-ia-na-industria.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>tecnologia, negocio, industrias, neeconomia, neempreendedores</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a959f7941dabb4d248e3767</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:36:26 +0000</pubDate><title>BotCity conquista SOC 2 e se consolida como enterprise-ready</title><description>Plataforma brasileira de automação e governança de Python obtém atestação internacional auditada por terceiros, abrindo portas para setores regulados como financeiro, saúde e governo.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/46/hd/5a/46hd5a0q82kym498xa266erhe.jpg"><figcaption>BotCity conquista SOC 2 e se consolida como enterprise-ready<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A <a rel="noopener" target="_blank" href="https://botcity.dev/br?utm_source=dino&utm_medium=organic&utm_campaign=institucional&utm_content=release-soc2" data-mce-target="_blank"><strong>BotCity</strong></a>, plataforma brasileira de automação e governança de Python, anuncia a obtenção da certificação SOC 2 Type 2, tornando-se uma das poucas empresas do setor no Brasil a atingir esse padrão internacional de segurança da informação. O relatório acompanhou o ano de 2025, com emissão em maio de 2026, e amplia a capacidade da empresa de atender organizações em setores altamente regulados, como financeiro, saúde, varejo e setor público, que exigem esse nível de comprovação como pré-condição para contratação de fornecedores de tecnologia.</p><p>O <strong>SOC 2 (Service Organization Control 2)</strong> é um framework de auditoria desenvolvido pelo American Institute of Certified Public Accountants (AICPA) que avalia anualmente os controles internos de uma organização em cinco dimensões: segurança, disponibilidade, integridade de processamento, confidencialidade e privacidade.</p><p>O Type 2 vai além da validação de políticas documentadas. Diferente do Type 1, ele exige evidências concretas de que os controles operaram de forma efetiva e consistente durante toda a janela de observação, verificadas por auditores independentes. É a diferença entre afirmar que o controle existe e provar que ele funcionou.</p><p>Para empresas que adotam automação de processos, a segurança do fornecedor da plataforma é tão crítica quanto a da própria infraestrutura interna. Automações têm acesso direto a sistemas core, dados sensíveis e processos críticos de negócio, o que torna a integridade do provedor uma questão estratégica, não apenas técnica.</p><p>“A certificação SOC 2 é uma das exigências mais recorrentes que recebemos de grandes empresas e de organizações em setores regulados. Conquistá-la significa que não estamos apenas afirmando que somos seguros — estamos provando, com auditoria independente e evidências verificáveis”, acentua <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.linkedin.com/in/lorhan/" data-mce-target="_blank">Lorhan Caproni</a>, CEO da BotCity.  A BotCity disponibiliza materiais técnicos que ajudam organizações a entender o SOC 2 e a avaliar a maturidade de segurança de seus fornecedores de automação. Um deles é o artigo <a data-mce-target="_blank" href="https://blog.botcity.dev/pt-br/2026/05/19/como-avaliar-a-maturidade-de-seguranca-do-seu-fornecedor-de-automacao-o-checklist-essencial/" target="_blank" rel="noopener">“Como avaliar a maturidade de segurança do seu fornecedor de automação”</a>, em que é possível ver quais perguntas fazer sobre controles de acesso e o que exigir em contrato com fornecedores para a empresa. </p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/326088?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://botcity.dev/br?utm_source=dino&utm_medium=organic&utm_campaign=institucional&utm_content=release-soc2" rel="noopener">https://botcity.dev/br?utm_source=dino&utm_medium=organic&utm_campaign=institucional&utm_content=release-soc2</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/botcity-conquista-soc-2-e-se-consolida-como-enterprise-ready.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>neseguros, nestartups, negocio, tecnologia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a959f651a2f1da8381ffe0a</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:36:06 +0000</pubDate><title>Vó Alzira celebra aniversário com descontos e concurso</title><description>Ação comemorativa reforçará a tradição da rede no cotidiano das famílias brasileiras, oferecendo 10% de desconto em linhas de celebração, cortesia para aniversariantes do mês e prêmio de R$ 10 mil em concurso nas redes sociais.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/eo/fu/kt/eofuktppc26t1c5ykly65wgbm.jpg"><figcaption>Vó Alzira celebra aniversário com descontos e concurso<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A Fábrica de Bolo Vó Alzira realizará durante todo o mês de setembro a sua campanha nacional de aniversário, intitulada “Celebrar é a nossa receita”. A iniciativa propõe valorizar as memórias afetivas criadas ao redor da mesa e reforçar o papel dos bolos nas pequenas e grandes comemorações do dia a dia, desde a pausa para o café até as festas em família.</p><p>A proposta central da campanha baseia-se no conceito de que cada conquista ou encontro do cotidiano merece ser celebrado. Para traduzir essa mensagem em benefícios diretos ao consumidor, a rede preparou condições especiais nas lojas físicas e um concurso cultural em ambiente digital, estimulando o engajamento dos clientes e impulsionando a experimentação do seu portfólio.</p><p><strong>Ofertas e vantagens exclusivas no Ponto de Venda (PDV)</strong></p><p>Durante o período comemorativo, todas as franquias da Fábrica de Bolo Vó Alzira no país contarão com vantagens comerciais voltadas às linhas de celebração:</p><p><strong>- 10% de desconto nas Linhas Festa e Recheados:</strong> promoção válida de 1º a 30 de setembro em toda a rede para os produtos das linhas de Bolos Recheados e Linha Festa, facilitando o planejamento de aniversários e confraternizações.</p><p><strong>- Cortesia especial para aniversariantes do mês:</strong> clientes que fazem aniversário em setembro e possuem cadastro no programa de fidelidade Quero + Bolo receberão gratuitamente um bolo de pote no dia do seu aniversário, mediante apresentação de documento oficial com foto e cadastro completo.</p><p><strong>Concurso cultural premiará a melhor história com R$ 10 mil</strong></p><p>Como parte das comemorações digitais, a marca promoverá o concurso cultural “O seu melhor momento com a Vó Alzira”. A ação convida o público a compartilhar relatos, fotos ou vídeos nas redes sociais (Instagram e TikTok), contando uma memória marcante ou um momento especial vivido com os produtos da franquia.</p><p>Para concorrer ao prêmio, o participante deverá publicar seu conteúdo marcando o perfil oficial da marca. A história considerada mais criativa e emocionante por uma comissão julgadora será contemplada com um prêmio final de R$ 10.000 em dinheiro.</p><p><strong>Sobre a Fábrica de Bolo Vó Alzira</strong></p><p>Fundada em 2007 no Rio de Janeiro, a Fábrica de Bolo Vó Alzira é uma das principais redes de franquias de bolos caseiros do Brasil. Reconhecida por suas receitas tradicionais e acessibilidade, a marca conta com centenas de unidades espalhadas pelo país, oferecendo opções que vão desde os bolos clássicos para o café até receitas recheadas e para festas.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/327853?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://www.instagram.com/fabricadebolovoalziraoficial/" rel="noopener">https://www.instagram.com/fabricadebolovoalziraoficial/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/vo-alzira-celebra-aniversario-com-descontos-e-concurso.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>negocio, nepropagandaemarketing, nevarejo, casaefamilia, gsgastronomia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a9591791a2f1da8381ffdfd</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:36:41 +0000</pubDate><title>Grupo HEINEKEN lança programa de educação para colaboradores</title><description>Em parceria com a Unico Skill, programa inclui milhares de graduações, pós, cursos livres, de idiomas, mentorias e MBAs em instituições nacionais e internacionais.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/69/n4/jj/69n4jjcv5qiqa1r165edpiwxh.jpg"><figcaption>Grupo HEINEKEN lança programa de educação para colaboradores<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>O Grupo HEINEKEN, em parceria com a <a rel="noopener" target="_blank" href="https://unicoskill.com.br/lp-unico-skill?utm_source=dino&utm_medium=referral&utm_campaign=heineken" data-mce-target="_blank">Unico Skill</a>, criadora do primeiro benefício de educação ilimitada do Brasil, lançou um programa de educação voltado à ampliação do acesso à formação e ao desenvolvimento de talentos ao longo de toda a jornada profissional de seus colaboradores. A iniciativa oferece acesso a instituições renomadas de ensino superior, ensino técnico e cursos de idiomas, com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento profissional, fortalecer a retenção de talentos e acelerar a carreira dos trabalhadores. </p><p>O programa é estruturado em níveis de formação que oferecem alternativas personalizadas de acordo com o perfil e os objetivos de cada colaborador. Estão sendo contemplados profissionais em todos os níveis, das áreas de produção nas cervejarias de Jacareí e Itu, interior de São Paulo, e Ponta Grossa, no Paraná. Também estão incluídos trabalhadores em funções de liderança e a direção da empresa. Parte dos benefícios é direcionada exclusivamente a mulheres líderes em posições administrativas.</p><p>Com foco em qualificação e desenvolvimento profissional, o plano Starter reúne opções que vão da graduação a cursos técnicos, idiomas e formações livres, com alternativas online e semipresenciais que facilitam o acesso independentemente da rotina de trabalho. Já o Silver avança para a especialização, reunindo pós-graduação, idiomas, mentorias individuais e acesso a plataformas educacionais de referência, oferecendo um caminho para quem busca aprofundamento na sua área de atuação.</p><p>Para as lideranças, o programa oferece trilhas dedicadas à formação executiva. O nível Gold inclui MBAs e programas em instituições nacionais, conectados ao programa de alta performance da companhia. Já o Black amplia esse horizonte com acesso a escolas internacionais de alto nível, incluindo instituições da Ivy League, para o desenvolvimento dos executivos da companhia. A estrutura reflete a aposta do Grupo HEINEKEN em uma plataforma que cresce junto com o colaborador, oferecendo o benefício certo para cada perfil e objetivo de carreira.</p><p>De acordo com <strong>Ana Muzinatti</strong>, gerente de Cultura e Desenvolvimento do Grupo HEINEKEN, a parceria com a <a rel="noopener" target="_blank" href="https://unicoskill.com.br/lp-unico-skill?utm_source=dino&utm_medium=referral&utm_campaign=heineken" data-mce-target="_blank">Unico Skill</a> marca um novo horizonte para a retenção de talentos e o desenvolvimento de carreiras da companhia. “Acreditamos que a educação tem o poder de transformar trajetórias profissionais e ampliar oportunidades. Além disso, um time qualificado age como um impulsionador do crescimento do negócio. Ao lançar esse programa em parceria com a Unico Skill, reforçamos nosso compromisso de desenvolver talentos de forma contínua, oferecendo acesso a formações que atendem a diferentes perfis e momentos de carreira. Queremos que nossas pessoas tenham cada vez mais condições de crescer, se especializar e alcançar seu máximo potencial, contribuindo para um ambiente de trabalho mais inovador, diverso e preparado para o futuro”, afirma.</p><p>"Quando você desenha um programa que acompanha cada colaborador em todas as fases da carreira, você não está apenas oferecendo um benefício, mas está construindo a força de trabalho que vai sustentar o crescimento da companhia nos próximos dez anos", afirma <strong>Joca Oliveira</strong>, CEO da <a rel="noopener" target="_blank" href="https://unicoskill.com.br/lp-unico-skill?utm_source=dino&utm_medium=referral&utm_campaign=heineken" data-mce-target="_blank">Unico Skill</a>.</p><p><strong>Impacto além do interno</strong></p><p>Além dos colaboradores do Grupo HEINEKEN, o programa prevê, ainda no segundo semestre de 2026, a expansão do benefício para seus dependentes, ampliando o alcance da iniciativa para além do ambiente de trabalho e reforçando a importância da educação como ferramenta de transformação social dentro e fora da companhia. A expansão contemplará todos os níveis de formação.</p><p><strong>Sobre o Grupo HEINEKEN</strong></p><p>O Grupo HEINEKEN é uma cervejaria internacional, segunda maior do Brasil e líder no segmento puro malte e premium. Seu portfólio diverso reúne marcas como Heineken®, Amstel, Eisenbahn, Sol, Praya, Baden Baden, Lagunitas, Blue Moon e Devassa, além de uma linha dedicada aos brindes com mais equilíbrio, formado por Heineken® Ultimate, Heineken® 0.0, Amstel Ultra, Sol Zero e Praya Lager, bebidas não alcoólicas como Itubaína, FYS, Mamba Water e Baer-Mate, além de Amstel Vibes como opção de bebida "Ready to Drink". A companhia emprega mais de 12 mil pessoas e opera 13 cervejarias, incluindo sua mais recente unidade em Passos (MG), inaugurada em 2025.</p><p>Comprometido em ser parte da solução para fazer a roda dos negócios girar em favor das pessoas e do meio ambiente, o Grupo HEINEKEN mantém o Instituto HEINEKEN, que já beneficiou mais de 10 mil pessoas, e impulsiona inovação com HEINEKEN Spin, seu ecossistema de negócios de impacto dedicado a soluções em agricultura regenerativa, circularidade do vidro, energia renovável e marcas de impacto.</p><p><strong>Sobre a Unico Skill</strong></p><p>A <a rel="noopener" target="_blank" href="https://unicoskill.com.br/lp-unico-skill?utm_source=dino&utm_medium=referral&utm_campaign=heineken" data-mce-target="_blank">Unico Skill</a> é uma empresa brasileira que busca democratizar o conhecimento no ambiente corporativo, fornecendo educação ilimitada como benefício a funcionários de empresas e seus dependentes. A plataforma conecta empresas, trabalhadores e algumas das melhores instituições de ensino do Brasil, como Mackenzie, PUCPR, PUC RS, Estácio, Fundação Dom Cabral, Coursera, CNA, entre outras, além das melhores universidades estrangeiras. Atualmente, o benefício da educação da Unico Skill está em mais de 180 empresas, como Bradesco, Bayer, Aché, Nestlé, Solar Coca-Cola, Heineken, Ypê, Farmácia Pague Menos, BMG, Banco BV e outras, que somam mais de 500 mil colaboradores. O benefício educação ilimitado funciona como um plano de saúde, mas voltado à educação: a empresa paga um valor fixo mensal por colaborador, e os trabalhadores passam a ter acesso à plataforma. </p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/328035?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://unicoskill.com.br" rel="noopener">https://unicoskill.com.br</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/grupo-heineken-lanca-programa-de-educacao-para-colaboradores.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>negocio, industrias, neeconomia, goeducacao, inindnaodura</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a9591741a2f1da8381ffdfc</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:36:36 +0000</pubDate><title>Novo modelo da Meta no WhatsApp impulsiona busca por ativos</title><description>Empresas brasileiras revisam a dependência de plataformas globais após o reajuste tarifário da Meta para a API do WhatsApp, que passou a cobrar por mensagens receptivas. A mudança transforma o atendimento ao cliente em um custo imprevisível. Especialistas recomendam a transição para ativos digitais próprios, como sites corporativos e automações nativas, garantindo o controle dos dados, o fim das taxas por conversa e a proteção do caixa das empresas.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0z/va/9o/0zva9o87ytga5ler8ebdf3z9t.jpg"><figcaption>Novo modelo da Meta no WhatsApp impulsiona busca por ativos<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A recente reformulação da política tarifária da Meta, conglomerado proprietário do WhatsApp, provocou um movimento de reorganização contábil nos departamentos de tecnologia de médias e grandes empresas no Brasil. A implementação da cobrança sobre o atendimento receptivo, ou seja, sobre conversas iniciadas pelo próprio consumidor, transformou o serviço de suporte e vendas em uma despesa variável de difícil previsão. Empresas que mantinham estruturas massivas de atendimento na plataforma passaram a arcar com taxas operacionais recorrentes para responder a chamados gerados por seus próprios investimentos em marketing.</p><p>O cenário expõe a fragilidade de gerir operações fundamentais com dependência exclusiva de intermediários tecnológicos globais. A dependência excessiva de ambientes controlados por terceiros afeta a previsibilidade de caixa e compromete o valor de mercado corporativo. O fenômeno atinge com força setores de alta relevância econômica no país, como a construção civil, a saúde suplementar, a educação privada e os sistemas de franquias, onde a frequência de contatos com clientes é elevada e constante.</p><p><strong>Riscos da dependência tecnológica no planejamento até 2027</strong></p><p>A consolidação das projeções de mercado exige que os conselhos de administração reavaliem com urgência a infraestrutura de comunicação das empresas. Em recente análise sobre os setores econômicos em expansão com perspectiva de crescimento até 2027, publicada no <a rel="noopener" target="_blank" href="https://bluestudio.estadao.com.br/agencia-de-comunicacao/releases/releases-geral/setores-que-mais-movimentam-a-economia-ate-2027/" data-mce-target="_blank">Estadão</a>, o especialista em Soberania Digital e fundador do portal <strong><a rel="noopener" target="_blank" href="https://cidadenoar.com" data-mce-target="_blank">Cidade no Ar</a></strong>, Jeferson Sobczack, apontou que a evolução do mercado trará exigências rigorosas quanto ao controle de custos e governança de dados.</p><p>A sustentabilidade operacional dos negócios ao longo dos próximos anos dependerá diretamente da capacidade das marcas de realizar a migração da mídia alugada para ativos tecnológicos próprios. Empresas que pretendem manter posições de liderança e se posicionar como referências para os novos motores de busca por inteligência artificial precisam estabelecer o domínio integral dos seus canais de atendimento, eliminando o pagamento desnecessário de encargos sobre interações comerciais rotineiras.</p><p><strong>A construção da infraestrutura própria como ativo patrimonial</strong></p><p>A gestão prudente dos recursos empresariais recomenda que o líder edifique a estrutura da sua organização em terreno firme, devidamente protegido e sob domínio direto. Transferir a inteligência de negócios, a base de contatos e o histórico de relacionamento comercial para sistemas proprietários é uma decisão estratégica que protege o fluxo de caixa e fortalece o valor institucional da empresa.</p><p>"A utilização de redes sociais e mensageiros mantidos por gigantes da tecnologia, conhecidas como <a rel="noopener" target="_blank" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Big_Tech" data-mce-target="_blank">Big Techs,</a> é um meio válido para a atração de público. Contudo, concentrar toda a jornada do cliente e a operação de suporte exclusivamente nessas ferramentas significa construir o patrimônio da empresa em terreno alugado. O empresário que paga uma taxa para responder a uma dúvida de um cliente que ele próprio atraiu perdeu o controle sobre a margem financeira", declara Jeferson Sobczack. "A governança responsável exige um ecossistema próprio. A implementação de um portal corporativo dotado de atendimento dinâmico, automações nativas e gestão independente de comunicação garante a continuidade dos serviços sem sobressaltos tarifários ou interferências algorítmicas."</p><p>Com a adoção de centrais dinâmicas instaladas em domínios próprios, as equipes de suporte e vendas passam a trabalhar de forma integrada por meio de computadores ou dispositivos móveis. A arquitetura viabiliza notificações em tempo real, mantém a fluidez na interação com o usuário e elimina completamente as taxas sobre o volume de mensagens. O modelo também blinda a operação corporativa contra eventuais revisões de termos em outras plataformas do mesmo grupo, como o Instagram e o Facebook.</p><p><strong>O caminho para a autonomia tecnológica nas empresas</strong></p><p>O movimento em direção à soberania digital não requer a desconexão completa dos aplicativos de mensagens, mas sim o reposicionamento do papel que eles desempenham na jornada comercial. As redes sociais e os aplicativos terceirizados cumprem a função de atrair o interesse inicial, enquanto a consolidação do atendimento, a negociação e a manutenção do relacionamento precisam ocorrer em ecossistemas controlados pela própria organização.</p><p>Para proteger a lucratividade, mitigar os riscos de paralisação e estruturar a empresa para os desafios previstos até 2027, as diretrizes modernas de governança recomendam a transição programada para sistemas proprietários de comunicação.</p><p>Para solicitar uma Auditoria de Governança de Canais e Soberania Digital com o consultor <strong><a rel="noopener" target="_blank" href="https://jefersonsobczack.com.br" data-mce-target="_blank">Jeferson Sobczack</a></strong>, acesse a plataforma <strong><a rel="noopener" target="_blank" href="https://saiadoalugueldigital.com.br" data-mce-target="_blank">Saia do Aluguel Digital</a></strong>. Para acompanhar análises de mercado pautadas na ética e no desenvolvimento econômico das cidades, acesse o portal <strong><a rel="noopener" target="_blank" href="https://cidadenoar.com/jeferson" data-mce-target="_blank">Cidade no Ar</a></strong> e conheça os programas de licenciamento regional.</p><p><strong>Perguntas frequentes (FAQ)</strong></p><p>1. Por que a cobrança por mensagens receptivas afeta a margem das empresas?</p><p>A cobrança sobre mensagens receptivas faz com que a empresa pague uma taxa cada vez que um cliente inicia uma conversa para tirar dúvidas ou solicitar atendimento. Isso transforma o suporte e a captação de leads em um custo variável imprevisível, reduzindo a rentabilidade da operação.</p><p>2. Quais são os riscos de manter a operação comercial dependente de terceiros?</p><p>A dependência de plataformas externas expõe o negócio a reajustes unilaterais de tarifas, a mudanças repentinas nas regras de uso e ao risco de bloqueios automatizados sem suporte humano imediato, o que pode interromper as vendas da noite para o dia.</p><p>3. Como a transição para um ativo próprio protege o patrimônio da empresa?</p><p>A transição centraliza o atendimento e os dados da base de clientes em um ambiente seguro e de custo fixo. Além de eliminar as taxas por mensagem, a empresa garante a posse definitiva dos seus dados e prepara seu conteúdo para ser indexado por mecanismos de busca e inteligência artificial.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/334966?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://saiadoalugueldigital.com.br" rel="noopener">https://saiadoalugueldigital.com.br</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/novo-modelo-da-meta-no-whatsapp-impulsiona-busca-por-ativos.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>neeconomia, neempreendedores, nepropagandaemarketing, negocio, tecnologia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95917041dabb4d248e375a</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:36:32 +0000</pubDate><title>21ª Mostra Mundo Árabe de Cinema reúne sete filmes inéditos</title><description>Produções do Marrocos, Sudão, Tunísia, Egito, Arábia Saudita, Iraque, Líbano e Catar, entre outras, integram a programação. O filme de abertura será Calle Málaga, de Maryam Touzani.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cp/qj/xw/cpqjxwb4pyaao3o6nxslerq6n.jpg"><figcaption>21ª Mostra Mundo Árabe de Cinema reúne sete filmes inéditos<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>Com uma programação de nove filmes, sendo sete inéditos, a <strong>21ª Mostra Mundo Árabe de Cinema</strong>, criada pelo <strong>Instituto da Cultura Árabe</strong> e realizada em parceria com o <strong>Sesc S</strong><strong>ão Paulo </strong><strong>– Servi</strong><strong>ço Social do Com</strong><strong>ércio</strong>, estará em cartaz no CineSesc de 2 a 8 de setembro, apresentando ao público brasileiro histórias, cenários e a conjuntura do mundo árabe, em sua diversidade social, política e cultural. O <a rel="noopener" target="_blank" href="https://mundoarabe2026.icarabe.org/" data-mce-target="_blank">site da Mostra pode ser acessado aqui</a>.</p><p>A Mostra deste ano se realiza em um contexto de grandes mudanças nos diversos países árabes e busca apresentar o mundo árabe em toda a sua complexidade. “São identidades e uma cultura multifacetada, muito viva e em constante transformação”, comenta Soraya Smaili, idealizadora da Mostra. “Salientamos também a maturidade trazida de uma programação que completa 21 anos e que se alinha às comemorações dos 80 anos do SESC-SP, parceiro e realizador desde a primeira exibição, em 2005”, completa.</p><p>As produções revelam uma cinematografia atravessada por memória, território, família, deslocamento e transformação, com filmes do Marrocos, Sudão, Tunísia, Egito, Arábia Saudita, Iraque e Líbano, entre outros países coprodutores. “A programação parte das imagens que os próprios cineastas árabes produzem de suas sociedades. Mais do que oferecer uma representação única da região, interessa-nos revelar uma pluralidade de olhares sobre sociedades vivas, complexas e em permanente transformação”, ressalta o curador Arthur Jafet.</p><p>O filme de abertura, “Calle Málaga”, de Maryam Touzani, é protagonizado por Carmen Maura, estrela do cinema espanhol. Ambientado em Tânger, acompanha uma espanhola de 79 anos determinada a permanecer na cidade onde construiu sua vida quando a filha decide vender seu apartamento. Entre casa, objetos, memória, desejo e pertencimento, Touzani constrói uma história em que identidade e território deixam de obedecer simplesmente às fronteiras dos mapas. “‘Calle Málaga’ é representativo e simbólico, além de ter ganho diversos prêmios em festivais internacionais, por isso escolhemos como filme de estreia”, salienta Soraya Smaili.</p><p>Mais do que organizar os filmes por nacionalidades, nesta edição o ICArabe procurou aproximar obras que se cruzam em seis linhas de força: território, arquivo e imagem recuperada; cotidiano e presença; herança, família e transmissão; humor, crítica social e ironia; juventude, mobilidade e pertencimento; e reconstrução simbólica e legado cultural.  “Em suas diferentes linguagens, esses filmes recusam a ideia de sociedades paradas entre tradição e modernidade. O que vemos são pessoas continuamente reelaborando aquilo que receberam do passado — a memória, a família, a terra, a própria ideia de pertencimento — enquanto procuram imaginar outras formas de futuro. É justamente dessa multiplicidade que emerge o mundo árabe que a Mostra procura revelar”, frisa Arthur Jafet.</p><p>A 21ª Mostra Mundo Árabe de Cinema tem patrocínio da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira e da Casa Árabe, e copatrocínio da Nasser Advogados, além do apoio cultural do Instituto do Sono e da Unifesp|Cátedra Edward Said de Estudos da Contemporaneidade|Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa da Unifesp.</p><p>A programação está disponível <a rel="noopener" target="_blank" href="https://icarabe.org/noticias/21a-mostra-mundo-arabe-de-cinema-memoria-territorio-familia-deslocamento-e-transformacao-permeiam-a-edicao-2026-em-cartaz-no-cinesesc-de-2-a-8-de-setembro-com-sete-filmes-ineditos/" data-mce-target="_blank">neste link</a>.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/327238?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://icarabe.org/" rel="noopener">https://icarabe.org/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/21-mostra-mundo-arabe-de-cinema-reune-sete-filmes-ineditos.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>gosociedade, arobrasdearte, arteeentretenimento</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95915d41dabb4d248e3759</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:36:13 +0000</pubDate><title>Festa de Flores e Morangos de Atibaia apresenta novidades</title><description>A 44ª Festa de Flores e Morangos de Atibaia ocorre de 4 a 27 de setembro, das 9h às 18h, no Parque Ecológico. A edição traz um Jardim Japonês com torii de concreto, carrinho elétrico para pessoas com mobilidade reduzida, Jardim Sensorial, Salão do Artesão e Pavilhão de Flores com tema “Kibō – a esperança!”. Ingressos variam entre R$35 e R$70, com opções solidárias.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6a/a1/dn/6aa1dn6whja15cc7a8z890vgs.jpg"><figcaption>Festa de Flores e Morangos de Atibaia apresenta novidades<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A Associação Hortolândia de Atibaia, com apoio da Prefeitura Municipal e de patrocinadores, realizará a 44ª Festa de Flores e Morangos de Atibaia entre 4 e 27 de setembro, de sexta a domingo e no feriado de 7 de setembro, das 9h às 18h, no Parque Ecológico Atibaia, localizado na Av. Nobuyuki Hiranaka, 566.</p><p>A programação inclui a inauguração de um Jardim Japonês que apresenta um torii de concreto com 5 metros de altura e 6 metros de largura, considerado um dos maiores do país, além de lago ornamental, paisagismo e casa tradicional japonesa. O espaço visa a proporcionar contemplação e reforçar a herança cultural japonesa presente na história da festa.</p><p>Para melhorar a acessibilidade, será disponibilizado um carrinho elétrico destinado ao transporte de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, facilitando o deslocamento ao Jardim Japonês e ao segundo platô do parque. O evento também contará com áreas de descanso, coberturas e pontos de hidratação.</p><p>Um Jardim Sensorial será instalado para oferecer uma experiência multissensorial com aromas, texturas, cores e formas, ampliando a conexão dos visitantes com a natureza e reforçando o compromisso com a inclusão e a educação ambiental.</p><p>O Salão do Artesão de Atibaia reunirá produtores locais, permitindo a exposição e comercialização de peças artesanais que refletem a identidade cultural do município, contribuindo para a economia criativa da região.</p><p>O Pavilhão de Exposição de Flores terá como tema 'Kibō – a esperança!, apresentando mais de um milhão de pétalas, madeiras queimadas, bambus, pedras e água, distribuídos em mais de 20 ambientes. O espaço incluirá áreas instagramáveis, ikebana estilo sogetsu e produtos de produtores rurais.</p><p>Os ingressos são comercializados em três modalidades: inteira (R$70), meia‑entrada (R$35) para estudantes, idosos, pessoas com deficiência, professores da rede pública e jovens de baixa renda, e ingresso parceiro (R$50) mediante a doação de um quilo de alimento não perecível. Na sexta‑feira, 11 de setembro, haverá entrada solidária, também mediante a doação de um quilo de alimento.</p><p>A venda de ingressos está disponível online no site https://www.floresemorangos.com.br/ e nas bilheterias do parque durante o evento. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone 0800‑055‑5979 (ligação) ou WhatsApp (11) 96570‑6147, de segunda a sexta, das 8h30 às 17h.</p><p>O acesso ao Parque Ecológico Atibaia se dá pela Rodovia Dom Pedro I, saída 79 (km 79), no sentido Atibaia-Campinas, ou pela saída para B. Pires/V. D. Pedro I, no sentido Campinas-Atibaia.</p><p>A realização da festa conta com a colaboração da Associação dos Produtores de Morangos de Atibaia e Jarinu, Sindicato Rural de Atibaia, Pro‑Flor, SAAE, Graal, Rota das Bandeiras, Convention & Visitors Bureau, além de patrocínio de empresas como Sakata, Ball, Bioplugs, PME Seguros, Silk Plack, Ata7, Sicredi, Lago Azul e Villa Net.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/322596?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://www.floresemorangos.com.br" rel="noopener">https://www.floresemorangos.com.br</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/festa-de-flores-e-morangos-de-atibaia-apresenta-novidades.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>negocio, arobrasdearte, esviagens, stsustentabilidade, inagronegocios, eneventos</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a9591591a2f1da8381ffdfb</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:36:09 +0000</pubDate><title>Seguro D&amp;O ganha espaço na gestão de PMEs no Brasil</title><description>A Genebra Corretora de Seguros avalia como o seguro de responsabilidade civil de administradores, conhecido como D&amp;O, tem sido incorporado por pequenas e médias empresas em processo de profissionalização, ajudando a proteger o patrimônio pessoal de sócios e executivos diante de decisões corporativas cada vez mais complexas.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9v/rl/e7/9vrle72ofea6wxwocruxcz3zz.jpg"><figcaption>Seguro D<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>À medida que uma pequena ou média empresa cresce, a complexidade das decisões tomadas por sócios, administradores e executivos aumenta na mesma proporção, e com ela se ampliam os riscos jurídicos associados à gestão do negócio. Nesse cenário, o Seguro de Responsabilidade Civil de Diretores e Administradores, conhecido pela sigla <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.genebraseguros.com.br/linhas-financeiras/responsabilidade-civil/seguro-do" data-mce-target="_blank">D&O (Directors and Officers)</a>, tem deixado de ser um produto restrito a grandes corporações para se tornar um instrumento de gestão de riscos também entre empresas de menor porte que buscam se profissionalizar.</p><p>O movimento acompanha a relevância crescente das pequenas e médias empresas na economia brasileira. Levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (<a rel="noopener" target="_blank" href="https://agenciasebrae.com.br/dados/pequenos-negocios-somam-24-milhoes-de-empresas-ativas/" data-mce-target="_blank">Sebrae</a>) mostra que os pequenos negócios respondem por 95% do total de empresas ativas no país e por 26,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, além de concentrarem parcela relevante da geração de empregos formais. O dado reforça a necessidade de estruturas de governança e <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.genebraseguros.com.br/para-que-serve-o-seguro-do/" data-mce-target="_blank">proteção patrimonial</a> compatíveis com esse peso econômico, à medida que essas empresas ganham escala e complexidade.</p><p><strong>Diagnóstico de risco antecede a contratação da apólice</strong></p><p>Para Guilherme Silveira, CEO da Genebra Seguros, o <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.genebraseguros.com.br/rc-ou-do-de-qual-seguro-sua-empresa-realmente-precisa/" data-mce-target="_blank">D&O</a> funciona como uma ferramenta de gestão que ajuda a empresa a incorporar uma cultura mais estruturada diante de riscos. “O seguro passa a funcionar como uma ferramenta de gestão de riscos, protegendo o patrimônio pessoal dos administradores diante de determinadas responsabilidades decorrentes de sua atuação”, afirma o executivo.</p><p>De acordo com ele, essa <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.genebraseguros.com.br/seguro-do-como-protecao-a-gestao-de-startups/" data-mce-target="_blank">proteção</a> é especialmente relevante para companhias em expansão, que estão atraindo investidores ou assumindo uma estrutura corporativa mais complexa.</p><p>O especialista pondera, no entanto, que a simples contratação de uma apólice não garante <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.genebraseguros.com.br/seguro-do-tudo-o-que-voce-precisa-saber/" data-mce-target="_blank">proteção</a> eficaz caso a cobertura não esteja alinhada ao risco real do negócio. “Uma empresa madura não é aquela que simplesmente possui muitas apólices, mas aquela que conhece seus riscos e toma decisões conscientes sobre como administrá-los”, explica Silveira. Para chegar a esse diagnóstico, a corretora avalia previamente a realidade operacional de cada cliente, considerando a estrutura societária, o perfil dos administradores, a atividade exercida e a exposição regulatória e jurídica do negócio.</p><p><strong>Rede de parceiros amplia opções de cobertura</strong></p><p>A capacidade de oferecer soluções compatíveis com riscos pouco padronizados, segundo o CEO, está diretamente relacionada à extensão da rede de seguradoras parceiras da corretora. “Temos mais de 50 seguradoras parceiras”, revela Silveira, ao explicar que essa rede permite atuação mais independente na combinação entre cobertura, serviço e preço. Para uma empresa de médio porte em fase de crescimento, o acesso a diferentes mercados e capacidades de subscrição pode representar diferença relevante na hora de estruturar a <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.genebraseguros.com.br/seguro-do-protecao-estrategica-a-gestao/" data-mce-target="_blank">proteção</a> mais adequada ao seu momento de negócio.</p><p>Esse modelo de atuação está associado ao que a corretora chama de Método Genebra, uma metodologia que parte do diagnóstico dos principais riscos do negócio antes de indicar qualquer produto. “Nós não queremos começar a conversa pelo produto. Queremos começar pelo risco”, resume o CEO.</p><p>Na sua percepção, o processo não se encerra na emissão da apólice: a corretora mantém acompanhamento do contrato, apoio em sinistros e revisão periódica das coberturas conforme a evolução patrimonial e operacional da empresa contratante.</p><p><strong>Tecnologia soma-se à análise técnica especializada</strong></p><p>Para Silveira, a combinação entre especialização, diagnóstico de risco e uso de tecnologia é o que diferencia a estruturação de uma cobertura <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.genebraseguros.com.br/o-que-e-o-seguro-do/" data-mce-target="_blank">D&O</a> adequada às necessidades específicas de cada empresa. “A tecnologia entra como uma ferramenta para tornar essa jornada mais simples, ágil e eficiente, sem abrir mão da análise humana e da expertise técnica”, pontua.</p><p>Segundo o executivo, não existe uma solução padronizada válida para todos os perfis de negócio, já que uma empresa familiar em processo de profissionalização enfrenta riscos distintos de uma companhia que recebeu aporte de investidores ou passou a adotar governança mais sofisticada.</p><p>“O mercado de seguros corporativos vive um momento de transição na forma como é percebido pelas empresas, deixando de ser tratado apenas como despesa para ganhar espaço como parte da estratégia de gestão de riscos. Conforme as pequenas e médias empresas crescem, passam a ter acesso a soluções que antes eram associadas quase exclusivamente às grandes corporações, ampliando a possibilidade de decisões estratégicas com maior segurança jurídica para sócios e administradores”, acentua o CEO da Genebra.</p><p>Fundada em 2014 e voltada ao atendimento de demandas do mercado corporativo, a Genebra Seguros reúne especialistas com histórico no mercado financeiro e de seguros, atuando na avaliação e recomendação de soluções de proteção patrimonial para empresas de diferentes portes e segmentos.</p><p>Para mais informações, basta acessar: <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.genebraseguros.com.br/" data-mce-target="_blank">https://www.genebraseguros.com.br/</a></p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/335598?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://www.genebraseguros.com.br/" rel="noopener">https://www.genebraseguros.com.br/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/seguro-d-o-ganha-espaco-na-gestao-de-pmes-no-brasil.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>neecommerce, nerelacoescominvestidores, nestartups, neseguros, neempreendedores, negocio</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a9591531a2f1da8381ffdfa</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:36:04 +0000</pubDate><title>Com 652 mil alunos no Direito, prática vira diferencial</title><description>O curso de Direito soma 652,9 mil matrículas no Censo da Educação Superior de 2024, do Inep, e a correspondência jurídica surge como caminho de experiência antes da formatura. Priscila Pinheiro e Gian Nunes, do Correspondente Dinâmico, explicam quais atividades já podem ser assumidas por estudantes e como o cadastro na plataforma conecta profissionais a demandas em todo o país.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/72/8i/nh/728inhmh84s1z72fvj88zqw7g.jpg"><figcaption>Com 652 mil alunos no Direito, prática vira diferencial<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>O curso de Direito alcançou 652,9 mil matrículas e está entre as três graduações com maior número de estudantes no Brasil, segundo o <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pedagogia-direito-veja-ranking-dos-10-cursos-com-mais-alunos-matriculados/" data-mce-target="_blank">Censo da Educação Superior de 2024</a>, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O volume expressivo de futuros profissionais recoloca uma questão antiga em evidência: como esses estudantes podem construir experiência antes de concluir a graduação, período em que a correspondência jurídica desponta como uma das portas de entrada para a rotina da profissão.</p><p>A <a rel="noopener" target="_blank" href="https://correspondentedinamico.com.br/cadastro-advogado-correspondente-juridico?orig=71&source=cdd-dinocadastro" data-mce-target="_blank">correspondência jurídica</a> abrange um conjunto de tarefas mais amplo do que a atuação privativa da advocacia. Segundo Priscila Pinheiro, advogada e CEO do <a rel="noopener" target="_blank" href="http://correspondentedinamico.com.br/?orig=71&source=cdd-dinosite" data-mce-target="_blank">Correspondente Dinâmico</a>, existem atividades de apoio que não exigem inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e podem representar uma oportunidade de experiência para estudantes e bacharéis, desde que respeitados os limites legais de cada função.</p><p>“Entre elas estão a obtenção de documentos e certidões, protocolos e entregas, levantamentos de informações, acompanhamento de procedimentos administrativos e determinadas diligências em cartórios, órgãos públicos e instituições privadas”, enumera a advogada. Para ela, esse contato com a rotina jurídica é especialmente relevante ao estudante, pois permite vivenciar situações que complementam o conhecimento adquirido na faculdade.</p><p><strong>Do cadastro à disputa por demandas</strong></p><p>O cofundador e especialista em tecnologia da plataforma, Gian Nunes, explica que o <a rel="noopener" target="_blank" href="https://correspondentedinamico.com.br/cadastro-advogado-correspondente-juridico?orig=71&source=cdd-dinocadastro" data-mce-target="_blank">cadastro no Correspondente Dinâmico</a> é gratuito e permite que o profissional crie um perfil, informe as localidades e áreas em que deseja atuar e passe a integrar o diretório. A partir disso, torna-se possível acompanhar a existência de demandas compatíveis com o perfil e a região de atuação.</p><p>“Estar no diretório também aumenta a possibilidade de ser encontrado por escritórios e outros contratantes que procuram apoio local”, afirma Nunes. Ele acrescenta que, para quem ainda está construindo sua rede profissional, essa presença reduz a dependência exclusiva de indicações pessoais e cria um novo canal de contato com o setor.</p><p>O <a rel="noopener" target="_blank" href="https://painel.correspondentedinamico.com.br/premium-v2?orig=71&source=cdd-dinopremium" data-mce-target="_blank">plano Premium</a> amplia a forma como o correspondente acessa e disputa oportunidades. Nas cidades ativas em seu plano, o profissional consegue visualizar os detalhes das demandas disponíveis e enviar propostas diretamente aos contratantes, o que torna a participação mais ativa.</p><p>“Em vez de apenas manter um perfil disponível para ser localizado, ele pode avaliar as oportunidades e decidir quais fazem sentido para sua região, disponibilidade e perfil profissional”, descreve Priscila Pinheiro. A CEO pondera que o retorno financeiro depende da quantidade de serviços efetivamente contratados e dos valores negociados em cada demanda.</p><p><strong>Uma década de conexões profissionais</strong></p><p>Com mais de dez anos de operação, a plataforma foi ajustando sua tecnologia para diminuir a distância entre contratantes e correspondentes, considerando fatores como localização e perfil de atuação na distribuição das oportunidades. O crescimento da base, segundo Gian Nunes, criou um efeito de rede que amplia a capacidade de atendimento.</p><p>“Quanto maior a presença de correspondentes em diferentes localidades, maior a capacidade de atender contratantes que possuem demandas espalhadas pelo país”, avalia o especialista. Dessa forma, uma oportunidade criada por um escritório pode chegar a profissionais capazes de executá-la localmente, tornando mais organizada e escalável uma busca que antes dependia de contatos e indicações.</p><p>Para Priscila Pinheiro, um dos maiores desafios de quem ainda está na faculdade é romper o ciclo em que a experiência é exigida justamente de quem procura a primeira oportunidade. A correspondência jurídica, de acordo com a advogada, pode ser uma maneira de construir essa vivência de forma gradual, conciliando determinadas demandas com os estudos e conhecendo o funcionamento de cartórios, órgãos públicos e outras estruturas presentes na rotina da área.</p><p>“A correspondência não exige necessariamente experiência prévia, sendo uma excelente oportunidade para estudantes se inserirem no mercado jurídico, mesmo ainda na faculdade, já adquirindo experiência, o que faz toda a diferença em sua trajetória profissional”, conclui.</p><p>Para mais informações, basta acessar: <a rel="noopener" target="_blank" href="https://correspondentedinamico.com.br/cadastro-advogado-correspondente-juridico?orig=71&source=cdd-dinocadastro" data-mce-target="_blank">https://correspondentedinamico.com.br</a></p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/332952?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://correspondentedinamico.com.br" rel="noopener">https://correspondentedinamico.com.br</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/com-652-mil-alunos-no-direito--pratica-vira-diferencial.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>tecnologia, negocio, nepropagandaemarketing, goeducacao, scjudiciario</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a9582a21a2f1da8381ffdeb</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 13:33:22 +0000</pubDate><title>E-commerce tem 30 dias para a decisão da Reforma Tributária</title><description>A janela de opção entre Simples tradicional e Simples híbrido abre em 1º de setembro e fecha em 30 de setembro. Quem não decidir, fica no modelo padrão por todo o primeiro semestre de 2027. Para especialistas, a régua que o mercado está usando não serve para quem vende em marketplace.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cc/9q/x6/cc9qx6qv2ie9c9c7fwnokm49t.jpg"><figcaption>E-commerce tem 30 dias para a decisão da Reforma Tributária<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><div>Entre 1º e 30 de setembro de 2026, as empresas optantes pelo Simples Nacional precisam decidir se vão recolher os dois novos tributos da Reforma Tributária, o IBS e a CBS, dentro da guia única do Simples ou pelas regras do regime regular, o modelo que o mercado chama de Simples híbrido. A janela foi fixada pela Resolução CGSN nº 186/2026 e detalhada pela Resolução CGSN nº 190/2026, publicada em edição extra do Diário Oficial em 10 de agosto. A opção é semestral, se formaliza no Portal do Simples Nacional e produz efeitos a partir de 1º de janeiro de 2027.</div><div> Quem não fizer nada permanece no modelo padrão, com IBS e CBS dentro do DAS. A próxima oportunidade de mudar só abre em março de 2027 e vale apenas para o segundo semestre daquele ano. Quem optar em setembro pode voltar atrás até o último dia de novembro de 2026.</div><div> Para <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.instagram.com/eduardosampaio.br/" data-mce-target="_blank">Eduardo Sampaio</a>, CEO da <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.contabilizaecom.com.br/" data-mce-target="_blank">ContabilizaEcom</a>, contabilidade especializada em e-commerce que nasceu dentro de uma operação de e-commerce, o problema não é a complexidade da escolha, mas o fato de ela estar acontecendo enquanto o setor discute outro assunto.</div><div> "O mercado inteiro passou o ano se preparando para uma data que mudou e vai perder uma data que não mudou", afirma Sampaio, que também comanda a <a rel="noopener" target="_blank" href="https://cozena.com.br/" data-mce-target="_blank">COZENA</a>, operação de venda online presente em Mercado Livre, Amazon, Shopee e TikTok Shop.</div><div>Desde o começo do ano, o comércio eletrônico discute o split payment, mecanismo que separa o imposto no momento da liquidação financeira da venda, antes de o dinheiro chegar na conta do vendedor. Em 12 de agosto, em reunião do Comitê Gestor do IBS realizada em São Paulo, o colegiado informou que o mecanismo não estará disponível em janeiro de 2027. A implementação exige mais tempo e as próprias instituições financeiras pediram prazo adicional. Quando chegar, a primeira etapa será opcional e voltada a operações entre empresas. Para 2027, a alternativa prevista é o Recolhimento pelo Adquirente, o RAD, em que o comprador assume o recolhimento, também em caráter opcional.</div><div> <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.instagram.com/eduardosampaio.br/" data-mce-target="_blank">Sampaio</a> faz questão de separar o que o adiamento significa e o que ele não significa. "Adiaram para os bancos, não para o vendedor. O efeito no caixa continua no mapa, só mudou de data e de nome. Quem leu a notícia como alívio vai chegar lá com o mesmo caixa despreparado e sem a desculpa do prazo."</div><div> O que não foi adiado é a entrada dos tributos. Em 2027, a CBS passa a ser cobrada de fato e substitui PIS e Cofins, enquanto o IBS permanece em alíquota de teste em 2027 e 2028. A substituição do ICMS e do ISS acontece de forma progressiva entre 2029 e 2032, com a extinção dos dois tributos em 2033. E desde 3 de agosto de 2026 as empresas de fora do Simples Nacional já precisam preencher os campos de IBS e CBS na NF-e, com a alíquota-teste de 1%, sendo 0,9% de CBS e 0,1% de IBS. Em 2026 o destaque tem caráter informativo e não gera recolhimento para quem cumpre as obrigações acessórias previstas.</div><div> A orientação que circula é direta: quem vende para consumidor final permanece no Simples tradicional, porque o comprador não aproveita crédito; quem vende para empresa avalia o regime regular. Sampaio considera a regra correta para a maioria dos negócios e rasa para o comércio eletrônico.</div><div> "Essa régua olha só para quem compra de você e ignora o que você compra", diz o CEO da <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.contabilizaecom.com.br/" data-mce-target="_blank">ContabilizaEcom</a>. "O seller de Marketplace perfil de varejo e estrutura de custo de indústria. Comissão de plataforma, frete, fulfillment, anúncios, embalagens e aquisição de mercadoria importada. No regime regular, todos esses itens podem gerar créditos. Dentro do DAS, nada disso gera."</div><div> Ele afirma que a conta muda de sinal conforme o peso dessas entradas sobre a receita e que não existe resposta única. "Tenho cliente com 40% da receita indo embora em comissão, frete e anúncio, e tenho cliente com 12%. São dois negócios que aparecem no mesmo anexo do Simples e que precisam de decisões opostas em setembro. Quem responde isso analisar os custos item a item está chutando."</div><div> O especialista lembra ainda que, pela Resolução CGSN nº 190/2026, o sublimite de R$ 3,6 milhões, que vale para o ICMS e o ISS, passa a alcançar também o IBS, o que puxa a decisão para dentro do planejamento de crescimento da operação.</div><div> Sampaio elenca quatro frentes para quem vende em Marketplace:</div><div> Abrir a estrutura de custo antes de decidir. Levantar quanto da receita vai para comissões, frete, Fulfillment, anúncio, embalagem e mercadoria, porque é essa proporção que define qual dos dois modelos custa menos;</div><div> Simular os dois cenários com números reais. Comparar carga efetiva no modelo unificado e no regime regular com o faturamento e o mix de produtos da própria operação, não com um exemplo genérico;</div><div> Usar a janela de cancelamento como seguro. Em caso de dúvida fundada, a opção feita em setembro pode ser cancelada até o último dia de novembro, o que dá dois meses de validação. Quem não optar não tem janela de arrependimento: a próxima chance é março de 2027, valendo apenas para o segundo semestre;</div><div> Tratar o caixa de 2027 como projeto separado. O adiamento do split payment não elimina o efeito, apenas move o calendário. A reserva equivalente ao imposto que atualmente permanece no caixa continua sendo o exercício mais importante do ano.</div><div> "Quem não decidir em setembro decidiu ficar no modelo padrão", conclui <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.instagram.com/eduardosampaio.br/" data-mce-target="_blank">Eduardo Sampaio</a>. "Não decidir é uma decisão. Ela só não passa pela sua mesa."</div><div> A <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.contabilizaecom.com.br/" data-mce-target="_blank">ContabilizaEcom</a> é uma contabilidade especializada em e-commerce, com sede em Curitiba (PR), que atende vendedores de marketplaces como Mercado Livre, Amazon, Shopee e TikTok Shop em todo o Brasil. A empresa nasceu dentro de uma operação de e-commerce e atua em contabilidade, planejamento tributário, auditoria fiscal e adequação dos sellers à Reforma Tributária, atendendo empresas do Simples Nacional e do Lucro Real.</div><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/336375?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://www.contabilizaecom.com.br/" rel="noopener">https://www.contabilizaecom.com.br/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/e-commerce-tem-30-dias-para-a-decisao-da-reforma-tributaria.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>negocio, gopoliticas, neeconomia, neecommerce, nevarejo</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95829841dabb4d248e373e</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 13:33:13 +0000</pubDate><title>Ansiedade e cannabis medicinal: o que a ciência diz</title><description>Pesquisas investigam o papel dos canabinoides em mecanismos relacionados à ansiedade, enquanto o crescimento dos transtornos mentais amplia o debate sobre novas possibilidades terapêuticas.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dw/k7/hs/dwk7hs3bx86zdemkuqb9okuqi.jpg"><figcaption>Ansiedade e cannabis medicinal: o que a ciência diz<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>Os transtornos de ansiedade estão entre os problemas de saúde mental mais frequentes no mundo. Segundo a <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/anxiety-disorders" data-mce-target="_blank">Organização Mundial da Saúde (OMS)</a>, cerca de 359 milhões de pessoas viviam com algum transtorno de ansiedade em 2021, o equivalente a 4,4% da população mundial. No Brasil, estimativas da organização referentes a 2015 apontaram prevalência de <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.paho.org/pt/node/64571" data-mce-target="_blank">9,3% da população</a>. Na prática, aproximadamente <strong>9 em cada 100 brasileiros</strong> conviviam com algum transtorno de ansiedade naquele levantamento. Transformações nas relações de trabalho, insegurança econômica, hiperconectividade, redes sociais e mudanças sociais fazem parte de um cenário em que estresse e sofrimento psíquico ganharam espaço no debate sobre saúde pública.</p><p>Entre os tratamentos disponíveis estão a psicoterapia, mudanças de estilo de vida e medicamentos ansiolíticos e antidepressivos, importantes para muitos pacientes. Um estudo publicado na revista <em>Ciência & Saúde Coletiva</em>, com dados do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC) da Anvisa nas 27 capitais brasileiras, identificou aumento de <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.scielo.br/j/csc/a/LZdp4JrmHzn6XbXff4TVpyN/" data-mce-target="_blank">72% no consumo de ansiolíticos benzodiazepínicos</a> analisados entre 2010 e 2012. O dado é histórico, mas ajuda a dimensionar a presença desse tipo de medicamento no tratamento da ansiedade no país.</p><p>Apesar da existência de tratamentos eficazes, a OMS estima que apenas cerca de <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/anxiety-disorders" data-mce-target="_blank">uma em cada quatro pessoas</a> que necessitam de cuidados para transtornos de ansiedade receba tratamento adequado. A resposta varia entre indivíduos, e a busca por alternativas terapêuticas ampliou o interesse científico por outros mecanismos envolvidos na regulação do estresse, do medo e das respostas emocionais, entre eles o sistema endocanabinoide.</p><p><strong>O que o sistema endocanabinoide tem a ver com a ansiedade?</strong></p><p>O sistema endocanabinoide faz parte do organismo humano. O corpo produz substâncias que interagem com receptores desse sistema, presentes em diferentes regiões e tecidos e relacionados a processos como a resposta ao estresse, medo, humor, sono e memória emocional. Essa relação ajuda a explicar por que canabinoides encontrados na <em>Cannabis sativa</em>, especialmente o canabidiol (CBD), passaram a ser investigados em estudos sobre ansiedade.</p><p>Embora tenham origem na mesma planta associada ao uso recreativo, os produtos utilizados para fins medicinais possuem formulações, concentrações, formas de uso e controles próprios. <strong>Cannabis medicinal e uso recreativo são contextos diferentes</strong>, e sua utilização terapêutica envolve avaliação individualizada e acompanhamento profissional.</p><p><strong>O que as pesquisas já encontraram?</strong></p><p>Uma <a rel="noopener" target="_blank" href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38924898/" data-mce-target="_blank">meta-análise publicada em 2024</a>, metodologia que reúne estatisticamente resultados de diferentes estudos, analisou oito pesquisas com 316 participantes e encontrou efeito estatisticamente significativo do CBD sobre sintomas de ansiedade. Os autores, porém, ressaltam a necessidade de estudos maiores e mais rigorosos.</p><p>No Brasil, pesquisadores ligados à Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP realizaram um <a rel="noopener" target="_blank" href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21307846/" data-mce-target="_blank">estudo duplo-cego com pacientes com transtorno de ansiedade social</a>. Em um teste de fala em público, utilizado para provocar ansiedade em ambiente controlado, os pesquisadores observaram redução de medidas de ansiedade após a administração de CBD em comparação ao controle. O resultado contribuiu para ampliar o interesse científico pelo tema, mas não pode ser generalizado para todos os transtornos ou pacientes.</p><p>Em conjunto, diferentes tipos de estudos sustentam o interesse científico pela relação entre canabidiol e ansiedade. Ao mesmo tempo, a dose, a duração do tratamento, a formulação, as interações medicamentosas e as diferenças individuais continuam sendo investigadas. Os resultados são promissores, mas a avaliação de cada paciente permanece fundamental.</p><p><strong>Da pesquisa para a prática clínica</strong></p><p>A cannabis medicinal já não está restrita aos laboratórios de pesquisa. No Brasil, produtos derivados de cannabis são prescritos por profissionais legalmente habilitados e o acesso ocorre dentro das regras estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2026/anvisa-publica-perguntas-e-respostas-sobre-a-autorizacao-sanitaria-de-produtos-de-cannabis/" data-mce-target="_blank">marco regulatório</a> foi atualizado em 2026 e contempla a fabricação e a importação de produtos de cannabis para uso medicinal humano.</p><p>Não existe, porém, uma solução única para todos os pacientes. Diagnóstico, histórico de saúde, medicamentos em uso, composição do produto e objetivos terapêuticos são fatores que precisam ser considerados. Concentrações e proporções de canabinoides também podem variar. Por isso, o uso medicinal envolve avaliação, prescrição, acesso dentro das regras sanitárias e acompanhamento do paciente.</p><p><strong>Informação também faz parte do tratamento</strong></p><p>O crescimento do interesse pela cannabis medicinal trouxe um desafio: organizar uma quantidade cada vez maior de informações, produtos e possibilidades em um caminho compreensível para quem busca tratamento. Surgem dúvidas sobre qual profissional procurar, quando a cannabis pode ser considerada, como funciona a prescrição, quais produtos estão disponíveis e como ocorre o acompanhamento.</p><p>É nesse percurso que atua a <a rel="noopener" target="_blank" href="https://ecocannabis.com.br/" data-mce-target="_blank"><strong>EcoCannabis</strong></a>. O hub conecta pacientes a profissionais habilitados e oferece orientação nas diferentes etapas do acesso à cannabis medicinal. A proposta não é substituir avaliação, diagnóstico ou prescrição médica, mas facilitar o caminho entre a busca por informação, o atendimento especializado, o acesso ao tratamento e o acompanhamento do tratamento.</p><p><strong>Mais informações estão disponíveis em: </strong><a rel="noopener" target="_blank" href="https://ecocannabis.com.br/" data-mce-target="_blank">https://ecocannabis.com.br/</a></p><p>Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação, diagnóstico ou prescrição por profissional de saúde habilitado.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/335302?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://ecocannabis.com.br/" rel="noopener">https://ecocannabis.com.br/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/ansiedade-e-cannabis-medicinal--o-que-a-ciencia-diz.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>nestartups, gosociedade, negocio, estilodevida, sasaudebemestar, ciencia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a9582931a2f1da8381ffdea</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 13:33:08 +0000</pubDate><title>Selo 7PEGG reconhece práticas colaborativas no trabalho</title><description>Certificação criada pela plataforma Educação para Gentileza e Generosidade (EGG) propõe medir práticas de gentileza, respeito e colaboração em ambientes de trabalho como forma de proteção à saúde mental e relacional; selo já reconheceu quatro organizações no país.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3v/kt/2b/3vkt2bbq7yc73hi161i7qe4s1.jpg"><figcaption>Selo 7PEGG reconhece práticas colaborativas no trabalho<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A atualização da Norma Regulamentadora 1 (NR‑1), publicada em 26 de maio de 2026, incluiu explicitamente os fatores de risco psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), ampliando a responsabilidade das organizações quanto à saúde mental e às relações de trabalho no Brasil.</p><p>Nesse contexto, a <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.gentilezagenerosidade.com.br/indicadoressociotransformacionais" data-mce-target="_blank">certificação Selo Pró‑Social 7PEGG</a>, criada pela plataforma <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.gentilezagenerosidade.com.br/" data-mce-target="_blank">Educação para Gentileza e Generosidade (EGG)</a> e desenvolvida pela Umbigo do Mundo Comunicação, passou a avaliar empresas e instituições brasileiras segundo sete princípios – gentileza, generosidade, solidariedade, sustentabilidade, diversidade, respeito e cidadania – por meio de um questionário composto por 43 questões que medem percepção geral e categorias específicas de convivência, como atitude individual, percepção do outro, liderança e conduta corporativa.</p><p>A iniciativa surgiu da constatação de que fatores relacionais, culturais e humanos, muitas vezes invisíveis, influenciam a produtividade e a qualidade de vida no trabalho. A <a rel="noopener" target="_blank" href="https://umbigodomundo.com.br/" data-mce-target="_blank">Umbigo do Mundo</a>, com 27 anos de atuação e experiência em mais de 250 ambientes de trabalho, desenvolveu os Indicadores Pró‑Sociais 7PEGG para tornar mensuráveis esses aspectos.</p><p>"Vivemos uma aceleração das demandas impulsionada pela virtualização dos processos, o excesso de estímulos e a chamada 'infoxicação', que fragmentam a atenção e aumentam a sobrecarga. No plano emocional e relacional, cresce uma intolerância generalizada, muitas vezes acompanhada de desrespeito e discriminações veladas, além de uma dificuldade crescente de escuta e empatia. Soma-se a isso uma dimensão existencial, marcada pela falta de perspectiva de futuro e pela perda de sentido no trabalho, o que afeta diretamente o engajamento e a qualidade das relações", explicou Marina Pechlivanis, sócia da Umbigo do Mundo.</p><p>"Avaliar os 7PEGG permite mapear 'se e como' esses valores se expressam em decisões e práticas cotidianas. Colocá‑los em prática é como adotar um 'EPI comportamental', medida preventiva que pode proteger a saúde mental, relacional e social nos ambientes de trabalho. Os indicadores não apenas medem, mas orientam, educam e transformam, tornando visível aquilo que, por muito tempo, foi tratado como intangível", completou a mesma interlocutora.</p><p>Até o momento, quatro organizações foram certificadas. A primeira foi a empresa Morena Agro, localizada em Mato Grosso, cuja coordenadora de Gente & Gestão, Thayane Souza Costa, atribuiu o resultado à trajetória da companhia: "Viemos de uma história simples, de raiz, e sabemos que são as pessoas e as relações que sustentam qualquer resultado. Estamos mais humanos, mais próximos e mais conscientes".</p><p>A ONG Observatório do Terceiro Setor, de São Paulo, recebeu o selo. Na ocasião, o superintendente Diego Scala destacou a importância para a missão institucional: "É crucial que a gente proporcione um ambiente de trabalho acolhedor e humanizado".</p><p>No Centro Educacional Inovação, em Pombos (PE), a diretora Mylena Cavalcanti resumiu o impacto prático: "Quando a gente transforma gentileza, generosidade e respeito em indicadores, conseguimos acompanhar, medir e cuidar melhor das relações".</p><p>Por fim, o Grupo Bueno, de São Caetano do Sul (SP), atuante nos segmentos de arquitetura e cenografia, representado por Leila Malvezzi Bueno, afirmou que o conhecimento dos indicadores permite converter percepção em ação: "Criamos um ambiente em que as pessoas se sintam respeitadas, ouvidas e parte da construção. O selo Pró‑Social reconhece justamente esse compromisso que buscamos viver todos os dias".</p><p>A Educação para Gentileza e Generosidade (EGG) se apresenta como um movimento de mobilização social que oferece metodologias de ensino, prêmios para escolas, dinâmicas de treinamento para ambientes de trabalho, estudos, pesquisas, testes, manuais de autoconhecimento e eventos gratuitos, visando disseminar informações, estimular mudanças de hábitos e gerar efeitos sistêmicos em diferentes públicos.</p><p>Historicamente, não existiam ferramentas estruturadas para mensurar comportamentos pró‑sociais no ambiente corporativo. Os Indicadores Pró‑Sociais 7PEGG preenchem essa lacuna ao proporcionar métricas contínuas orientadas por valores humanos, considerados essenciais para a convivência saudável e para a qualidade da produção.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/320197?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://www.gentilezagenerosidade.com.br/indicadoressociotransformacionais" rel="noopener">https://www.gentilezagenerosidade.com.br/indicadoressociotransformacionais</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/selo-7pegg-reconhece-praticas-colaborativas-no-trabalho.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>sasaudebemestar, stsustentabilidade, gosociedade, negocio, industrias</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95828f1a2f1da8381ffde9</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 13:33:04 +0000</pubDate><title>Pink Marshmallow: tendência para os looks de treino</title><description>Tonalidade pink ganha destaque nos looks esportivos</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3u/x3/02/3ux3024rx4p36k7eoj3dga28w.jpg"><figcaption>Pink Marshmallow: tendência para os looks de treino<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>Esquecidos por algumas temporadas, os tons de rosa voltam a ganhar espaço nas coleções de moda esportiva para a primavera-verão. O movimento ocorre em um momento de expansão do mercado de <em>activewear</em> e de aproximação entre roupas desenvolvidas para a prática de exercícios e peças incorporadas ao vestuário cotidiano.</p><p>Segundo levantamento da Grand View Research, o mercado global de <em>activewear</em> movimentou US$ 440,4 bilhões em 2025 e deve alcançar US$ 920 bilhões até 2033, com crescimento médio anual estimado em 9% entre 2026 e 2033. O público feminino respondeu por 47,9% das receitas do setor em 2025. Entre os fatores apontados para a expansão estão o aumento da participação das mulheres em atividades esportivas e de fitness e a procura por roupas que combinem funcionalidade e estilo dentro e fora dos espaços de exercício.</p><p>Nesse cenário, as cores também acompanham as mudanças nas coleções. Para a nova temporada, o rosa aparece entre as tonalidades adotadas por diferentes marcas do segmento. A ALO apresentou, neste mês, uma coleção que traz como um dos destaques o Pink Marshmallow. Protagonizada pela empresária e celebridade norte-americana Kylie Jenner, a campanha reúne peças destinadas aos exercícios e outras de perfil casual.</p><p>O movimento não está restrito à ALO. Tons de rosa também aparecem nas coleções atuais de marcas internacionais de <em>activewear</em>, como <em>lululemon</em> e <em>Beyond Yoga,</em> em tonalidades como<em> Pink Pearl, Sunset Pink e Pink Glow</em>. No Brasil, a cor também começa a aparecer com maior frequência nos looks de treino. Sabrina Sato, por exemplo, escolheu recentemente um conjunto inteiramente rosa para a academia.</p><p>A presença dessas peças acompanha uma transformação mais ampla do segmento. O chamado <em>athleisure</em>, que combina elementos das roupas esportivas com o vestuário cotidiano, está também em expansão. A Grand View Research estima que esse mercado, avaliado em US$ 422 bilhões em 2025, poderá alcançar US$ 892,5 bilhões em 2033.</p><p>No Brasil, a modelo Maria Klaumann, que participou da campanha da ALO ao lado de Kylie Jenner, aposta no Pink Marshmallow como uma das cores que devem ganhar espaço na próxima estação. A brasileira já incorporou a tonalidade aos looks usados nos treinos de Pilates e nas partidas de tênis.</p><p>“É uma ótima opção para variar em relação às tradicionais cores básicas”, afirma Klaumann.</p><p>Na coleção da ALO, a nova cor aparece em peças que integram a linha esportiva da marca. O Alosoft Intuition Bra e a High-Waist Intuition Capri receberam versões em Pink Marshmallow, formando uma combinação monocromática para o treino. A presença do rosa nas coleções reforça, assim, a aproximação entre moda, atividade física e vestuário cotidiano que vem ampliando o alcance do segmento de <em>activewear</em>.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/335163?partnerId=1914" alt><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/pink-marshmallow--tendencia-para-os-looks-de-treino.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>negocio, nepropagandaemarketing, esmoda, gosociedade, sasaudebemestar</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a9573d041dabb4d248e3733</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 12:30:08 +0000</pubDate><title>Reforma Tributária do Consumo altera gestão empresarial</title><description>A nova estrutura da Reforma Tributária do Consumo, divulgada no portal oficial do governo federal, exige integração entre áreas corporativas para adequar fluxos operacionais, cadastros e parametrizações tecnológicas. A mudança impacta formação de preços, margens, liquidez, seleção de fornecedores e exige atualização de softwares e contratos para garantir a continuidade das operações.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/27/b2/gw/27b2gw1xsqaem0mlssgpq15ue.jpg"><figcaption>Reforma Tributária do Consumo altera gestão empresarial<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A implementação da Reforma Tributária do Consumo, anunciada pelo <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br" data-mce-target="_blank">governo federal</a> em 2024, está sendo adotada por empresas de diversos setores em todo o território nacional. O novo regime fiscal requer atuação integrada entre departamentos de finanças, compras, tecnologia da informação e diretoria para adaptar fluxos operacionais, cadastros de produtos e parametrizações de sistemas.</p><p>A alteração na incidência de impostos afeta diretamente a formação de preços e a composição das margens de rentabilidade. As organizações precisam simular diferentes cenários para identificar o custo líquido de cada operação e o volume de créditos tributários passíveis de apropriação. O acompanhamento da liquidez também se torna crítico, pois o descompasso entre a geração de débitos fiscais e o recebimento dos valores devidos pelos clientes pode influenciar a necessidade de capital de giro.</p><p>No setor de suprimentos, a seleção de fornecedores passa a considerar, além do preço, o regime tributário da empresa parceira, a qualidade da documentação emitida e seu potencial de geração de créditos. Contratos de longo prazo estão sendo revisados para incluir cláusulas de repasse de tributos e mecanismos de reequilíbrio econômico‑financeiro.</p><p>A digitalização da fiscalização eleva a exigência de cadastros precisos de produtos e clientes. Dados inconsistentes ou descrições genéricas nos sistemas de gestão corporativa podem provocar a rejeição automática de notas fiscais, gerando interrupções no faturamento e atrasos na entrega de mercadorias. Assim, a adequação de softwares e a parametrização de tabelas fiscais tornam‑se requisitos indispensáveis para a continuidade das operações.</p><p>A coordenação entre direção, áreas comerciais, compras e tecnologia da informação tem sido apontada como fator preventivo. Adriana Matos, COO da Person Consultoria, destaca que a reorganização interna reduz gargalos no faturamento e converte a exigência regulatória em oportunidade de aprimoramento administrativo. "A revisão de processos e o saneamento dos cadastros permitem que a empresa atravesse a transição de forma organizada", afirma.</p><p>A preparação antecipada para o novo ambiente fiscal possibilita a correção de ineficiências operacionais acumuladas. Ao alinhar gestão de caixa, revisão contratual e atualização tecnológica sob diretrizes comuns, as organizações fortalecem a governança e estabelecem um caminho estável para a evolução dos negócios no cenário nacional.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/333111?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://www.instagram.com/personconsultoria" rel="noopener">https://www.instagram.com/personconsultoria</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-31/reforma-tributaria-do-consumo-altera-gestao-empresarial.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>tecnologia, negocio, neeconomia, neecommerce, neempreendedores</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a920d57f9fa29974b6bb376</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 22:36:08 +0000</pubDate><title>AMIG Brasil alerta ANM sobre riscos do El Niño na mineração</title><description>Entidade propõe estratégia preventiva para estruturas de mineração e defende integração entre Agência, municípios, empresas e Defesas Civis diante da possibilidade de eventos climáticos extremos</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/99/0r/qu/990rquk54h41iu46enc721g6f.jpg"><figcaption>AMIG Brasil alerta ANM sobre riscos do El Niño na mineração<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A Associação Brasileira dos Municípios Mineradores (AMIG Brasil) encaminhou à Agência Nacional de Mineração (ANM), na última quinta-feira (27/08), um ofício com alerta sobre os riscos associados ao <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.gov.br/inpe/pt-br/assuntos/ultimas-noticias/painel-el-nino-2026-2027-divulga-primeiro-boletim-mensal-sobre-o-monitoramento-do-fenomeno-no-brasil" data-mce-target="_blank"><strong>El Niño 2026/2027</strong></a> nos municípios mineradores e afetados pela atividade mineral. O <a rel="noopener" target="_blank" href="http://amig.org.br/wp-content/uploads/2026/08/of0802026-anm-el-nino.pdf" data-mce-target="_blank">documento</a> propõe uma estratégia preventiva e integrada para reduzir vulnerabilidades, orientar a fiscalização e ampliar a preparação dos territórios diante da possibilidade de eventos climáticos extremos.</p><p>A preocupação da entidade está na combinação entre chuvas intensas e a presença de barragens, pilhas de estéril e rejeitos, diques, cavas, estruturas de contenção e outros componentes dos empreendimentos minerários. “As informações climáticas disponíveis sejam incorporadas ao planejamento preventivo, para antecipar decisões e direcionar recursos às situações de maior risco”, alerta Thiago Metzker,  biólogo, doutor em Ecologia e consultor de Meio Ambiente da AMIG Brasil. </p><p>Um dos principais pontos apresentados à ANM é a necessidade de avaliar se os parâmetros hidrológicos, hidráulicos e geotécnicos utilizados no projeto, na operação e no monitoramento das estruturas permanecem adequados diante de um cenário climático em transformação. Parte da infraestrutura de mineração existente no país foi concebida com base em séries históricas de precipitação e outros dados registrados em períodos anteriores.</p><p>“Chuvas intensas ou persistentes podem provocar aumento da infiltração e da saturação dos materiais, elevação de poropressões, erosões, crescimento das vazões, sobrecarga de sistemas de drenagem, extravasamentos, instabilidade de taludes e movimentos de massa. Por isso, a AMIG Brasil defende uma atuação preventiva baseada no risco e nas características específicas de cada empreendimento”, enfatiza Metzker.</p><p>Entre as principais medidas propostas no ofício está a adoção, para 2026/2027, de critérios extraordinários de priorização da fiscalização. A entidade sugere que a ANM considere fatores como Categoria de Risco, Dano Potencial Associado, população potencialmente exposta, proximidade de comunidades e áreas urbanizadas, infraestrutura crítica, histórico de anomalias, condições de estabilidade e alertas meteorológicos e hidrológicos.</p><p>O ofício também propõe que alertas meteorológicos severos possam funcionar como gatilhos para a intensificação temporária do monitoramento e das inspeções realizadas pelos empreendedores. Entre os parâmetros que podem exigir maior atenção estão níveis d’água, drenagem, vazões, poropressões, deformações, surgências, erosões e outras anomalias relacionadas à segurança das estruturas.</p><p>Outro ponto central é a preparação dos municípios. “As administrações municipais precisam conhecer os riscos existentes em seus territórios, fortalecer as estruturas de proteção e Defesa Civil e organizar previamente os serviços públicos que poderão ser mobilizados em uma eventual emergência. Informações relevantes para a proteção das populações também devem chegar aos municípios de forma tempestiva”, ressalta Metzker. </p><p>A preparação municipal, no entanto, não transfere às prefeituras a responsabilidade pela segurança das estruturas. O documento da AMIG Brasil reforça que essa obrigação é do empreendedor, a quem cabe desenvolver e financiar as ações necessárias para garantir a segurança, manter informações atualizadas e comunicar alterações capazes de comprometer as estruturas. À ANM cabe exercer suas atribuições regulatórias e fiscalizatórias.</p><p>“Esse alinhamento é essencial porque, independentemente da classificação regulatória das estruturas, é nos municípios que os efeitos de uma eventual ocorrência serão sentidos. Interdições, danos ambientais, comprometimento de vias, necessidade de evacuação e mobilização dos serviços públicos recaem diretamente sobre os territórios e suas populações”, destaca. </p><p>Ao cobrar uma atuação preventiva, a AMIG Brasil também reconhece as limitações humanas, técnicas e orçamentárias enfrentadas pela ANM. O ofício propõe uma estratégia seletiva, escalonada e orientada pelo risco, concentrando os recursos disponíveis onde a combinação entre perigo, exposição, vulnerabilidade e possíveis consequências exige maior atenção.</p><p>A entidade também se colocou à disposição para atuar junto ao Governo Federal e ao Congresso Nacional em defesa do fortalecimento institucional da Agência, com recursos humanos, técnicos, tecnológicos e orçamentários compatíveis com suas responsabilidades. </p><p>O documento destaca que “fortalecer a capacidade regulatória e fiscalizatória da ANM também significa ampliar a segurança dos territórios. A Associação defende que o El Niño 2026/2027 seja utilizado para avançar de uma postura predominantemente reativa para uma gestão preventiva, integrada e orientada pelo risco climático”.</p><p>Como sintetiza o documento encaminhado à Agência: “Entre a previsão e a tragédia existe um intervalo chamado decisão. Neste momento, esse intervalo ainda está aberto”.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/328853?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://amig.org.br/" rel="noopener">https://amig.org.br/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-28/amig-brasil-alerta-anm-sobre-riscos-do-el-nio-na-mineracao.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>stsustentabilidade, ururbanismo, gopoliticas, cimeioambiente, negocio, industrias</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a91ffcbf9fa29974b6bb363</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 21:38:19 +0000</pubDate><title>Festival Sorrisos Nos CEUs anuncia nova programação</title><description>O Festival Sorrisos Nos CEUs investe mais uma vez em sua missão de proporcionar vivência artística, de maneira totalmente gratuita e dentro da escola, para crianças, jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/98/y5/r8/98y5r8b00t6qpbam42x0jytuo.jpg"><figcaption>Festival Sorrisos Nos CEUs anuncia nova programação<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>Com uma seleção renovada de atividades e apresentações teatrais infanto-juvenis, o Festival Sorrisos Nos CEUs promove manifestações culturais brasileiras, incentivando o consumo regular de cultura em suas diversas linguagens.</p><p>Em setembro, os novos eventos estão agendados para acontecer durante quatro semanas, abrangendo oito diferentes bairros em São Paulo, estrategicamente escolhidos com base nos menores índices de desenvolvimento humano educacional (IDH-E).</p><p>Ao ocupar os Centros Educacionais Unificados, esta edição do projeto conta com recursos completos de acessibilidade física e comunicacional, garantindo a participação de todos de forma inclusiva.</p><p>O Festival Sorrisos Nos CEUs é uma iniciativa voltada aos estudantes, suas famílias e comunidades, buscando impactar mais de 18 mil visitantes em 2026.</p><p>Cultura e educação construindo conhecimento para promover cidadania plena: este é o objetivo dos organizadores. A programação 100% gratuita do Festival Sorrisos Nos CEUs está disponível para consulta em:</p><p><strong>www.festivalsnc.com.br</strong></p><p> </p><p><strong><u>Serviço</u></strong></p><p><strong>Programação completa: </strong>www.festivalsnc.com.br</p><p><strong>Período:</strong> 05/09/2026 a 26/09/2026</p><p><strong>Horário das atividades: </strong>10h às 17h</p><p><strong>Classificação Etária: </strong>Livre</p><p> </p><p><strong><u>Festival Sorrisos Nos CEUs</u></strong></p><p><strong>Apresentação: </strong>Ministério da Cultura</p><p><strong>Patrocínio: </strong>Colgate,<strong> </strong>Pinheiro Neto Advogados, Itaú e UOL</p><p>Projeto realizado através da Lei Rouanet</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/336368?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://www.festivalsnc.com.br" rel="noopener">https://www.festivalsnc.com.br</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-28/festival-sorrisos-nos-ceus-anuncia-nova-programacao.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>arobrasdearte, arteeentretenimento, negocio, goeducacao, gosociedade, eneventos</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a91ffc4afc2bce347858b7b</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 21:38:12 +0000</pubDate><title>Risk assessment de fornecedores muda a defesa em tecnologia</title><description>Cássio Campos, líder de cibersegurança e auditor de certificação, mostra um método para transformar risco em decisão de negócio, governar IA com segurança e sair mais forte de cada incidente. &quot;O Paradoxo da Liderança de Tecnologia: velocidade com segurança&quot; chega em setembro pela Rede Líderes e A7Z.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cb/ca/bk/cbcabk09bu4jg2xme569bd74c.jpg"><figcaption>Risk assessment de fornecedores muda a defesa em tecnologia<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>Ataques a organizações de tecnologia passaram a chegar pela cadeia de fornecimento de serviços, segundo <strong>Cássio Campos</strong>, líder de cibersegurança. Na leitura dele, o movimento colocou a avaliação de terceiros no centro da estratégia de risco e passou a integrar também o cálculo comercial de compradores corporativos, seguradoras e investidores institucionais. A análise vem de auditorias realizadas em empresas de tecnologia, serviços financeiros e setores regulados. O livro que a reúne, intitulado <strong>"O Paradoxo da Liderança de Tecnologia</strong>", será lançado em setembro de 2026 na sede da Rede Líderes, em São Paulo. </p><p>Campos relata que, nas auditorias, questionários de segurança que antes eram apresentados apenas na fase de fechamento de contrato passaram a ser exigidos no meio do ciclo de venda. Os contratos passaram a incluir cláusulas de auditoria, e os prazos de negociação se estenderam sem alteração no produto ofertado.</p><p><em>"O conflito entre velocidade e segurança é real no sintoma e falso na origem", </em>afirmou Campos. Segundo o auditor, a lógica que sustenta o movimento é econômica. Ao integrar a avaliação de segurança ao processo de compra, a organização adquirente estima o custo potencial de uma falha do fornecedor, abrangendo interrupção de serviço, exposição de dados, sanções regulatórias e danos reputacionais. Fornecedores que mantêm controles documentados e verificáveis reduzem esse custo estimado, influenciando duas variáveis de negociação. O custo de due diligence para o comprador diminui, e a disposição de pagamento aumenta. A documentação também encurta a etapa de validação, porque o comprador verifica evidência pronta em vez de reconstituir a postura do fornecedor durante a negociação. </p><p>Na avaliação de Campos, essa diferença de risco se reflete no preço que o mercado cobra para assumir o fornecedor. No seguro cibernético, organizações que documentam e testam controles em linha com frameworks reconhecidos, como o NIST CSF 2.0, tendem a obter condições melhores que organizações de perfil técnico equivalente sem evidência de gestão de risco. </p><p>O autor identifica o mesmo critério em operações de fusão e aquisição e em rodadas de captação de recursos. Na descrição dele, investidores institucionais passaram a incluir a postura de segurança como item padrão de due diligence, depois de transações em que passivo cibernético identificado tardiamente afetou o múltiplo acordado.</p><p>A mudança de exigência não foi acompanhada por uma reestruturação das funções de liderança de tecnologia. Conselhos de administração aumentaram a pressão por inovação em inteligência artificial, reguladores revisaram requisitos em ciclos curtos e clientes corporativos passaram a tratar a postura de segurança como condição contratual, sem que a autoridade dos cargos fosse ajustada.</p><p>Como resultado, observa-se um padrão em organizações de diferentes portes. Equipes de risco se organizam em torno do veto para serem ouvidas quando o produto avança sem consulta prévia, enquanto equipes de produto desenvolvem estratégias de contorno. Cada lado percebe o outro como obstáculo, sem análise da origem da tensão.</p><p>O impacto financeiro da situação é difuso, pois se dilui ao longo de ciclos de venda mais longos e oportunidades perdidas, dificultando a mensuração precisa. Campos enfatiza que a responsabilidade não recai sobre a tecnologia, mas sobre processos e incentivos internos.</p><p>"Segurança bem feita acelera porque reduz o prêmio de risco que o mercado cobra de qualquer organização que inova em ambientes incertos", afirma Cássio Campos.</p><p>Cássio Campos conduz auditorias de 3ª Parte nas principais certificadoras do país como QMS Certification, DNV e Bureau Veritas, e também atua com implementação de Sistemas de Gestão em Segurança da Informação (ISO/IEC 27.001), Privacidade e Proteção de Dados (ISO/IEC 27.701), Governança de Inteligência Artificial (ISO/IEC 42.001) e Continuidade de Negócios (ISO 22.301). Possui experiência de mais de 12 anos em governança, riscos e conformidade em segurança da informação e proteção de dados, além de pós‑graduação pela FIAP, DARYUS, IPOG e Unicamp.</p><p>A obra é publicada pela A7Z, vertical editorial da Rede Líderes voltada à construção de posicionamento e autoridade editorial de lideranças. </p><p>A Rede Líderes reúne mais de 900 líderes de diferentes áreas e empresas e atua como espaço para descobrir as melhores soluções do mercado e apresentá-las baseadas em experiências reais. A combinação entre a publicação pela A7Z e atuação na Rede coloca o conteúdo diante de uma audiência que participa de decisões e estratégias de negócio em áreas distintas.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/333663?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://www.a7z.com.br" rel="noopener">https://www.a7z.com.br</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-28/risk-assessment-de-fornecedores-muda-a-defesa-em-tecnologia.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>negocio, tecnologia, neseguros, neempreendedores, neeconomia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a91ffbff9fa29974b6bb362</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 21:38:07 +0000</pubDate><title>Tempo no trânsito pode afetar bem-estar físico e emocional</title><description>Rio é a cidade em que o brasileiro passa mais tempo em trânsito; psicólogo explica como esse esforço diário fora do trabalho impacta a disposição e o bem-estar e dá dicas para amenizar os efeitos</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cj/cj/k1/cjcjk1hhbmt8cqvd099h9sy71.jpg"><figcaption>Tempo no trânsito pode afetar bem-estar físico e emocional<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>Passar horas no trânsito já faz parte da rotina de milhões de brasileiros. Entre congestionamentos, longos trajetos e o transporte público lotado, o tempo gasto nos deslocamentos entre casa e trabalho ocupa uma parcela cada vez maior do dia. O problema é que esse período costuma ser encarado apenas como uma consequência da vida nas grandes cidades, enquanto seus impactos sobre a saúde física e mental permanecem, muitas vezes, em segundo plano.</p><p>Um levantamento da <a rel="noopener" target="_blank" href="https://jornal.usp.br/atualidades/impacto-do-transito-na-saude-mental-um-alerta-para-moradores-de-grandes-cidades/">Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas</a> (CNDL), em parceria com o SPC Brasil e o Sebrae, mostra que moradores de grandes centros urbanos passam, em média, o equivalente a 21 dias por ano no trânsito. No Rio de Janeiro, a situação é ainda mais desafiadora. De acordo com um <a rel="noopener" target="_blank" href="https://exame.com/brasil/rio-tem-maior-tempo-medio-de-deslocamento-entre-casa-e-trabalho-no-pais-mostra-estudo/">estudo do aplicativo de mobilidade Moovit</a>, o tempo médio do deslocamento entre casa e trabalho na Região Metropolitana chega a 58 minutos por trajeto. Entre os usuários do transporte público, 11% passam duas horas ou mais em cada viagem, fazendo com que o tempo diário no trânsito possa ultrapassar quatro horas, o maior registrado no país.</p><p>Segundo Carlos Júnior, profissional de psicologia do AmorSaúde, rede de clínicas parceiras do Cartão de TODOS, o deslocamento não deve ser visto apenas como um intervalo entre uma atividade e outra. “Múltiplos fatores estão envolvidos nesse processo, entre eles a insegurança diante de condições externas, a imprevisibilidade dos horários dos transportes coletivos e o desconforto durante o trajeto, como a ausência de ar-condicionado, os ruídos excessivos e a superlotação”, afirma.</p><p>O psicólogo destaca que, quanto mais tempo gasto no deslocamento, menor tende a ser o tempo disponível para atividades importantes, como descanso, lazer, prática de exercícios físicos, alimentação adequada e convivência social. A longo prazo, esse desequilíbrio pode comprometer a disposição e a qualidade de vida.</p><p><strong>Quando o cansaço começa antes mesmo do expediente</strong></p><p>De acordo com o profissional, os primeiros sinais de que o deslocamento está afetando o bem-estar emocional podem aparecer antes mesmo do início da jornada de trabalho. “O indivíduo pode perceber que a rotina está excessivamente concentrada no trabalho e no deslocamento, restando pouco tempo ou energia para o lazer, a convivência social e o autocuidado”, explica. Entre os principais sinais de alerta, estão:</p><ul><li aria-level="1">Irritabilidade frequente;</li><li aria-level="1">Impaciência durante a rotina;</li><li aria-level="1">Cansaço antes mesmo do início do expediente;</li><li aria-level="1">Falta de disposição para atividades fora do trabalho;</li><li aria-level="1">Sensação de que o dia se resume ao deslocamento e às obrigações profissionais.</li></ul><p><strong>Os efeitos do trânsito vão além do estresse</strong></p><p>Carlos ressalta que o impacto dos deslocamentos prolongados não se limita ao desconforto durante o trajeto, pelo contrário, diferentes áreas da vida podem ser afetadas.</p><p><strong>Trabalho:</strong> o excesso de tempo no trânsito pode reduzir a concentração, a produtividade e o interesse pelas atividades profissionais.</p><p><strong>Relacionamentos:</strong> o desgaste com o deslocamento pode favorecer o isolamento, a redução da energia para interações sociais e até a diminuição da libido.</p><p><strong>Sono:</strong> as noites de sono podem sofrer consequências importantes, já que "o estresse se torna cíclico, porque a pessoa não consegue recarregar a energia”, afirma Carlos.</p><p><strong>Como tornar o deslocamento menos desgastante</strong></p><p>Embora nem sempre seja possível reduzir o tempo gasto no trânsito, algumas estratégias podem ajudar a diminuir os impactos da rotina. O psicólogo recomenda:</p><p>1) Evitar transformar o trajeto em uma extensão do trabalho, ou seja, não utilizar o tempo no transporte público ou de aplicativo para resolver demandas no celular ou notebook.</p><p>2) Manter uma alimentação equilibrada ao longo do dia, para que não falte energia para as horas em deslocamento;</p><p>3) Cuidar da hidratação, principalmente em períodos quentes e secos, já que durante o deslocamento o acesso à fonte de água é limitado;</p><p>4) Reservar tempo para atividades prazerosas para não fazer da vida um looping entre acordar, pegar trânsito, ir e voltar do trabalho e dormir;</p><p>5) Buscar momentos de desconexão das demandas profissionais e conexão com relações sociais.</p><p><strong>Quando procurar ajuda profissional?</strong></p><p>O acompanhamento profissional pode ser importante e recomendado quando o desgaste provocado pelo deslocamento começa a afetar diferentes aspectos da vida. Entre os alertas, estão esgotamento constante, ansiedade persistente, alterações de humor, apatia e insônia.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/334241?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://www.cartaodetodos.com.br/" rel="noopener">https://www.cartaodetodos.com.br/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-28/tempo-no-transito-pode-afetar-bem-estar-fisico-e-emocional.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>gosociedade, sasaudebemestar, mbmobilidade, neeconomia, intransporte, negocio</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a91ffb9afc2bce347858b7a</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 21:38:01 +0000</pubDate><title>Salão Abrasel reúne inovação, conteúdo e negócios em SP</title><description>Evento acontece em 15 e 16 de setembro, na Bienal do Ibirapuera, com arenas interativas, tecnologia, experiências e histórias de empreendedores do setor de alimentação fora do lar</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2a/um/0q/2aum0qhixu44en8b1couz3bd2.jpg"><figcaption>Salão Abrasel reúne inovação, conteúdo e negócios em SP<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>Empresários, gestores, profissionais e fornecedores da alimentação fora do lar terão, nos dias 15 e 16 de setembro, um espaço dedicado a conteúdo, inovação, relacionamento e geração de negócios no Salão Abrasel 2026. Realizado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, na Bienal do Ibirapuera, em São Paulo, o evento integra a Semana da Alimentação Fora do Lar e deve receber cerca de 12 mil visitantes ao longo dos dois dias. <a rel="noopener" target="_blank" href="https://salaoabrasel.com.br/">O credenciamento segue aberto e associados da Abrasel não pagam</a>. </p><p>Apresentado por Ambev, Keeta e Stone, o Salão reúne arenas interativas, espaços imersivos, demonstrações de tecnologia, experiências práticas e encontros voltados aos principais desafios e oportunidades do setor. </p><p>A programação foi estruturada para aproximar conhecimento e realidade empresarial. Entre os destaques estão as arenas interativas, que substituem o formato tradicional de palestras por discussões com participação ativa do público. Os encontros abordam temas como inteligência artificial, produtividade, liderança, experiência do consumidor, marketing, desenvolvimento de equipes, transformação digital, delivery, formas de contratação, bebidas e planejamento para os próximos anos.  </p><p>Outro espaço voltado à troca de experiências será o Comanda Aberta, palco dedicado a donos de negócios do setor, que poderão compartilhar histórias reais, soluções criativas, aprendizados e casos que possam inspirar outros empreendedores. A proposta é colocar experiências concretas no centro da programação e estimular a construção de conexões entre participantes, fornecedores e lideranças do mercado. </p><p><strong>Inovação aplicada ao estabelecimento</strong> </p><p>A tecnologia também estará presente de forma prática no Restaurante do Futuro – Cozinha 4.0, espaço desenvolvido em parceria com a 99Food que simula a operação de uma cozinha profissional e mostra aplicações de inteligência artificial e automação em diferentes etapas do negócio.  </p><p>A experiência aborda desde compras e controle de estoque até produção de alimentos, mostrando como dados podem ser integrados para apoiar decisões, reduzir desperdícios e aumentar a eficiência. Entre as soluções demonstradas estão equipamentos programáveis capazes de executar determinadas tarefas de forma automatizada, sem que isso elimine a participação dos profissionais. </p><p>A Cozinha 4.0 também coloca em discussão um dos principais desafios da adoção tecnológica: a capacitação. A proposta do espaço é mostrar que a transformação da operação depende não apenas de equipamentos, mas da organização dos processos e da preparação das pessoas para utilizar as novas ferramentas. </p><p>O espaço terá diferentes formatos de visitação, incluindo uma modalidade premium, com vagas limitadas e degustação, além de opções mais rápidas de apresentação e um tour em vídeo. </p><p>O <a rel="noopener" target="_blank" href="https://salaoabrasel.com.br/">Salão Abrasel</a> também será palco de atrações que conectam gastronomia, reconhecimento e valorização dos negócios do setor. No primeiro dia do evento, 15 de setembro, será anunciado o campeão da 10ª edição do <a rel="noopener" target="_blank" href="http://www.oquiloenosso.com.br">concurso O Quilo é Nosso</a>, disputa que elegerá o melhor restaurante a quilo do país. A competição reunirá os vencedores estaduais em uma disputa que valoriza criatividade, qualidade gastronômica e a tradição dos restaurantes a quilo.  </p><p>“Vivemos um momento de profundas transformações na alimentação fora do lar. O Salão Abrasel nasce justamente para criar um ambiente onde empresários possam conhecer soluções, compartilhar experiências e construir conexões que contribuam para o crescimento dos seus negócios. Mais do que um evento, é uma oportunidade de olhar para o futuro do setor de forma prática e colaborativa”, afirma José Eduardo Camargo, líder de Conteúdo da Abrasel. </p><p>O Salão Abrasel integra as comemorações pelos 40 anos da Abrasel e ocupa posição central na Semana da Alimentação Fora do Lar, que transforma São Paulo, entre 14 e 18 de setembro, em um ponto de encontro para empresários, gestores, fornecedores e especialistas de diferentes segmentos da cadeia. Além do Salão, a agenda reúne Equipotel, iFood Move, Latam Retail Show, Melhores da Taça e a final do O Quilo é Nosso, criando uma programação que conecta alimentação fora do lar, hospitalidade, tecnologia, delivery e varejo. </p><p><strong>SERVIÇO:</strong> </p><p>Salão Abrasel 2026 </p><p><strong>Data:</strong> 15 e 16 de setembro de 2026 </p><p><strong>Local:</strong> Pavilhão Ciccillo Matarazzo, Parque do Ibirapuera, São Paulo (SP) </p><p><strong>Realização:</strong> Abrasel </p><p><strong>Apresentado por:</strong> Ambev, Keeta e Stone </p><p><strong>Informações e ingressos:</strong> <a rel="noopener" target="_blank" href="https://salaoabrasel.com.br/">https://salaoabrasel.com.br/</a> </p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/334344?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://abrasel.com.br/" rel="noopener">https://abrasel.com.br/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-28/salao-abrasel-reune-inovacao--conteudo-e-negocios-em-sp.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>negocio, neempreendedores, neeconomia, gsgastronomia, eneventos</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a91ffa0afc2bce347858b79</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 21:37:36 +0000</pubDate><title>Daniel Senna lança Aliança Nacional - ANID</title><description>Na Faculdade de Direito da USP, Daniel Senna lança aliança nacional para colocar a infância no centro do desenvolvimento do país</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1v/d6/tq/1vd6tq9gfs6s6kqvs6uzxhp18.jpg"><figcaption>Daniel Senna lança Aliança Nacional - ANID<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>No dia 14 de setembro, o histórico Salão Nobre da Faculdade de Direito da USP (Largo de São Francisco) será palco do lançamento da ANID (Aliança Nacional pela Infância e Desenvolvimento). Idealizada pelo advogado Daniel Senna, presidente da ONG Todos Por Um, a iniciativa reunirá autoridades de primeiro escalão, membros do sistema de Justiça, representantes acadêmicos, lideranças empresariais e entidades da sociedade civil para estabelecer uma agenda nacional permanente de proteção e investimento na infância brasileira.</p><p>Com presenças confirmadas de parlamentares, lideranças do Instituto Ayrton Senna e do Procurador-Geral do Trabalho, o evento propõe superar o histórico de políticas públicas fragmentadas e conjunturais. A proposta da ANID é tratar a educação e a proteção de crianças e adolescentes não como assistência paliativa, mas como a principal estratégia de desenvolvimento econômico, inovação e redução das desigualdades do Brasil.</p><p>“Aqueles que há séculos ocupam posições de poder não deram o passo mais importante para o desenvolvimento do país, que só se concretiza com educação de qualidade capaz de despertar o potencial humano dos brasileiros que já nascem à margem do convívio acadêmico e educacional. Sem este compromisso, o Brasil nunca se inserirá no cenário global como protagonista das grandes transformações.” — Daniel Senna, idealizador da ANID e presidente da ONG Todos Por Um.</p><p>O encontro apresentará casos práticos de impacto social, incluindo a trajetória de Jeremias Saturnino de Lima, resgatado do trabalho infantil na Bahia durante os anos 1990 — caso retratado nacionalmente pelo programa Globo Repórter. Hoje engenheiro em uma grande empreiteira nacional e pai de família, Jeremias exemplifica como a proteção integral à criança é capaz de romper ciclos intergeracionais de pobreza.</p><p>Após o lançamento, a ANID estruturará grupos de trabalho permanentes focados no monitoramento de metas, atração de parcerias público-privadas, erradicação do trabalho infantil e promoção da educação integral em escala nacional.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/334680?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://todospor1.org/projetos" rel="noopener">https://todospor1.org/projetos</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-28/daniel-senna-lanca-alianca-nacional---anid.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>gopoliticas, goeducacao, negocio, sclegislativo, gosociedade</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a91ff9dafc2bce347858b78</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 21:37:33 +0000</pubDate><title>Mês do Corretor: a força feminina no mercado imobiliário</title><description>Agosto marca o Dia do Corretor de Imóveis e convida a olhar para a evolução da profissão. A presença feminina cresceu 144% na última década e hoje representa cerca de 35,5% dos corretores ativos. Mais que representatividade, essa diversidade fortalece o setor, amplia perspectivas e acompanha um consumidor cada vez mais exigente. O futuro da corretagem é plural, digital e inovador.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/e4/96/10/e49610e0vv29hk50avkpz6wzh.jpg"><figcaption>Mês do Corretor: a força feminina no mercado imobiliário<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>Agosto é o mês mais aguardado do setor imobiliário brasileiro. O <strong>Dia do Corretor de Imóveis (27 de agosto)</strong> é uma oportunidade para refletir sobre a trajetória da profissão. </p><p>A corretagem, antes um ambiente exclusivamente masculino, vive hoje uma realidade muito mais rica, equilibrada e profissional. Esse movimento é impulsionado pelo crescimento consistente da <strong>participação feminina</strong>. Para compreender o tamanho dessa evolução, basta revisitar a história do mercado imobiliário.</p><p><strong>Ausência histórica, presença atual</strong>Na época em que a corretagem se consolidava como profissão, a presença feminina era mínima. Barreiras culturais e sociais limitavam o acesso das mulheres às carreiras ligadas à negociação, aos investimentos e ao mercado financeiro, que permaneciam predominantemente ocupadas por homens.   Hoje, o cenário é outro. As corretoras não apenas ocupam espaço, mas se destacam em áreas estratégicas como atendimento personalizado, marketing digital e gestão de carteira de clientes.  <strong>O impacto da diversidade</strong></p><p>Nas últimas décadas, a realidade mudou radicalmente. O crescimento da presença feminina na corretagem deixou de ser uma tendência para se tornar um fato consolidado por dados estatísticos: </p><p><strong>Salto na última década:</strong> Segundo dados do <a rel="noopener" target="_blank" href="https://portas.com.br/para-corretores/mulheres-sao-41-dos-corretores-de-imoveis/">Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI)</a>, a presença feminina no mercado imobiliário brasileiro registrou um <strong>crescimento de 144% na última década</strong>.</p><p><strong>Representatividade atual:</strong> Hoje, as mulheres já representam <strong>cerca de 35,5% dos corretores ativos e credenciados</strong> no sistema <a rel="noopener" target="_blank" href="https://jornaldebrasilia.com.br/entretenimento/katia-flavia/mulheres-ja-sao-35-dos-corretores-de-imoveis-no-brasil-e-o-numero-sobe/">COFECI-CRECI</a>. Em algumas regiões e recortes de consultorias do setor, esse número já ultrapassa a faixa dos 40%.</p><p><strong>Poder de decisão:</strong> Esse avanço das corretoras no mercado acompanha outra estatística crucial: <strong>as mulheres lideram ou influenciam diretamente mais de</strong> <a rel="noopener" target="_blank" href="https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/hcr-construtora-criando-espacos-para-o-futuro/noticia/2025/10/21/elas-decidem-mulheres-influenciam-80percent-das-grandes-compras.ghtml"><strong>80% das decisões de compra</strong></a> de imóveis residenciais no país, segundo pesquisa da Nielsen.</p><p><strong>Um mercado forte se faz com pluralidade</strong></p><p>A diversidade de gênero no mercado imobiliário não é apenas uma questão de representatividade. Ela impacta positivamente os resultados. Pesquisas mostram que equipes diversas tendem a ter maior capacidade de inovação e de adaptação às mudanças de comportamento do consumidor.   No caso das corretoras, essa diversidade se traduz em novas formas de construir relacionamento, especialmente em um mercado cada vez mais digital e competitivo.   O sucesso atual do setor não se deve ao protagonismo de um único gênero, mas sim à <strong>soma de talentos</strong>. A colaboração entre corretores e corretoras cria imobiliárias mais competitivas, dinâmicas e preparadas para atender a um público comprador que também mudou e está muito mais exigente!</p><p><strong>O futuro da corretagem</strong></p><p>Neste mês de agosto, celebrar <strong>o Dia do Corretor de Imóveis</strong> significa reconhecer o esforço de todos os profissionais que dedicam seus dias a realizar sonhos de moradia e viabilizar investimentos. Significa também celebrar a história de <strong>pioneiras </strong>que abriram as portas em <strong>1958 </strong>para que milhares de mulheres pudessem, hoje, liderar imobiliárias e fechar negócios milionários com autonomia.  É nesse contexto de evolução contínua que o <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.comprealugueagora.com.br/"><strong>Compre & Alugue Agora </strong></a>atua, conectando profissionais, oportunidades e pessoas em uma jornada imobiliária cada vez mais digital, dinâmica e inovadora. O momento é de reconhecer quem fez parte dessa história e quem continua ajudando a escrever os próximos capítulos do setor.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/334771?partnerId=1914" alt><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-28/mes-do-corretor--a-forca-feminina-no-mercado-imobiliario.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>gosociedade, cmcomunicacao, negocio, nepropagandaemarketing, industrias, nestartups</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a91ff98f9fa29974b6bb361</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 21:37:28 +0000</pubDate><title>ENAC 2026.2: edital é publicado; inscrições iniciam em 31/08</title><description>Confira as principais informações do Exame Nacional dos Cartórios ENAC 2026.2, incluindo inscrições, prova objetiva, requisitos e cronograma.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3d/po/x4/3dpox4j60hpwzng2j1k3aq4yn.jpg"><figcaption>ENAC 2026.2: edital é publicado<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>O Conselho Nacional de Justiça publicou nesta sexta-feira (28) o <strong>edital do 4º Exame Nacional dos Cartórios</strong>, o <a rel="noopener" target="_blank" href="https://blog.grancursosonline.com.br/exame-nacional-dos-cartorios-edital-publicado-2026/" data-mce-target="_blank">ENAC 2026.2</a>. As inscrições começam em 31 de agosto e seguem até 29 de setembro. A prova objetiva está prevista para 22 de novembro, em todas as capitais brasileiras e no Distrito Federal.</p><p>A avaliação é organizada pela Fundação Getulio Vargas e funciona como requisito para a inscrição em concursos públicos de provimento e remoção voltados à titularidade de serviços notariais e de registro.</p><p><strong>Inscrições do ENAC 2026.2</strong></p><p>Os interessados deverão acessar o site da FGV entre as <strong>16h de 31 de agosto e as 16h de 29 de setembro</strong>, conforme o horário oficial de Brasília. A taxa de inscrição é de R$ 150 e deverá ser paga por meio da Guia de Recolhimento da União até 30 de setembro.</p><p>O<strong> pedido de isenção</strong> poderá ser feito entre as 16h de 31 de agosto e as 16h de 2 de setembro. O benefício é destinado a pessoas inscritas no CadÚnico que atendam ao limite de renda previsto no edital, doadoras de medula óssea ou pessoas com renda igual ou inferior ao limite de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física.</p><p><strong>Como será a prova</strong></p><p>O <a rel="noopener" target="_blank" href="https://blog.grancursosonline.com.br/exame-nacional-dos-cartorios/" data-mce-target="_blank">Exame Nacional dos Cartórios</a> terá uma única etapa, <strong>com prova objetiva prevista para 22 de novembro</strong>, das 14h às 19h. Os portões serão abertos às 12h30 e fechados às 13h30.</p><p>A avaliação terá 100 questões de múltipla escolha, com cinco alternativas e apenas uma resposta correta. Direito Notarial e Registral será a disciplina com maior número de questões, com 60 itens. Também serão cobrados Direito Civil, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Tributário, Direito Empresarial, Direito Processual Civil, Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho.</p><p>O <strong>exame terá caráter eliminatório e não classificatório</strong>. Para obter a habilitação, será necessário alcançar pelo menos 60% de acertos. Para pessoas autodeclaradas negras, indígenas ou quilombolas e para pessoas com deficiência, o percentual mínimo será de 50%.</p><p><strong>Quem pode participar</strong></p><p>Podem participar pessoas brasileiras, naturalizadas ou amparadas pela condição de naturalidade portuguesa prevista em acordo específico, maiores de 18 anos, que tenham concluído o curso de graduação em Direito em instituição reconhecida pelo Ministério da Educação.</p><p>Também estão aptos profissionais que tenham exercido, por dez anos, função em serviços notariais ou de registro. A comprovação da formação ou da experiência profissional poderá ser enviada até 6 de novembro de 2026.</p><p>Como o <a rel="noopener" target="_blank" href="https://blog.grancursosonline.com.br/concursos/enac/" data-mce-target="_blank">ENAC </a>é um exame de habilitação, não há oferta de vagas nem classificação entre os participantes. O certificado emitido pelo CNJ terá validade de seis anos, contados a partir da divulgação do resultado definitivo.</p><p><strong>Cronograma do ENAC 2026.2</strong></p><p>O <strong>local de prova será divulgado em 16 de novembro</strong>, no cartão de confirmação de inscrição. O gabarito preliminar está previsto para 24 de novembro, com prazo para recursos nos dias 25 e 26 do mesmo mês.</p><p>O resultado preliminar da prova objetiva deve ser publicado em 22 de dezembro de 2026. Já o resultado definitivo da avaliação, a análise da documentação e o edital de homologação estão previstos para 18 de janeiro de 2027.</p><p>Após a homologação, o CNJ emitirá o certificado de habilitação em formato digital. O documento permitirá a inscrição em concursos para ingresso na atividade notarial e registral, conforme as regras de cada Tribunal de Justiça.</p><p>As informações sobre inscrição, documentação, atendimento especial e atualizações do cronograma devem ser acompanhadas na página oficial do ENAC.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/335196?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://blog.grancursosonline.com.br/exame-nacional-dos-cartorios/" rel="noopener">https://blog.grancursosonline.com.br/exame-nacional-dos-cartorios/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-28/enac-20262--edital-e-publicado--inscricoes-iniciam-em-31-08.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>gopoliticas, neeconomia, negocio, scjudiciario, goeducacao</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a91ff95afc2bce347858b77</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 21:37:25 +0000</pubDate><title>Ubots Summit 2026 debate IA e o futuro do relacionamento</title><description>Em formato presencial em Porto Alegre, o evento celebra 10 anos da Ubots com cases práticos e imersão sobre IA no WhatsApp</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1u/t3/9d/1ut39d7ig48kfybexams3o49l.jpg"><figcaption>Ubots Summit 2026 debate IA e o futuro do relacionamento<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>Para comemorar seus 10 anos de história, a Ubots, empresa brasileira AI Native e especializada em inteligência conversacional, promove no dia 15 de setembro a terceira edição do Ubots Summit, em Porto Alegre. O evento ocorre no Hotel Deville, das 8h às 19h, com foco no uso da Inteligência Artificial e no futuro do relacionamento no cooperativismo. Referência no ecossistema financeiro com mais de 250 clientes e parceira oficial da Meta, a empresa abre as inscrições para o público diretamente pelo link: <a rel="noopener" target="_blank" href="https://ubots.com.br/ubots-summit-2026">https://ubots.com.br/ubots-summit-2026</a>.</p><p>Com o objetivo de transformar o conhecimento teórico em estratégias práticas, o Ubots Summit reunirá líderes de inovação, diretores operacionais, gestores de TI, marketing e experiência do cliente. A programação foi desenhada para responder aos maiores desafios do setor: como aplicar IA para gerar novos negócios, recuperar crédito com assertividade e manter um atendimento próximo e personalizado no WhatsApp.</p><p>O evento contará com painéis sobre a evolução do comportamento do cliente na última década, casos práticos de implementação de IA no WhatsApp sem aumentar a complexidade do negócio e uma palestra focada nos fatores que diferenciam as empresas que já geram resultados com IA daquelas que permanecem na fase de testes.</p><p>Um dos destaques desta edição serão as mesas de negócios, espaços dinâmicos para troca de experiências que abordarão três eixos centrais:</p><ul><li><strong>Geração de </strong><strong>negócios:</strong> como converter conversas em oportunidades no WhatsApp;</li><li><strong>Recuperação de </strong><strong>crédito:</strong> uso de abordagens inteligentes e assertivas no canal digital;</li><li><strong>Relacionamento </strong><strong>digital:</strong> aplicações práticas de IA para personalizar a comunicação em escala.</li></ul><p>O encerramento do evento contará ainda com a entrega do Prêmio Conversas Incríveis, uma celebração dedicada a reconhecer e premiar as melhores iniciativas de comunicação e relacionamento digital do mercado financeiro.</p><p>"Celebrar 10 anos de história nos deu a certeza de que a tecnologia só faz sentido quando gera retorno real e simplifica o dia a dia. O Ubots Summit foi desenhado para descomplicar a Inteligência Artificial no cooperativismo, mostrando na prática como usar canais como o WhatsApp para gerar negócios, recuperar crédito e, acima de tudo, manter o atendimento próximo e humanizado com o cliente", afirma Rafael Souza, CEO da Ubots.</p><p> </p><p><strong>Serviço</strong><strong> </strong></p><p>Evento: Ubots Summit 2026</p><p>Data: 15 de setembro de 2026 (Terça-feira)</p><p>Horário: Das 8h às 19h</p><p>Local: Hotel Deville Prime Porto Alegre (Av. dos Estados, 1909 - Porto Alegre, RS)</p><p>Formato: 100% presencial</p><p>Inscrições e programação completa: <a rel="noopener" target="_blank" href="https://ubots.com.br/ubots-summit-2026">https://ubots.com.br/ubots-summit-2026</a></p><p><strong> Sobre a Ubots</strong></p><p>Fundada em 2016, a Ubots é uma empresa brasileira de tecnologia, que se estabeleceu como uma das principais no movimento de inteligência artificial conversacional no Brasil. Consolidada como uma companhia AI Native, com IA no núcleo de sua cultura, processos e arquitetura de produtos, a empresa é especializada no desenvolvimento de soluções de inteligência artificial para mensageria e agentes conversacionais. A Ubots possui expertise no setor de cooperativas de crédito, atendendo a mais de 250 instituições financeiras. Reconhecida desde 2023 como Business Solution Provider (BSP) oficial da Meta, a companhia unifica canais de comunicação e sistemas de gestão em uma jornada digital fluida, segura e de alta performance.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/335671?partnerId=1914" alt><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-28/ubots-summit-2026-debate-ia-e-o-futuro-do-relacionamento.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>nepropagandaemarketing, neempreendedores, tecnologia, negocio, eneventos</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a91ff91afc2bce347858b76</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 21:37:21 +0000</pubDate><title>Empresas incorporam finanças e aproximam varejo e crédito</title><description>Movimento aproxima varejo e outros setores do sistema financeiro e ganha espaço nas discussões do FEBRABAN TECH 2026</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7i/db/zb/7idbzb5f4qgq0u62pbbag87e1.jpg"><figcaption>Empresas incorporam finanças e aproximam varejo e crédito<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A expansão dos serviços financeiros digitais começa a mudar também o papel de empresas que tradicionalmente atuavam apenas como comerciantes ou prestadores de serviços. Em vez de somente aceitar pagamentos, negócios de diferentes setores passam a incorporar crédito, cartões, crediário e outras soluções financeiras à relação com seus clientes, em um movimento que aproxima varejo, serviços e tecnologia do sistema financeiro.</p><p>O tema ganhou espaço no FEBRABAN TECH 2026, evento realizado entre os dias 24 e 26 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo, SP. Entre as trilhas do evento esteve justamente a discussão sobre “finanças embarcadas e a convergência intersetorial”, em um cenário no qual a tecnologia amplia a capacidade de empresas não financeiras de oferecer serviços financeiros dentro de suas próprias jornadas de consumo.</p><p>A transformação ocorre em paralelo à aceleração da digitalização do sistema financeiro. O orçamento dos bancos brasileiros para tecnologia deve alcançar R$50,4 bilhões em 2026, alta de 8% em relação a 2025, segundo a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026, realizada pela <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.deloitte.com/br/pt/Industries/financial-services/research/pesquisa-febraban-tecnologia-bancaria.html?utm_source">Deloitte</a>. Segundo a pesquisa, o orçamento destinado à tecnologia pelos bancos cresceu 58% nos últimos cinco anos. Em 2025, 83% das transações bancárias foram realizadas por canais digitais, sendo 78% pelo celular.</p><p>Para André Maniezo, CEO da INFOX Payments, que participou do FEBRABAN TECH 2026, esse ambiente abre espaço para uma mudança na estratégia de empresas que buscam transformar serviços financeiros em instrumentos de relacionamento com seus consumidores.</p><p>“A INFOX atua há décadas com tecnologia para pagamentos e crédito, mas o que levamos para a feira foi justamente essa evolução da operação: soluções que permitem às empresas estruturarem seus próprios produtos financeiros, como crediário, cartões, CDC digital e outras modalidades de crédito e pagamento”, afirma Maniezo.</p><p>A lógica é particularmente relevante em um mercado no qual os meios digitais já fazem parte da rotina de consumidores e empresas. Dados divulgados pelo <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/21227/noticia?utm_source">Banco Central</a> em agosto de 2026 mostram que o Pix movimentou mais de R$35 trilhões em 2025, em quase 80 bilhões de transações. Ainda de acordo com o Banco Central, ao final do período analisado, 148 milhões de pessoas físicas e 12,8 milhões de empresas haviam realizado ou recebido ao menos uma transação por meio do Pix.</p><p>A evolução das infraestruturas de pagamento cria, assim, condições para que empresas explorem novas formas de relacionamento financeiro com seus próprios públicos. O Pix Automático, por exemplo, permite pagamentos recorrentes e possibilita ao pagador autorizar o uso de uma linha de crédito associada à sua conta caso não tenha saldo suficiente no momento da cobrança, segundo o <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/pix/automatico/guia_pix_automatico.pdf?utm_source">Banco Central.</a> </p><p>Nesse contexto, o desafio deixa de ser apenas disponibilizar meios de pagamento e passa a envolver a construção de jornadas financeiras integradas ao negócio. Para o varejo, isso pode significar transformar o crediário próprio ou um cartão private label em ferramentas de relacionamento, crédito e fidelização.</p><p>“Uma empresa pode estruturar um crediário próprio ou um cartão private label, por exemplo. Estamos falando de tecnologia para empresas que queiram oferecer serviços financeiros aos próprios clientes”, reitera Maniezo.</p><p>A discussão também acompanha uma agenda mais ampla do Banco Central e do setor financeiro, marcada pela digitalização, pela ampliação das possibilidades de pagamento e pela necessidade de conciliar inovação, segurança e proteção do consumidor. Nesse contexto, durante a abertura do FEBRABAN TECH 2026, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, destacou os efeitos do avanço do Pix sobre a inclusão financeira e chamou atenção também para os riscos associados à maior facilidade de acesso ao crédito.</p><p>Segundo Maniezo, a tendência aponta para uma convergência cada vez maior entre tecnologia, pagamentos e crédito. “Nesse cenário, empresas de diferentes setores podem deixar de enxergar os serviços financeiros apenas como uma etapa da jornada de compra e passar a utilizá-los como parte de sua estratégia de relacionamento e geração de receita”, finaliza.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/335769?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://infoxpay.tech/" rel="noopener">https://infoxpay.tech/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-28/empresas-incorporam-financas-e-aproximam-varejo-e-credito.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>negocio, tecnologia, neecommerce, nevarejo, neeconomia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a91ff8cf9fa29974b6bb360</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 21:37:16 +0000</pubDate><title>Grupo Skill realiza evento exclusivo em parceria com a SAP</title><description>Encontro reuniu especialistas em vendas, Reforma Tributária e Inteligência Artificial para fortalecer parceiros e impulsionar resultados.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1z/oc/u8/1zocu8uxk6cnpg7l1wd3t6i7d.jpg"><figcaption>Grupo Skill realiza evento exclusivo em parceria com a SAP<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>O Grupo Skill promoveu um evento exclusivo em parceria com a SAP, reunindo parceiros comerciais e especialistas para um dia de capacitação voltado ao fortalecimento das vendas, atualização sobre o cenário tributário brasileiro e discussão sobre o papel da Inteligência Artificial na transformação dos negócios. </p><p>A programação foi aberta com uma aula conduzida por Hélio Azevedo, empresário e mentor, que apresentou técnicas de vendas com foco no comportamento humano, mostrando como o aspecto emocional influencia as decisões de compra e como a construção de valor pode ser mais determinante do que a disputa por preço. Durante a apresentação, o especialista utilizou comparações e exemplos práticos para demonstrar como uma comunicação estratégica contribui para negociações mais eficazes e relacionamentos comerciais mais duradouros. </p><p>Representando o Grupo Skill, o presidente do Conselho Executivo, Marco Antonio, e a Head de Soluções Fiscais, Regiane Rios, compartilharam uma análise do atual cenário tributário brasileiro, destacando os impactos da Reforma Tributária e apresentando soluções do portfólio da empresa voltadas à preparação das organizações para as novas exigências fiscais. </p><p>A participação reforçou a importância das parcerias estratégicas entre empresas de tecnologia, consultoria e ecossistemas de ERP para acelerar a adaptação das organizações às mudanças regulatórias e aos novos desafios do mercado. </p><p aria-level="3"><strong>Inteligência Artificial como aliada da capacidade humana</strong> </p><p>O encerramento do evento ficou por conta de Roberto Arruda, da Skyone, que abordou como a Inteligência Artificial vem transformando a rotina das empresas e de seus profissionais, destacando que seu maior potencial está em ampliar a capacidade humana, automatizando tarefas repetitivas e permitindo decisões mais rápidas e estratégicas. </p><p>O tema dialoga com um movimento crescente do mercado. <a rel="noopener" target="_blank" href="https://news.sap.com/brazil/2025/12/companhias-brasileiras-ja-registram-retorno-medio-de-16-sobre-investimento-em-ia-e-projetam-roi-de-31-em-2-anos-revela-sap/">Segundo estudo global da SAP</a> em parceria com a Oxford Economics, as empresas brasileiras já registram um retorno médio de 16% sobre os investimentos em IA, com expectativa de alcançar 31% nos próximos dois anos, enquanto 78% das organizações esperam obter retorno positivo em até três anos.  </p><p>A própria SAP <a rel="noopener" target="_blank" href="https://news.sap.com/brazil/2026/07/sap-impulsiona-o-avanco-rumo-a-empresa-autonoma-na-america-latina/">também aponta</a> que a integração entre ERP em nuvem, dados confiáveis e Inteligência Artificial tem acelerado a construção do conceito de empresa autônoma na América Latina, permitindo que organizações automatizem processos complexos e fortaleçam sua capacidade de tomada de decisão em tempo real.  </p><p aria-level="3"><strong>Conhecimento aplicado aos desafios do mercado</strong> </p><p>Ao final do encontro, os participantes deixaram o evento com uma combinação de conhecimentos práticos sobre técnicas de vendas, orientações sobre o cenário tributário brasileiro e reflexões sobre o uso estratégico da Inteligência Artificial como ferramenta de produtividade e crescimento. </p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/335775?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://gruposkill.com.br" rel="noopener">https://gruposkill.com.br</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-28/grupo-skill-realiza-evento-exclusivo-em-parceria-com-a-sap.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>neeconomia, nepropagandaemarketing, neempreendedores, tecnologia, negocio</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a91ff7aafc2bce347858b75</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 21:36:58 +0000</pubDate><title>Blefaroplastia lidera cirurgias no mundo; entenda os avanços</title><description>Procedimento ultrapassou 2,1 milhões de cirurgias em 2024; em Ribeirão Preto e Matão, médica explica como novos recursos podem ajudar a reduzir inchaço e hematomas no pós-operatório</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/60/ki/fv/60kifv5jx7hlplxscbyggc7vv.jpg"><figcaption>Blefaroplastia lidera cirurgias no mundo<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A cirurgia para retirar o excesso de pele e as bolsas ao redor dos olhos ganhou espaço entre os procedimentos estéticos realizados em todo o mundo. Em 2024, a cirurgia das pálpebras, conhecida como blefaroplastia, alcançou o topo do ranking mundial de cirurgias estéticas, com mais de 2,1 milhões de procedimentos, crescimento de 13,4% em relação ao ano anterior, segundo levantamento da <em>International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS)</em>.</p><p>O Brasil acompanha esse movimento. No mesmo período, o país registrou cerca de 2,35 milhões de cirurgias estéticas, sendo aproximadamente 231 mil procedimentos nas pálpebras, colocando a cirurgia entre as mais realizadas pelos brasileiros.</p><p>Em Ribeirão Preto, importante polo regional de saúde no interior paulista, o avanço desse mercado também chama atenção para uma das principais dúvidas de quem pensa em realizar o procedimento: como será a recuperação? Inchaço, hematomas e o tempo necessário para voltar à rotina costumam estar entre as principais preocupações dos pacientes.</p><p>Segundo a médica oftalmologista especialista em cirurgia plástica ocular Gabriela Câmara, que atende em Ribeirão Preto e Matão, a evolução das técnicas permite hoje um cuidado que vai além da retirada do excesso de pele.</p><p><em>“Quando conseguimos trabalhar com mais precisão e controlar melhor o sangramento durante o procedimento, podemos ter um pós-operatório mais confortável. Em alguns casos, observamos menos inchaço e hematomas, o que favorece uma recuperação mais tranquila, sempre respeitando as características e o tempo de recuperação de cada paciente</em>”, explica.</p><p><strong>Recuperação também entra no planejamento</strong></p><p>Entre os recursos que podem ser associados à cirurgia está o laser de CO₂. Durante o procedimento, a tecnologia auxilia na precisão e na coagulação de pequenos vasos, contribuindo para o controle do sangramento e podendo favorecer uma recuperação com menos inchaço e hematomas em determinados casos.</p><p>O uso da tecnologia também pode ir além do momento da cirurgia. Quando há indicação, o laser é utilizado em tratamentos voltados à renovação da pele e ao estímulo à produção de colágeno, ajudando a melhorar aspectos como textura e qualidade da pele ao redor dos olhos.</p><p><em>“Hoje, quando planejamos uma cirurgia palpebral, não pensamos apenas na retirada do excesso de pele ou na correção das bolsas. Avaliamos a região como um todo, incluindo a qualidade da pele e a forma como aquele tecido passará pelo processo de recuperação. Isso permite individualizar o tratamento e associar diferentes recursos de acordo com a necessidade de cada paciente”</em>, destaca Gabriela.</p><p>Após o procedimento, outros recursos também podem ser incorporados aos cuidados. É o caso do <em>drug delivery</em>, técnica utilizada para favorecer a absorção de ativos pela pele, de acordo com as necessidades de cada paciente e com o protocolo definido pela médica.</p><p><strong>Tecnologia não significa recuperação imediata</strong></p><p>Apesar dos avanços, a especialista alerta para uma expectativa comum entre pacientes: a ideia de que novas tecnologias poderiam eliminar completamente o pós-operatório.</p><p>A cirurgia das pálpebras continua sendo um procedimento cirúrgico e a recuperação varia de acordo com fatores como idade, condições da pele, anatomia da região e características individuais de cada pessoa.</p><p><em>“Existe uma expectativa de que a tecnologia possa eliminar completamente o pós-operatório, mas continuamos falando de um procedimento cirúrgico. O diferencial é termos recursos que podem contribuir para tornar esse processo mais favorável e cuidar também da qualidade do tecido, sempre com indicação adequada</em>”, afirma Gabriela.</p><p>Para a médica, diante do crescimento da procura pela cirurgia, informação e avaliação individualizada ganham ainda mais importância. Mais do que buscar uma recuperação cada vez mais rápida, é preciso entender que cada organismo responde de uma forma e que o resultado envolve indicação adequada, planejamento e respeito ao processo de cicatrização.</p><p><strong>Sobre a Dra. Gabriela Câmara</strong></p><p>Gabriela Câmara é médica oftalmologista especialista em cirurgia plástica ocular, vias lacrimais e estética periocular, com atendimento em Ribeirão Preto e Matão (SP). É formada em Medicina e possui especialização em Oftalmologia pela Unicamp, com foco em plástica ocular. Atua em cirurgias das pálpebras, tratamentos com laser de CO₂, saúde das vias lacrimais e procedimentos estéticos minimamente invasivos.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/335829?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://www.instagram.com/dragabrielacamara/" rel="noopener">https://www.instagram.com/dragabrielacamara/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-28/blefaroplastia-lidera-cirurgias-no-mundo--entenda-os-avancos.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>tecnologia, neeconomia, gosociedade, ciencia, sasaudebemestar</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a91ff77f9fa29974b6bb35f</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 21:36:55 +0000</pubDate><title>Presença capta R$ 300 mi em FIDCs e quer ampliar crédito</title><description>A fintech paulista Presença arrecadou R$300 milhões via emissão de cotas em Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC). O montante será usado para financiar crédito consignado privado e atender beneficiários do INSS, FGTS, SIAPE e convênios públicos. A empresa projeta desembolsar R$1 bilhão até o próximo ano, com apoio de tecnologias de inteligência artificial para otimizar processos de correspondentes bancários.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7i/cf/l8/7icfl8o32cy87r7t8o3tz1rr2.jpg"><figcaption>Presença capta R$ 300 mi em FIDCs e quer ampliar crédito<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A Presença, fintech paulista de crédito consignado, concluiu a captação de R$ 300 milhões de reais com a emissão de cotas em Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios. Segundo a empresa, esse valor financiará as operações de créditos para beneficiários do consignado privado. </p><p>A empresa também atua com beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE) e convênios públicos. </p><p>Com o novo fundo, o Presença prevê desembolsar R$ 1 bilhão até o próximo ano. A estratégia inclui lançamentos de tecnologias e investimento em inteligência artificial para robustecer as estratégias e as vendas dos correspondentes bancários (corbans) e promotoras parceiras, reduzindo etapas e promovendo mais autonomia, agilidade e aprovações nas digitações. </p><p>A empresa que combina em sua operação fundos proprietários se destaca pela tecnologia e proximidade juntos aos parceiros, desenvolvendo soluções e iniciativas que capacitam corbans menores ajudando-os a escalar vendas e promovem relacionamento com parceiros já estabelecidos no mercado. </p><p>"O consignado privado é como um novo INSS, só que mais tecnológico. É um produto que já tem boa aderência do público, é extremamente digital e ainda está em fase de amadurecimento." afirma João Guerra, diretor de parcerias. </p><p>O mercado de consignados passa desde o ano passado por grandes mudanças. Alterações nas regras do FGTS reduziram em quase 80% as antecipações do saque aniversário, conforme apontou recentemente a Associação Brasileira de Bancos (ABBC).  </p><p>O Presença aposta em uma postura mais conservadora. Segundo Guerra, o crescimento no consignado privado vem acompanhado de uma venda segura e com qualidade "Nos próximos anos, deve se tornar um dos líderes da categoria em volume de concessão. E é isso que o Presença vem buscando: capilaridade de funding para estruturar grandes operações e um back-office seguro para suportar a longevidade do produto" .</p><p>Adão Cruz, CEO do Grupo Presença concorda e comenta o cenário do mercado: "O mercado tem enfrentado alta inadimplência, impulsionada por modelos de crédito que assumem riscos elevados e praticam juros muito altos. O Presença faz diferente, oferecemos crédito de forma consciente e mais eficiente". </p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/335964?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://www.soupresenca.com.br" rel="noopener">https://www.soupresenca.com.br</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-28/presenca-capta-r--300-mi-em-fidcs-e-quer-ampliar-credito.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>tecnologia, negocio, nestartups, neeconomia, nerelacoescominvestidores</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a91ff73f9fa29974b6bb35e</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 21:36:51 +0000</pubDate><title>Certificação para acelerar o acesso à inovação</title><description>Levantamento aponta que certificação em gestão da inovação ganha força quando associada à análise prioritária de projetos voltados a incentivos fiscais; estudo também mostra que os principais obstáculos ao uso da Lei do Bem estão dentro das próprias organizações</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/14/e1/tx/14e1txiwv71hfi702ajebfu1t.jpg"><figcaption>Certificação para acelerar o acesso à inovação<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p>A possibilidade de acelerar a análise dos projetos que dão acesso aos incentivos fiscais à inovação pode impulsionar a adoção da ISO 56001, norma internacional voltada à gestão da inovação. É o que aponta uma pesquisa realizada pela Piera, centro de referência em gestão de inovação. Segundo o levantamento, 84,7% dos gestores afirmam que considerariam ou implantariam a certificação caso ela garantisse prioridade na análise dos projetos submetidos ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).</p><p>O estudo mostra que a proposta de criar uma análise prioritária para empresas certificadas em gestão da inovação encontra forte receptividade entre os gestores. Além dos 84,7% que afirmam considerar ou implantar a certificação diante dessa possibilidade, 84,6% dos respondentes apontam que a ampliação da segurança jurídica e da agilidade na análise dos projetos está entre os principais fatores que justificariam a adoção da ISO 56001.</p><p>Na avaliação da Piera, a certificação pode funcionar como um indicativo da maturidade dos processos de gestão da inovação das empresas, permitindo que organizações com práticas já estruturadas tenham maior previsibilidade e agilidade na avaliação dos projetos submetidos ao poder público.</p><p>A pesquisa também revela que os principais obstáculos para utilização da <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/lei-do-bem/paginas/o-que-e-a-lei-do-bem?utm_source=chatgpt.com" data-mce-target="_blank">Lei do Bem</a> vão além da burocracia. Entre os fatores apontados pelos gestores, o maior gargalo é a falta de engajamento das equipes responsáveis pelos projetos de inovação, seguida pela forma como os benefícios fiscais são refletidos no resultado financeiro das organizações. Burocracia, demora na análise dos projetos, rastreabilidade e insegurança jurídica aparecem em posições inferiores entre os fatores que dificultam o aproveitamento do incentivo.</p><p>Segundo a consultoria, esse cenário está relacionado à forma como o benefício é tratado dentro das empresas. Atualmente, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) são registrados imediatamente como despesa operacional das áreas responsáveis pelos projetos, enquanto o incentivo fiscal costuma ser reconhecido posteriormente, abaixo da linha de resultado. Na prática, o gestor percebe imediatamente o impacto do investimento sobre seus indicadores, mas nem sempre consegue visualizar com clareza o benefício financeiro proporcionado pelo incentivo, reduzindo o engajamento para ampliar sua utilização.</p><p>Para Valter Pieracciani, fundador da Piera, os resultados mostram que o debate sobre os incentivos à inovação precisa incorporar aspectos de gestão e governança, além das questões regulatórias. "Existe uma percepção consolidada de que a burocracia é o principal obstáculo à utilização da Lei do Bem, mas nossa pesquisa mostra que os maiores desafios estão dentro das próprias empresas. Quando o gestor não enxerga claramente o benefício gerado pelo incentivo, o engajamento naturalmente diminui. Ao mesmo tempo, mecanismos que tragam mais previsibilidade e agilidade para organizações que já demonstram maturidade na gestão da inovação podem estimular uma adesão maior aos incentivos."</p><p>Com base nos resultados, a Piera defende duas frentes complementares para ampliar o uso dos incentivos fiscais à inovação. A primeira é a revisão das práticas contábeis adotadas pelas empresas, tornando mais evidente o retorno financeiro dos incentivos na gestão dos projetos. A segunda é a criação de um modelo de análise prioritária para empresas certificadas na ISO 56001, permitindo que organizações com processos estruturados tenham maior agilidade e previsibilidade na avaliação dos projetos submetidos ao <a rel="noopener" target="_blank" href="https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/ppa/ppa-2024-2027?utm_source=chatgpt.com" data-mce-target="_blank">MCTI</a>.</p><p>"O Brasil já dispõe de instrumentos importantes para estimular a inovação. O próximo passo é aperfeiçoar o ambiente em torno deles, criando mecanismos que valorizem empresas comprometidas com uma gestão estruturada da inovação e que tragam mais segurança e eficiência para quem investe continuamente em pesquisa e desenvolvimento. Isso fortalece a competitividade das empresas e amplia o alcance das políticas públicas de incentivo à inovação", conclui Pieracciani.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/336130?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://www.piera.com.br/" rel="noopener">https://www.piera.com.br/</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-28/certificacao-para-acelerar-o-acesso-a-inovacao.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>neempreendedores, neeconomia, nestartups, negocio, tecnologia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a91ff6cf9fa29974b6bb35d</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 21:36:44 +0000</pubDate><title>Justiça impõe limite à Receita e valida contas fiscais</title><description>Tribunais Regionais Federais derrubam negativas da União, assegurando a eficácia de mecanismos como o Ativo Moeda mesmo diante da falta de sistemas adequados da RFB.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/25/1p/z1/251pz1z1h4xnsjo8sc161lmdf.jpg"><figcaption>Justiça impõe limite à Receita e valida contas fiscais<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p class="s8">Tribunais Regionais Federais de todo o país (TRFs 1 a 6) estão condenando a Receita Federal do Brasil (RFB) por barrar ilegalmente a compensação de débitos tributários com créditos judiciais de terceiros. As decisões recentes rebatem o recuo e o abuso do Fisco que, ao ignorar a Emenda Constitucional nº 113/2021 e se amparar em regras defasadas, tenta impedir o chamado "encontro de contas". O Judiciário determinou que a União crie mecanismos administrativos para viabilizar a operação, afastando sanções e garantindo a segurança jurídica de empresas e consultorias afetadas pelos entraves burocráticos.</p><p class="s10"><strong>A barreira do Fisco contra a Constituição</strong></p><p class="s8">A controvérsia jurídica gira em torno da aplicação do Artigo 100 (§11) da Constituição Federal. Introduzido para equilibrar as contas públicas e evitar o colapso financeiro do Estado, o dispositivo dá às empresas a faculdade de utilizar créditos líquidos e certos — próprios ou adquiridos de terceiros — para quitar débitos parcelados ou inscritos em dívida ativa.</p><p class="s8">No entanto, a Receita Federal vem restringindo essa compensação de forma unilateral. O órgão se baseia no artigo 74 da Lei nº 9.430/96 e na ausência de um campo específico em seus sistemas administrativos (como o portal e-CAC e a declaração via PER/DCOMP) para negar a homologação dos pedidos.</p><p>A hierarquia das leis: Especialistas apontam que a postura da Receita viola a Pirâmide de Kelsen, princípio básico do Direito onde a Constituição Federal possui força supralegal e soberana sobre qualquer lei ordinária ou instrução normativa do Fisco.</p><p class="s10"><strong>Impacto no mercado e ofensiva jurídica</strong></p><p class="s8">A resistência burocrática da Receita afeta diretamente o mercado de consultoria tributária especializada. Empresas pioneiras no setor, como a curitibana Monetali, viram-se no centro desse fogo cruzado ao estruturarem o mercado de ativos judiciais no Brasil através de operações como o "Ativo Moeda" — mecanismo que viabiliza a redução legal de até 20% nos impostos federais (como PIS, Cofins e INSS) por meio da cessão de créditos judiciais com trânsito em julgado.</p><p class="s14">Mesmo com os procedimentos da Monetali operando sob estrita conformidade e registro na plataforma e-CAC, a retenção de homologações por parte do Fisco gerou um ambiente de insegurança que exigiu a intervenção do Judiciário:</p><div class="s18">• TRF3 (Santo André/SP e Dourados/MS): Determinou que a Receita Federal indique claramente como as empresas devem apresentar o requerimento e condenou a União a processar e homologar as compensações.</div><div class="s18">• TRF5 e TRF4: Reconheceram o direito de utilização de créditos de terceiros para a liquidação de parcelamentos ativos, seguindo as diretrizes da Portaria PGFN.</div><p class="s19">As decisões colegiadas e liminares evidenciam o anacronismo da fiscalização e expõem o abuso de poder regulatório. Para os magistrados, as empresas e as consultorias que promovem a eficiência fiscal não podem ser penalizadas pela desídia ou lentidão de atualização dos sistemas da máquina pública.</p><p class="s20">O cenário atual sinaliza o início de uma profunda transformação no contencioso tributário brasileiro, consolidando o encontro de contas como um ato de justiça fiscal, eficiência e desoneração direta para o próprio Tesouro Nacional.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/336141?partnerId=1914" alt>  Website: <a target="_blank" href="https://monetali.com.br" rel="noopener">https://monetali.com.br</a><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-28/justica-impoe-limite-a-receita-e-valida-contas-fiscais.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>scjudiciario, gosociedade, gopoliticas, negocio, neeconomia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a91ff4aafc2bce347858b74</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 21:36:10 +0000</pubDate><title>Receita Federal separa o joio do trigo no combate a fraudes</title><description>Enquanto o Fisco desarticula esquemas bilionários de falsas consultorias, o Judiciário e o mercado blindam operações legítimas de encontro de contas, como o Ativo Moeda.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1x/n4/hu/1xn4huc0mpxsz86286lbtu68v.jpg"><figcaption>Receita Federal separa o joio do trigo no combate a fraudes<span class="copyright">DINO </span></figcaption></figure><p></p><p class="s8">A Receita Federal do Brasil (RFB), em força-tarefa com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, intensificou de forma expressiva a repressão contra consultorias que comercializam créditos tributários falsos. Em pouco mais de dois anos, operações como Títulos Podres, Obsidiana e Quimera Fiscal desmantelaram esquemas que geraram mais de R$ 1,6 bilhão em prejuízos aos cofres públicos. No entanto, o avanço dessa fiscalização tem servido para separar o joio do trigo no ambiente corporativo, isolando os fraudadores e trazendo segurança jurídica para os contribuintes que exercem o direito constitucional legítimo de utilizar créditos financeiros reais para o encontro de contas.</p><p class="s10"><strong>O cerco ao mercado clandestino de créditos</strong></p><p class="s8">As investigações apontam que as consultorias fraudulentas atuam induzindo empresas de boa-fé a transmitirem Declarações de Compensação (PER/DCOMP) lastreadas em ativos inexistentes, prescritos ou fabricados. Esse cenário expõe o empresariado a multas qualificadas de até 150%, cobrança em dívida ativa e processos criminais por sonegação e lavagem de dinheiro.</p><p class="s11">Entre as principais ações de fiscalização que mapearam esse "joio" tributário destacam-se:</p><div class="s15">• Operação Títulos Podres (mai/2026): Identificou o uso de papéis sem valor real para fraudar compensações, estimando um prejuízo de R$ 770 milhões.</div><div class="s15">• Operação Obsidiana (apr/2025): Desarticulou uma estrutura que utilizava uma fintech criada especificamente para ocultar o rastreamento de R$ 450 milhões em economias tributárias indevidas.</div><div class="s15">• Operação Quimera Fiscal (set/2025): Prejuízo de R$ 244 milhões mapeado em uma rede de falsas compensações que atingiu 65 municípios brasileiros.</div><p class="s10"><strong>O "trigo": a linha que separa o crime do direito legítimo</strong></p><p class="s8">Diante da necessidade de saneamento do mercado, consultorias de inteligência fiscal como a curitibana Monetali reforçam que a atuação rigorosa do Fisco é essencial para dar destaque às operações estruturadas estritamente sob a legalidade. O modelo desenvolvido pela empresa através do "Ativo Moeda" exemplifica o que há de legítimo no setor, aplicando de forma estrita o Artigo 100 (§11) da Constituição Federal, atualizado pela Emenda Constitucional nº 113/2021.</p><p class="s8">Ao contrário dos créditos fictícios mirados pelas operações policiais, o mecanismo da Monetali utiliza um crédito indenizatório de natureza financeira — e não tributária — oriundo de sentença judicial transitada em julgado na década de 1980. Por ter caráter puramente financeiro, o ativo não se submete às restrições do artigo 74 da Lei nº 9.430/96, encontrando amparo legal direto no Código Civil e no Decreto-Lei nº 11.249/2022.</p><p>Garantias de conformidade: A diferenciação técnica e prática de uma operação legítima exige requisitos inegociáveis como a cessão onerosa formalizada e averbada nos autos do processo de origem, pedido de habilitação prévia via e-CAC e rastreabilidade total de saldos.</p><p class="s10"><strong>Respaldo nos Tribunais e na PGFN</strong></p><p class="s8">A solidez do modelo legal encontra eco em decisões proferidas por diversos Tribunais Regionais Federais (TRFs 1 a 5), além de aceitações institucionais por parte da própria Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) para a quitação de passivos federais.</p><p class="s8">Em julgados recentes do TRF3 (Dourados/MS) e do TRF2 (Rio de Janeiro), magistrados confirmaram o direito líquido e certo de contribuintes compensarem débitos tributários com créditos financeiros adquiridos por cessão. Mais recentemente, em maio de 2026, o TRF5 (1ª Vara Federal de Alagoas) concedeu liminar para vetar a aplicação antecipada de multas e penalizações a sócios de empresas que ingressaram na via administrativa regular.</p><p class="s8">Para a direção da Monetali, a higienização promovida pelas operações federais valoriza as boas práticas corporativas. "Fraude fiscal é crime; direito constitucional é garantia", pontua a assessoria, reiterando que o combate aos crimes tributários serve, fundamentalmente, para proteger as ferramentas legítimas de planejamento e eficiência fiscal.</p><img src="https://api.dino.com.br/v2/news/tr/336142?partnerId=1914" alt><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://dino.ig.com.br/2026-08-28/receita-federal-separa-o-joio-do-trigo-no-combate-a-fraudes.html</link><dc:creator>Dino</dc:creator><media:credit>DINO </media:credit><author>Dino</author><keywords>neeconomia, negocio, gopoliticas, scexecutivo, scjudiciario</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5f7e2ce5865438a00b1e5734</section></item></channel></rss>